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Mark Webber está orgulhoso de seu prodígio, Conor Daly. Dmitry Suranovich tá ficando doido ou o quê. Bom domingo a todos.
O segundo carro projetado por Adrian Newey na Red Bull, apesar de conquistar bons pontos, para uma equipe mediana, não foi, o realmente esperado para o terceiro ano da Red Bull. Contando com um constante Webber, e um já veterano David Coulthard, a equipe marcou 29 pontos ao longo de 2008, 10 a menos que sua equipe irmã, a STR.
O carro era uma visível evolução de seu antecessor, com melhorias para que este conseguisse arrebatar pontos, e firmasse a RBR como uma equipe com bom desempenho entre as equipes médias. Apresentava uma solução inventada pela McLaren, o arco por cima do bico, e da asa dianteira.
Foi o último carro que David Coulthard guiou na F1, conquistando naquele mesmo ano, um bom terceiro lugar no GP do Canadá, mesmo ficando atrás do australiano Webber no Campeonato de Pilotos. Ironicamente, ele saiu quando a equipe finalmente construiu um carro bom.
Dados:
Equipe: Red Bull Racing
Designers: Adrian Newey (Projetista, chefe técnico)
Geoff Willis (Diretor técnico)
Chassis: Feito de fibra de carbono, monocoque
Suspensão: Feita de alumínio, e fibra de carbono, sistema pushrod. Independente nas quatro rodas (Suspensões dianteira e traseira)
Motor: Renault RS27-2008, 2.4 litros, V8, naturalmente aspirado, limitado a 19.000 RPM, montado logitudinalmente
Transmissão: 7 velocidades, e uma reversa (marcha ré), câmbio sequencial, semi automática
Combustível: Elf
Pneus: Bridgstone, rodas OZ Racing
9 David Coulthard
10 Mark Webber
Corridas: 18
Poles: 0
Voltas mais rápidas: 0
Classificação no Campeonato de Construtores: 7° lugar

Está faltando pouco menos de 1 mês para o ronco dos motores em Melbourne, na Austrália. Tenho pouco tempo para apresentar todos as 12 equipes de 2012. Então vamos começar com a Red Bull, de Adrian Newey e Seb Vettel.
A Red Bull Racing teve seus primórdios em 1997, quando Jackie Stewart seguiu Alain Prost e criou sua equipe própria, a Stewart Grand Prix. A Stewart começou mal sua campanha, mas seu auge veio no seu último ano, 1999. Chegando a vitória com Johnny Herbert.
A Stewart foi comprada pela Ford e foi renomeada com Jaguar Racing. A Jaguar nunca foi grande coisa, mas sabia como fazer um carro bonito usando apenas a cor verde, o patrocínio da HSBC, a cerveja Beck’s e a marca de um jaguar no santantonio. No final de 2004, a Red Bull viu que era bom negócio ver carrinhos azuis com touros vermelhos desenhados no carro correndo por aquelas pistinhas de asfalto e resolveu comprar a Jaguar e formar, finalmente a equipe que conhecemos hoje como Red Bull Racing.
De lá pra cá foram 27 vitórias, 38 poles, 22 voltas mais rápidas, 2 títulos de pilotos e 2 títulos de construtores. Mas a pergunta que não quer calar é: a Red Bull vai continuar com sua supremacia em 2012.
Red Bull RB8

O RB8 precisava de alguma inovação, isso todo mundo pedia. Depois de 3 anos de equipes copiando as inovações que deram certo na Red Bull. Adrian Newey tinha que fazer alguma coisa de novo. E ele fez.
O RB8 seguiu a tendência criada pela Caterham do chamado: degrau no também chamado: bico de ornitorrinco. Mas tem uma diferença: o degrau tem uma pequena passagem de ar. A explicação mais aceita para o uso do buraco até o momento é que serve para melhorar o fluxo de ar, evitando a turbulência causada pelo degrau.
Continuando o carro, os sidepods parecem uma evolução do RB7: contam com uma aerodinâmica limpa e são realmente bastante curtos, terminando bem antes da asa traseira.
Não sabemos o que esperar desse carro. Também não sabemos se vai continuar a brigar por vitórias. Isso a gente só vai saber em Sepang.
Sebastian Vettel

O heppenheiniano tem uma carreira de dar inveja para gente como Rubens Barrichello. Em 2004, aos 17 anos, ganhou 18 das 20 corridas do campeonato alemão de Fórmula BMW. Dois anos depois, foi vice-campeão da Fórmula 3 europeia, mesmo quase perdendo o dedo (acho que era o indicador direito) em um acidente em Spa-Francorchamps quando fazia uma corrida à parte pela World Series. No ano seguinte, começou o ano pela mesma World Series, mas substituiu Robert Kubica na BMW em uma corrida e também arranjou um bico na Toro Rosso. Ficou na equipe italiana em 2008 e conseguiu o milagre de vencer o GP da Itália. Em 2009, já pela Red Bull, foi vice-campeão. Em 2010, o suado título. E em 2011, um título com uma soberania incrível.
Sua carreira é tão brilhante que já virou filme (já foi até transmitido no SporTV) . Tal filme, assim como os filmes de Alain Prost ( “Prost” ) e Ayrton Senna ( “Senna” ), teve como nome do filme seu sobrenome ( “Vettel” ) . O cara não tá para brincadeira mesmo.
O que esperar de Sebastian Vettel em 2012: Em 2012, Vettel deverá continuar um piloto talentoso e conseguir vitórias. Só não se sabe se vai ser absoluto como foi em 2011.
Mark Webber

Mark Alan Webber tem vida difícil na F1. Pagou seus pecados na Minardi e desorganizada Jaguar. Migrou para a Williams em 2005 e 2006, esperando se consagrar, mas ele pegou uma Williams em ritimo de decadência. Voltou para a Jaguar, já renomeada e mais organizada, Red Bull Racing. Passou 2 anos difíceis, mas finalmente Adrian Newey acertou a mão e Webber chegou a sua primeira vitória na Alemanha/2009. Batalhou pelo título em 2009, mas passou 5 corridas sem pontuar e acabou ficando em quarto, atrás de seus adversários diretos, Barrichello, Vettel e Button.
Em 2010, chegou mais perto ainda do título, mas encontrou uma barreira russa e amarelada chamada Vitaly Petrov. Ficou em terceiro no campeonato. Em 2011, Vettel dominou e Webber acumulou vários terceiros e quartos e acabou vendo seu companheiro ser campeão, ainda em Cingapura.
Vamos esperar para ver como Webber vai se comportar em 2012.
O que esperar de Mark Webber em 2012: Webber está em ritmo de aposentadoria, mas demonstra ainda querer continuar na F1. Terá de mostrar quem é que manda para Vettel senão já pode chamar o Vergne e o Ricciardo para seu lugar.
Piloto de teste: Sebastien Buemi
O Buemão foi chutado da Toro Rosso no final de 2011 e foi substituído por Jean-Eric Vergne. Parecia que ele teria de buscar abrigo no Mundial de Endurance ou na Indy, sei lá. Mas a Red Bull lhe deu uma colher de chá e foi chamado para ser piloto de teste da Red Bull. Emprego inútil. A Red Bull não tiraria ótimos pilotos como Mark Webber e Seb Vettel para colocar um suíço que não fez nada na equipe B em 3 anos. Buemi teria de torcer para que algum desses dois batesse violentamente em um dos guard-rails de Montecarlo ou num dos retões de Monza, algo que nunca iria acontecer.
E também, a Red Bull não iria querer saber de Buemi pilotando RBR quando se tem futuros sucessores como Daniel Ricciardo e Jean-Eric Vergne. Resumo: acabou a carreira de Buemi na F1.
Continuando com a Retrospectiva 2011 e terminando o três posts do dia.
Ultrapassagem 3- Vettel e Alonso na Curva di Lesmo

Vettel tentando passar Alonso na Variante della Roggia para em seguida fazer a ultrapassagem
Vettel fez uma linda ultrapassagem na segunda curva mais técnica de Monza, por fora e encima de Alonso não é para qualquer um não.
Ultrapassagem 2- Alonso sobre Button no Laranjinha

É que não temos fotos, entre em contato se tiver alguma foto, seja da ultrapassagem 3 ou a 2
Alonso fazendo um belíssima ultrapassagem sobre Button numa curva como a do Laranjinha e ainda por fora merece o segundo lugar.
Ultrapassagem 1- Webber sobre Alonso na Eau Rouge


Essa foi a melhor ultrapassagem de 2011 sem dúvidas. Só corajosos ultrapassam na Eau Rouge.
Amanhã continua a Retrospectiva 2011.

O carrou causou muitas discussões no circo da F1, pois o carro utilizado pela “equipe irmã” da Red Bull, a Toro Rosso, era idêntico ao RB3. Mesmo com tantas similaridades, a Red Bull conseguiu correr com os dois carros. Olhando a parte aerodinâmica, o desenho mudara um bocado em comparação ao seu antecessor, e assumindo ares de McLaren, isso sendo explicado mais uma vez pelo projetista do carro, Adrian Newey, que por muito tempo integrou o time de Woking.
O RB3 conseguiu bons resultados, com Coulthard chegando a liderar sessões de testes na pré-temporada, e com sucessivas participações no Q3 pelas mãos de Mark Webber. O carro, assim como outros, sempre estava frequentando posições intermediárias, ainda que marcando bons pontos algumas vezes, com um terceiro lugar de Webber como o melhor resultado. Ao final da temporada, o time austríaco melhorou seu desempenho em relação ao ano de 2006, e marcando 24 pontos, conquistando a 5° posição no Mundial de Construtores.
Dados:
Equipe: Red Bull Racing
Designers: Adrian Newey
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Dados técnicos:
Chassis: Moldado em fibra de carbono, monocoque
Suspensão: Feita de fibra de carbono e alumínio, sistema push rod, independente (suspensões dianteira e traseira)
Motor: Renault RS27, 2.4 litros, V8, aspirado naturalmente, montado longitudinalmente
Transmissão: 7 velocidades e uma marcha reversa (marcha ré), câmbio sequencial, semi automática
Combustível: Elf
Pneus: Bridgstone
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Pilotos:
14 David Coulthard
15 Mark Webber
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Pontos: 24
Corridas: 17
Vitórias: 0
Poles: 0
Voltas mais rápidas: 0
Posição no Mundial de Construtores: 5°
Seguindo com os carros da temporada 2006 de Fórmula 1,agora com o Williams FW28
As novas regras para a temporada de 2006 não favoreceram a Williams, que teve uma temporada muito ruim, a qual não se via há muito tempo. O novo carro, o FW28, vinha recheado de mudanças, entre elas, o novo motor Cosworth V8, e mudanças dos pneus para os japoneses da Bridgestone.
O novo carro teve de ser projetado em torno dessas mudanças e novas regras, para que assim o time conseguisse os melhores resultados possíveis. As mudanças em termos de design foram várias, uma vez que os departamentos de aerodinâmica das equipes tiveram de trabalhar bastante, para compensar a troca dos motores. As mudanças na traseira foram as maiores, como exemplo a nova asa traseira, que buscava conciliar um bom desempenho aerodinâmico, assim como um bom desempenho em altas velocidades.
As laterais do modelo adotaram um conceito mais alto, buscando melhorar, e direcionar o fluxo de ar para a traseira do carro. Já na frente do modelo, a Williams adotou o estilo de suspensão zero-keel, e esta mudança era fundamental, pois esta solução proporcionava a melhor opção em termos aerodinâmicos também. A asa dianteira também mudara, com um desenho agora mais suave, e arredondado
E se as novas regras já mudaram bastante a filosofia aerodinâmica do bólido, o setor de mecânica teve de trabalhar duro igualmente, em grande parte pelos novos pneus Bridgestone e os novos motores V8. Os novos pneus demandaram uma completa revisão da distribuição de peso do carro, assim como a geometria das suspensões, para que assim houvesse uma certa harmonia entre o design e os novos pneus.
Já o novo motor CA2006, foi testado primeiramente na Williams em novembro de 2005, para que os técnicos do time obtivessem dados fundamentais para o desenvolvimento do carro. Os Cosworth se mostraram confiáveis, porém nem sempre potentes, o que prejudicava um tanto o time de Frank Williams.
Entretanto, as mudanças do novo FW28 não surtiram em bons resultados, e se a temporada de 2005 fora amarga, a de 2006 seria pior ainda. O bólido apresentava um problema na dirigibilidade que afetava o desempenho na entrada das curvas, e isto atrapalhou um bocado o time, além de problemas com relação a confiança do carro uma verdadeira decepção para uma equipe tradicional nas corridas, e que sempre primou pela excelência na engenharia.
A temporada começou um tanto promissora para o time, com Webber e Rosberg terminando nos pontos, além da volta mais rápida estabelecida pelo estreante Rosberg. Porém, após este bom início, a equipe só afundou, não conseguindo estabelecer um bom ritmo, e terminando a temporada de 2006 com magérrimos 11 pontos, e com a 8° posição nos Construtores.
Dados:
Equipe: Williams F1
Designers: Sam Michael (Diretor técnico)
Jörg Zander (Chefe de design)
Loic Bigois (Chefe de aerodinâmica)
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Dados técnicos:
Chassis: Monocoque moldado em fibra de carbono
Suspensão: Independente, feita de fibra de carbono e outros materiais, sistema push rod com molas de torção (suspensões dianteira e traseira)
Motor: Cosworth CA2006, V8, 90° de inclinação, montado longitudinalmente, aspirado naturalmente,2.4 litros, 95 kg de peso, 4 válvulas por cilindro, bloco do motor feito de alumínio
Transmissão: Williams/Xtrac, 7 velocidades e uma marcha reversa (marcha ré), sequencial, semi automática
Combustível: Petrobras
Pneus: Bridgstone, com rodas OZ
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Pilotos:
9 Mark Webber
10 Nico Rosberg
Pilotos de teste:
Alexander Wurz
Narain Karthikeyan
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Pontos: 11
Corridas: 18
Vitórias: 0
Poles: 0
Voltas mais rápidas: 1
Posição no Mundial de Construtores: 8° lugar
WILLIAMS FW28 ONBOARD
























