You are currently browsing the monthly archive for novembro 2011.

A, de Asa-móvel- Funcionou muitíssimo bem nas corridas. Causou um pouquinho de polêmica por facilitar muito as ultrapassagens. Raikkonen até falou que a ultrapassagem com asa-móvel não era uma ultrapassagem real, e sim uma ultrapassagem eletrônica. Em certos casos como no Brasil e em Mônaco, mas em outros deu bastante certo como na Turquia, em Abu Dabhi e no Canadá.

B, de Bruno Senna- Começou o ano na reserva e graças às más atuações de Heidfeld, foi promovido a piloto titular na Lotus Renault. Começou arrasando a concorrência (literalmente) na Bélgica e na Itália, mas depois só caiu de produção. Chegou perto dos pontos na Índia e no Brasil, mas só passou perto no final.

C, de Chandhok- O indiano não conseguiu uma vaga na F1. Conseguiu apenas ser o piloto reserva da Team Lotus. Ganhou sua chance em Nurburgring, mas decepcionou com várias rodadas e escapadas. Até tentou correr no seu país natal, mas Tony Fernandes negou e Chandok teve de se contentar com um treino livre de sexta em seu país natal. Que pena do monocelha mais rápido do mundo.

D, de Disputa- Esse ano não teve. Já que Vettel garantiu o título em Suzuka e deixou todos os outros de mãos abanando. Bom para o alemão de Heppenheim.

E, de Evolução- Nessa temporada a Force India e a Lotus foram as equipes que mais evoluíram. A Force India ficou a 4 pontos da quinta colocada, Lotus Renault. A Lotus já começou a passar para a Q2 com Kovalainen que também mostrou evolução, dando surra no seu companheiro nascido em Pescara, Jarno Trulli.

F, de Felipe Massa- Segundo David Coulthard, ele foi a decepção da temporada. Não desgrudava do sexto e do quinto. Mas quando ele estava brigando por uma posição melhor, alguma coisa acontecia como a parada na última volta na Alemanha ou a rodada na curva 1 nos Emirados Árabes.

G, de Gilles Villeneuve- O GP do Canadá realizado no Circuit Gilles Villeneuve, foi o mais legal de 2011. Foram 4 horas de corrida. Tivemos que assistir o jogo do Corinthians para vermos a corrida. Teve Alonso batendo e Massa puto com Karthikeyan. Teve até os mecânicos da Force India brincando com um cachorrinho de brinquedo.

Largada do GP do Canadá de 2011

H, de Hamilton- Hamilton foi outro polêmico na temporada. Se envolveu em várias batidas e punições. Não foi mais agenciado pelo seu pai e sim por um cara do show bussiness e terminou seu namoro com Nicole Schezinger. Mas parece que no final da temporada ele voltou a ser o Hamilton que conhecemos.

I, de Interlagos– O GP do Brasil deste ano não empolgou muito. Quem sabe a pista bacana que é Interlagos poderia dar uma animada na corrida, mas nem isso. Pelo menos podemos ver Massa sem pneus, segurando bravamente Hamilton que tinha mais pneus e asa móvel. Hamilton terminou aquela corrida e não passou Felipe Massa.

J, de Jogo de equipe- Ainda existe a suspeita de que Vettel deixou Webber passar no Brasil. Como Vettel poderia estar com problemas no câmbio e ainda fazer a volta mais rápida por três vezes! E ainda teve o lance na Inglaterra, quando Webber se aproximava de Vettel e a equipe disse para Webber não passar Vettel. Webber não obedeceu e por muito pouco não ultrapassou Vettel. Ano passado, Horner falou que esse negócio de jogo de equipe não constava no dicionário da Red Bull.

K, de KERS- O KERS apenas foi uma irmãzinha menor da asa-móvel. Mas o KERS ajudou bastante na hora da largada. E também ajudava um pouquinho a ultrapassar numa reta que não era a da asa-móvel. Além disso, o KERS não foi utilizado pela Lotus, pela Hispania e pela Marussia Virgin.

L, de Lucas di Grassi- Di Grassi disse que ia correr no Brasil, mas não deu por falta de patrocínio. Teve de se contentar em pilotar um Toyota preto de 2009 testando apenas os novos compostos da Pirelli.

Di Grassi testando pela Pirelli

M, de Maldonado- O venezuelano patrocinado pela petrolífera PDVSA não surpreendeu muito esse ano. Marcou apenas um ponto em Spa. E nada mais para dizer.

N, de Narain Karthikeyan- O indiano só conseguiu correr em 2011 graças ao seu patrocínio da indiana Tata Motors. Decepcionou e foi sacado depois de ser o primeiro vigésimo quarto da história da F1. Mas conseguiu pilotar na terra natal, Índia. E desfrutou de seus 15 minutos de fama.

O, de Oval- Temos circuitos muito ruins na F1. Isso é fato. Não permitem ultrapassagens e a corrida vira uma procissão, uma romaria. Temos também circuitos de rua, circuitos no deserto, circuitos a noite, chiques, pobres, mal feitos, deslumbrantes. Mas nunca na história da Fórmula 1 tivemos uma corrida em circuito oval. Os carros não suportariam a pressão aerodinâmica? Os pilotos não estariam preparados? Quais as implicações de se experimentar uma corrida num local tipicamente dominado pela Fórmula Indy? Eu gostaria de ver um Koba Mito, um Alonso, um Hamilton se virando em curvas de 90º de inclinação…

P, de Pneus Pirelli- Os novos compostos da Pirelli realmente animaram um pouco as corridas. Os pneus macios não duravam 20 voltas e os duros ou médios duravam umas 25, 30 voltas. De vez em quando um Kobayashi ou um Perez apostavam numa única parada e se davam bem. Mas quem cuidava dos pneus como se fossem bebês, era Jenson Button. Esse sim merecia ser campeão.

Q, de Q1, Q2 e Q3- Trulli, Liuzzi, D’ Ambrosio, Glock, Karthikeyan, Ricciardo e Chandhok nunca passaram para a Q2.

R, de Rubens Barrichello- O bravo Barrichello pilotou uma caquética Williams. Marcou míseros 4 pontos e nada mais. Não se sabe se ele continuará em 2012. Ele disse que o GP do Brasil não seria sua última corrida. Vamos ver no que dá o futuro de Rubens Barrichello.

S, de Schumacher- Outro injustiçado. Teve boas atuações como no Canadá e na Bélgica e más atuações como na Alemanha. Ele já tem 42 anos. Talvez ele já esteja enferrujado. Só resta o velho Schumacão esperar por um futuro melhor.

T, de Timo Glock- O velho Timo andou com um miserável MVR-02. Parece que a sorte nunca sorriu para ele. Ele tem o primeiro nome de um órgão do sistema que proteje o ser humano. E o segundo nome é o de uma marca de pistolas. E ele renovou com a Marussia. Meu Deus, ele não dá uma dentro!

U, de Ultrapassagem- Talvez a melhor ultrapassagem da F1 foi a de Vettel sobre Alonso por fora em Monza. Ou a ultrapassagem de Massa sobre Kobayashi na última reta e ganhou a sexta posição nos últimos milímetros. Decida qual foi a melhor ultrapassagem e se achar outra use e abuse da caixa de comentários.

V, de Vettel- Foi o dominador de 2011. Venceu 11 das 19 corridas realizadas. Foi o recordistas de poles-position numa única temporada. E garantiu o título antecipado logo no Japão. E pra terminar, é o bicampeão mais jovem da história da F1. Precisa dizer mais alguma coisa.

W, de Webber- Foi apenas sombra de seu companheiro Vettel. Sempre fazia largadas ruins e botava tudo a perder. Tinha apenas que se contentar com as melhores voltas em sete corridas. Mas deixou tudo para o final quando “ultrapassou” Vettel e liderou de ponta a ponta para ganhar o GP do Brasil de 2011. Terminou o ano com uma imagem diferente daquela apresentada no início da temporada.

X, de Xangai- A corrida de Xangai foi uma das mais chatas da temporada. 23 carros completaram (Alguersuari abandonou) . A única coisa diferente foi que Vettel não ganhou. Hamilton ganhou por estar com mais pneu.

Y, de Yeongam- Ao contrário do ano passado, não teve uma corrida bacana. Só teve de empolgante Massa em terceiro e Schumacher e Petrov batendo. Nada mais.

Z, de zzzzzzz: Tá, tudo bem…. a F1 é fascinante. Estratégia, disputadas acirradas, rivalidades. Mas não dá para negar que algumas corridas deram sono. E não só porque eram transmitidas durante a madrugada. Procissões, desfiles, salão do automóvel… escolha o melhor apelido e tedie-se!

PS: O leitor Araújo Gabriel acertou a foto de ontem. Parabéns, Araújo Gabriel.

Quem é o piloto, o carro, equipe, motor, pista e só. Motivo: estou sem tempo.

A temporada 2011 da F1 foi marcada pelo amplo e inconteste domínio de Sebastian Vettel e da Red Bull. O alemão sobrou em todo o ano e faturou o título com quatro rodadas de antecedência, tornandos-se o mais jovem bicampeçao da história da categoria.

As estatísticas por si só não podem refletir integralmente o que foi um ano repleto de disputas, ocorrências, erros, acertos, conflitos e demais nuances subjetivas, mas ajudam a elucidar o quão soberano foi Vettel perante os adversários.

Vitórias

Em 2011, Vettel ficou muito perto de se tornar o maior vencedor da F1 em um mesmo ano. Foram 11 vitórias, algo superado apenas por Michael Schumacher. O alemão mais velho segue com seus 13 triundos de 2004 intocáveis.

A seguir, veio a dupla da McLaren, com o vice-campeão Jenson Button e Lewis Hamiltons empatados com três cada. Fernando Alonso levou um troféu de vencedor a mais para casa na Inglaterra, enquanto Mark Webber faturou somente a etapa do Brasil.

Sebastian Vettel – 11 vitórias (Australia, Malásia, Turquia, Espanha, Mônaco, Valência, Bélgica, Itália, Cingapura, Coréia do Sul e Índia)

Jenson Button – 3 vitórias (Canadá, Hungria e Japão)

Lewis Hamilton – 3 vitórias (China, Alemanha e Emirados Arabes Unidos)

Fernando Alonso – 1 vitória (Inglaterra)

Mark Webber – 1 vitória (Brasil)

Poles

Largar da posição de honra do grid também foi rotina para Vettel nesta temporada. Em Interlagos, ele quebrou o recorde absoluto de poles em um mesmo ano, ao marcar pela 15ª vez o tempo mais rápido da classificação.

Por pouco, a Red Bull não impôs uma histórica e inédita hegemonia de poles, já que Mark Webber foi o melhor em três das quatro classificações restantes. A campanha 100% foi evitada somente por Lewis Hamilton e sua solitária pole na Coreia do Sul. Ainda assim, a equipe anglo-austríaca pulou para o topo da tabela de poles por equipes em uma só temporada, com 18.

Sebastian Vettel – 15 poles (Australia, Malásia, China, Turquia, Mônaco, Canadá, Valência, Hungria, Bélgica, Itália, Cingapura, Japão, Índia, Emirados Arabes Unidos e Brasil)

Mark Webber – 3 poles (Espanha, Inglaterra e Alemanha)

Lewis Hamilton – 1 pole (Coréia do Sul)

Pódios

Outro recorde igualado por Vettel em Interlagos e que foi pouco lembrado é o do número de pódios em uma mesma temporada. Das 19 corridas de 2011, o alemão esteve na cerimônia de premiação 17 vezes, faltando apenas às provas da Alemanha e Abu Dhabi.

Mais uma vez, o bicampeão rivalizou com seu compatriota Schumacher, que atingira a mesma quantidade de pódios em 2002. A diferença é que, naquele ano, foram disputadas 17 GPs, o que significa que Michael esteve na tribuna em todas as corridas.

Button apareceu em segundo, com 12 pódios e uma curiosidade: nas primeiras dez corridas do ano, ele esteve entre os três melhores apenas quatro vezes, mas emplacou oito pódios em nove corridas a partir do GP da Hungria. Na sequência, ficou Alonso, com dez, mesmo número de Webber. Já Hamilton saboreou o champanhe apenas seis vezes.

Fora as três grandes, somente a Lotus Renault teve o gostinho de terminar uma corrida entre os três primeiros. Duas, precisamente. Vitaly Petrov chegou ao pódio na Austrália e Nick Heidfeld repetiu o feito na Malásia.

Sebastian Vettel – 17 pódios

Jenson Button – 12 pódios

Fernando Alonso – 10 pódios

Mark Webber – 10 pódios

Lewis Hamilton – 6 pódios

Vitaly Petrov – 1 pódio

Nick Heidfeld – 1 pódio

Voltas mais rápidas

Se não conseguiu fazer frente a Vettel em quase nenhum quesito este ano, Mark Webber teve como prêmio de consolação a liderança no que tange às voltas mais rápidas. Foram sete anotadas pelo australiano ao longo de 2011, contra três de Hamilton, três de Button e outras três de Vettel. Felipe Massa, que não havia aparecido em nenhuma das estatísticas anteriores, teve seu nome inserido aqui com duas voltas mais rápidas. Alonso veio em sexto, com uma.

Mark Webber – 7 voltas mais rápidas (Malásia, Turquia, China, Mônaco, Bélgica, Emirados Arabes Unidos e Brasil)

Lewis Hamilton – 3 voltas mais rápidas (Espanha, Alemanha e Itália)

Jenson Button – 3 voltas mais rápidas (Canadá, Cingapura e Japão)

Sebastian Vettel – 3 voltas mais rápidas (Valência, Coréia do Sul e Índia)

Felipe Massa – 2 voltas mais rápidas (Hungria e Australia)

Fernando Alonso – 1 volta mais rápida (Inglaterra)

Voltas lideradas

Mais um recorde para a conta de Vettel. O tedesco liderou nada menos do que 738 voltas das 1.132 realizadas, o que dá um total de 65,3%. A antiga melhor marca era de Nigel Mansell, com 694 em 92.

Apesar da temporada ruim, Hamilton ficou em segundo com sobras nessa estatística, com 150, 62 a mais que o companheiro Button. Alonso foi o quarto, com 68, enquanto Webber registrou ínfimas 59 voltas lideradas com a Red Bull.

Nico Rosberg colocou a Mercedes em sexto na estatística, tendo fechado 17 passagens na primeira colocação. Atrás dele, ficaram Massa, com nove, e Schumacher, com três.

Sebastian Vettel – 738 voltas lideradas

Lewis Hamilton – 150 voltas lideradas

Jenson Button – 88 voltas lideradas

Fernando Alonso – 68 voltas lideradas

Mark Webber – 59 voltas lideradas

Nico Rosberg – 17 voltas lideradas

Felipe Massa – 9 voltas lideradas

Michael Schumacher – 3 voltas lideradas

CORRIDA: Na largada, Vettel abre logo 1s para o segundo colocado. Barrichello larga mal e perde 8 (!) posições. Um tempo depois, vem a notícia de que Vettel está com um problema no câmbio e começa a perder o rendimento. Button, Alonso e Hamilton brigam pela segunda posição que acaba por ficar com Alonso e deixa Button brigando com Hamilton pra ver quem fica no pódio. B.Senna  e M.Schumacher brigam ferozmente pela nona posição.

Os dois de tocam, B.Senna reclama. Eles se tocam de novo e Schumacher fica com um pneu furado. E quando todos pensavam que Schumacher iria ser punido, é Senna que é punido. Todos vão fazer sua primeira parada. Glock abandona porque o pneu fugiu e por pouco não foi para a pista. E Galvão soltou o verbo: “O carro já é ruim e ainda acontece isso” . Barrichello briga com Maldonado. Um tempo depois e Maldonado abandona.

A maioria dos pilotos vão fazer sua segunda parada, menos Felipe Massa que apostava na chuva. Começava aí a torcida para que São Pedro mandasse ver em Interlagos. Massa segura bravamente Hamilton que tentava, mas não conseguia. A chuva não chegava. Hamilton vai para os boxes para não ficar ali atrás do Massa. A chuva ainda não tinha chegado.

E Massa desiste de esperar a chuva e vai para os boxes. Chega a notícia de que Hamilton está com um problema no câmbio. Massa volta na frente de Hamilton e começa de novo. Hamilton não consegue passar Massa e para piorar, o carro entra em ponto morto e Hamilton abandona.

Vem a notícia de que a chuva não iria aparecer. Alonso briga com Button pelo pódio e Button consegue a ultrapassagem. A lenda da F-3000, Vitantonio Liuzzi, abandona e encerra o ano com sua HRT. Com Webber, Vettel e Button no pódio acabou o GP do Brasil de 2011, a temporada 2011 de F1 e o meu especial sobre o GP do Brasil. Altos e Baixos só no ano que vem agora.

E para terminar, Massa deu um zerinho para a torcida e arrancou uns aplausos da torcida. Barrichello também deu um tchauzinho porque sabe que pode não participar ano que vem da temporada 2012 de F1.

Destaque positivo da corrida: Mark Webber, pra quem era considerado a decepção do campeonato, nada mal. E olha que ainda existe a suspeita de que a Red Bull teria inventado esse problema no câmbio para que Vettel deixasse Webber passar. Já que a ultrapassagem de Webber sobre Vettel foi um tanto interessante…

Destaque negativo da corrida: São Pedro, falou que ia chover na corrida, mas deu um belo drible sobre os poderosos computadores que diziam que ia chover. Acabou com a emoção da corrida. E olha que ele fez chover em tudo quanto é canto de São Paulo. Choveu em toda a São Paulo, menos em Interlagos.

CAMPEONATO:

PILOTOS:

País Piloto Pos. Pontos
Alemanha Sebastian Vettel 392
Inglaterra Jenson Button 270
Austrália Mark Webber 258
Espanha Fernando Alonso 257
Inglaterra Lewis Hamilton 227
Brasil Felipe Massa 118
Alemanha Nico Rosberg 89
Alemanha Michael Schumacher 76
Alemanha Adrian Sutil 42
Rússia Vitaly Petrov 10º 37
Alemanha Nick Heidfeld 11º 34
Japão Kamui Kobayashi 12º 30
Escócia Paul di Resta 13º 27
Espanha Jaime Alguersuari 14º 26
Suíça Sébastien Buemi 15º 15
México Sergio Pérez 16º 14
Brasil Rubens Barrichello 17º 4
Brasil Bruno Senna 18º 2
Venezuela Pastor Maldonado 19º 1
Espanha Pedro de la Rosa 20º 0
Índia Karun Chandhok 21º 0
Itália Jarno Trulli 22º 0
Itália Vitantonio Liuzzi 23º 0
Bélgica Jérome D’Ambrosio 24º 0
Austrália Daniel Ricciardo 25º 0
Finlândia Heikki Kovalainen 26º 0
Índia Narain Karthikeyan 27º 0
Alemanha Timo Glock 28º 0
França Romain Grosjean AT 29º None
França Jean-Éric Vergne AT 30º None
República Checa Jan Charouz AT 31º None
Alemanha Nico Hulkenberg AT 32º None
Brasil Luiz Razia AT 33º None

AT= Apenas treino

EQUIPES:

País Equipe Pos. Pontos
Áustria Red Bull Racing 650
Inglaterra McLaren 479
Itália Ferrari 375
Alemanha Mercedes 183
Inglaterra Lotus Renault 73
Índia Force India 69
Suíça Sauber 44
Itália Toro Rosso 41
Inglaterra Williams 5
Malásia Lotus                10º   0           
Espanha Hispania           11º    0          
Rússia Marussia Virgin 12º    0          

Webber venceu para terminar o ano em alta

Felipe Massa não empolgou o público presente em Interlagos durante desfile de pilotos antes da prova

Público ignorou o pobre do Felipe

Faltando exatos 20 minutos para a largada do GP do Brasil, o público presente ao circuito de Interlagos se manifestou com as atrações do “esquenta” para a prova. A reação, porém, não foi das melhores para Felipe Massa e Fiuk.

No tradicional desfile dos pilotos antes do início da prova, Felipe Massa foi praticamente ignorado pelos torcedores. O piloto da Ferrari não empolgou os torcedores em sua passagem pelo circuito.

Outro momento no qual o público mostrou impaciência foi quando o cantor Fiuk foi convidado a dar uma “palhinha” para a Rádio Bandeirantes, emissora oficial da prova. O filho de Fábio Júnior foi vaiado.

Por outro lado, os torcedores foram ao delírio com Nelson Piquet e o aplaudiu muito. O ex-piloto foi homenageado e pilotou a Brabham de 1981, carro no qual conquistou o primeiro de seus três títulos mundiais.

Já Piquetzão foi adorado pelo público presente em Interlagos

Torcedor lê jornal durante treino do GP do Brasil neste sábado, em Interlagos

A “empolgação” é tanta que o cara tava é lendo o jornal em vez de ver os carros na pista

Sábado, definição do grid de largada do GP Brasil de F-1. No autódromo de Interlagos, os sinais de desinteresse por um campeonato já decidido há 45 dias são evidentes. Com muitos vazios na arquibancada, a 15ª pole position obtida na temporada por Sebastian Vettel, nesta tarde, foi testemunhada em silêncio.

Nas ruas próximas ao autódromo, pela manhã, o movimento era pequeno. Por volta das 10h, faltando uma hora para o início da terceira sessão de treinos livres um pequeno grupo se concentra num trecho da arquibancada em frente à reta oposta. São os únicos animados na área.

Quando uma van entra na pista, eles comemoram como se fosse a passagem de um campeão. É o momento de maior entusiasmo visto durante o treino. Faltando dez minutos para o início da sessão, dois safety-cars entram na pista. É hora de sacar as câmeras de fotografia ou os celulares e colocar protetores auriculares.

O treino livre ocorre sem maiores emoções entre 11h e 12h. Do meu lado de um zé-ruela chamado Mauricio Stycer, um sujeito lê o jornal enquanto Vettel, mais uma vez, marca o melhor tempo.

No Globo Esporte, exibido em seguida, Thiago Leifert revela que a maior atração foi um pássaro, atropelado por um carro. Um repórter, ao vivo, entrevista dois jornalistas turcos que usam camisas do Corinthians.

Assistiam ao treino de um camarote ao final da reta oposta, com ótima visão da pista. O espaço tem capacidade para 1.500 pessoas. “É o lugar com mais homem por metro quadrado que já vi na vida”, reclama um convidado. “Nem no estádio de futebol é assim”, confirma seu amigo.

O camarote, montado pela Rede Globo, dona dos direitos de transmissão da F-1, é ocupado por convidados da emissora e de seus patrocinadores. As mordomias incluem hot-dog, empadinha, sorvete e cerveja.

Para entender o que ocorre no treino é preciso acompanhar a transmissão pela TV. Há cerca de 40 aparelhos espalhados pelo camarote. Durante o treino que vale a definição do grid, Galvão Bueno apresenta estatísticas da história do GP Brasil. Não tem nada melhor mesmo para dizer.

Às 14h45, 15 minutos antes do final do treino, já tem gente indo embora. Bruno Senna conquista o nono lugar, comemora Galvão. A má notícia é que não choveu. Se chovesse, podia-se esperar um Sutil ou um Senna na pole.

Nesse final de semana, teremos o GP do Brasil de 2011. Há grande expectativa de conhecermos que será o mais novo VICE-campeão de 2011 e de rolar o primeiro pódio de um brasileiro em 2011. Veja os cinco melhores GPs do Brasil da história da F1.

5- Grande Prêmio do Brasil – Interlagos – 2006

A primeira vitória de um brasileiro em Interlagos depois de Ayrton Senna em 1993 foi de Felipe Massa em 2006. Massa usava um macacão em homenagem ao Brasil. Liderou a corrida de ponta a ponta e venceu de forma magistral para todo mundo ficar feliz. A carreira de Massa alavancou depois dessa vitória. Massa só venceu outra vez em Interlagos só em 2008. Ah, e esse GP marcou a aposentadoria de Michael Schumacher que deu um show indo para último (por causa de um pneu furado) e extraindo o máximo de seu Ferrari e completando em quarto, mas depois você sabe o que aconteceu depois com o Schummy.

Veja frases do GP do Brasil de 2006:

  • “Nunca vou esquecer esse dia. O dia que sempre sonhei e esperei. Acho que sou iluminado” Felipe Massa
  • “Tem sido um fim de semana fantástico e eu preciso de algum tempo para acreditar que sou campeão novamente” Fernando Alonso
  • “Provavelmente foi a corrida mais fácil da minha carreira.” Felipe Massa
  • “Nós tínhamos um carro insanamente rápido hoje. Provavelmente tínhamos velocidade possível para superar todos, pra ser honesto. Nós fizemos isso, de certa maneira.” Michael Schumacher
  • “Não era para ser hoje, pra mim” Michael Schumacher
  • “Estou realmente feliz por Felipe por ter sido o primeiro brasileiro a vencer aqui após Senna” Michael Schumacher
  • “Eu fui extremamente sortudo em vencer um campeonato com Schumacher ainda correndo, foi um prazer correr com ele” Fernando Alonso
  • “Acho que temos que demonstrar grande respeito por Schumacher, porque o que ele fez ficará para a história da F-1” Flavio Briatore

4- Grande Prêmio do Brasil – Interlagos – 1991

Na largada, Senna e Mansell sumiram na liderança. Senna e Mansell fazem paradas perfeitas, mas Mansell fica com um pneu furado e Senna fica sozinho na pista. Mas os problemas mecânicos aparecem. A quarta marcha foi pro saco. Tendo que passar da terceira para a quinta direto. Depois nenhuma marcha funcionava e Senna tinha que ficar segurando a alavanca para continuar. Devido a esse problema, Patrese que era segundo, chegava mais perto a cada volta. O brasileiro, terminou a corrida só com a sexta marcha funcionando normalmente. Faltando duas voltas para o final, começou a chover em Interlagos, o que acabou decidindo a corrida. Após cruzar a linha final, Senna permaneceu no carro, sem forças para sair. Depois, auxiliado, entrou em um carro da organização e foi para os boxes. No pódio ficou evidente seu esforço para obter a vitória. Ele mal conseguiu levantar a taça, precisando de ajuda para fazê-lo. Uma das melhores atuações de Senna na F1 e a primeira vitória de Senna em Interlagos. Senna só venceu em Interlagos de novo em 1993.

3- Grande Prêmio do Brasil – Interlagos – 2003

Essa corrida foi maluquinha. Chovia canivetes naquele dia. Rubinho largou na pole e depois abandonou a corrida. A chuva continuava forte e na volta 54, Fisichella passa Raikkonen que deu uma escapada. Segundos depois, Mark Webber bate na Curva do Café e em seguida, Fernando Alonso também bate por causa dos destroços do carro de Webber. Como havia muitos destroços e pneus espalhados pela pista, a organização preferiu encerrar a corrida daquele jeito.

Só que a organização declarou também que Kimi Räikkönen havia sido o vencedor. Ao invés de considerar a volta 54, a última que havia sido completada antes da interrupção, os organizadores preferiram considerar a volta 53, liderada pelo finlandês. Revoltada, a Jordan recorreu, alegando que o resultado a ser considerado é sempre o da volta anterior à da interrupção.

A FIA demorou cerca de duas semanas para chegar a um veredicto, mas chegou. E devolveu a vitória a Fisichella, dizendo serem procedentes as reclamações da Jordan. Para não deixar o italiano tristonho, foi realizada até mesmo uma pequena cerimônia em Imola, com o próprio Räikkönen entregando o troféu ao piloto da Jordan. Quem disse que alegria de pobre dura pouco?

2- Grande Prêmio do Brasil – Interlagos – 2007

Três brigando pelo título. Hamilton com uns 75% de chances de ser campeão. Alonso com uns 35% de chances. E Raikkonen tinha uns 3% de chances. Eu apostei com papai quem iria ser campeão. Eu apostei em Hamilton e papai apostou em Alonso. Hamilton erra já no começo da corrida. Alonso continuava ali no meio. Massa liderava com Raikkonen em segundo. Hamilton fazia uma corrida de recuperação e Alonso continuava ali no meio. Já na metade da corrida, Massa deixa Raikkonen passar para Raikkonen ser o campeão de 2007. Eu e o papai perdemos a aposta.

O campeonato de Raikkonen foi o mais inesperado que eu já vi. Aposto que todos que assistiram a corrida ficaram bastante surpresos com o campeonato de Raikkonen. Não adianta negar que eu sei onde você mora. Eu sei sim.

1- Grande Prêmio do Brasil – Interlagos – 2008

Desse GP eu lembro muito bem. Massa largaria na pole e precisava vencer e torcer para Hamilton ficar em sexto para poder ser campeão. Liderou toda a prova e Hamilton estava em quinto. A chuva chega em Interlagos e todos param para botar os compostos intermediários. Apenas Glock não para e fica na frente de Hamilton que estava em quinto e com Vettel pressionando com sua Toro Rosso.

Vettel bota de lado e passa Hamilton que fica no desespero atrás do alemão. Hamilton tenta, mas não consegue chegar em Vettel. Ele precisava de um milagre para ser campeão. Massa cruza a linha de chegada e ouvimos o “FELIPE, FELIPE, FELIPE, FELIPE MASSA DO BRASIL!!!!!! , AGORA É SÓ TORCER PARA QUE HAMILTON FIQUE EM SEXTO PARA VERMOS FELIPE MASSA CAMPEÃO” . De repente todas as câmeras estão na briga entre Vettel e Hamilton. Hamilton reza para Deus, Buda, Elvis, Senna, Virgem Maria e todos os outros santos e orixás para ver se acontecia o tão sonhado milagre.

Eles fazem o Bico do Pato colados. Tudo estava caminhando para que Massa fosse campeão. Mas Glock que não tinha parado, estava lento na pista e é facilmente ultrapassado por Vettel e Hamilton. Hamilton consegue o seu milagre e cruza a linha de chegada em quinto que era o preciso para ser o primeiro campeão de F1 negro da história. Massa saiu chorando do carro e continuou chorando no pódio batendo no seu peito e olhando Hamilton sendo campeão.

Massa merecia aquele campeonato, mas tudo pro causa da Ferrari, isso não aconteceu. E essa foi a última vitória de Massa até hoje.

TRAÇADO ANTIGO (na foto, a parte cinza) : Um colossal circuito. Tinha nomes das curvas bastante originais, era veloz e bastante desafiador. Tinha retão, tinha curva que cegava o piloto por causa do Sol (na curva do Sol) e tinha uma curva onde um sargento imbecil dava escapadas para piloto de kart dar risada. Pena que o circuito era muito grande. Teriam que botar cem mil câmeras para transmitir as corridas nesse traçado. Mas o que veio depois ficou bom também.

TRAÇADO ATUAL (na foto, a parte azul escura) : Nove entre nove pilotos adoram este traçado. Para reformar Interlagos, se precisava de um traçado menor do que o antigo. Um tal de Chico Rosa fez um traçado bastante veloz para Interlagos, mas Bernie Ecclestone negou o tal traçado. Então envolveram Ayrton Senna na história. Senna sugeriu que seja feito um “esse” depois da reta dos boxes ligando com a Curva do Sol, criando um novo traçado de 4,3 km. Mas se comparada ao antigo traçado, esse traçado é só um autorama.

ANEL EXTERNO: Esse traçado foi mantido mesmo depois da reforma de Interlagos. Luis Pereira Bueno (o Peroba) quebrou o recorde do anel externo de Interlagos em 1972. Quem conta esse momento é Carlos Coutinho:

 “Houve um momento em que tudo parou para que o Luisinho Pereira Bueno desse uma volta pelo anel externo com seu March 711 alugado pela Equipe Hollywood. Ele passou pelo retão voando baixo, fez a curva 3 numa velocidade enorme, deu uma tiradinha de pé na junção, e bateu o recorde do anel externo.”

Que Deus esteja com você, Peroba.

Luiz Pereira Bueno

Luiz Pereira Bueno quebrando o recorde do anel externo de Interlagos

Ficheiro:Autodromo Jose Carlos Pace S do Senna.jpg

O “S” do Senna do atual Interlagos

O último GP no antigo traçado de Interlagos

Interlagos sendo reformado

O GP do Brasil de F1 está chegando. A prova vai ser realizada no tradicional circuito de Interlagos. No resto dessa semana, vou fazer um especial sobre Interlagos. O tema de hoje: As melhores voltas no atual circuito de Interlagos.

Categoria Tempo Piloto Equipe Data
Fórmula 1 1:11.473 Juan Pablo Montoya Williams-BMW GP Brasil de 2004
Le Mans Series-LMP1 1:18.787 Pedro Lamy/Stéphane Sarrazin Peugeot 908 HDi FAP Mil Milhas Brasil de 2007
Fórmula 3 1:28.970 Nelson Merlo Bassani Racing 9/12/2006
FIA GT1 1:32.060 Enrique Bernoldi/Xandinho Negrão Maserati MC12 Vitaphone 27/11/2010
Fórmula Renault 1:35.809 Nelson Merlo Bassani Racing 6/11/2005
Stock Car Brasil V8 1:37.672 Allam Khodair Blau Full Time 27/3/2010
Troféu Maserati 1:47.655 Guto Negrão Medley 25/3/2006
Fórmula Truck 2:04.616 Wellinton Cirinno ABF/Mercedes-Benz 5/10/2003

Sabe o porque desses nomes esquisitos no título. Esses nomes que vem depois do “Adivinha que é” são dicas da foto apresentada por este que vos escreve. A dica de hoje: “Gênio” .

Só quero saber quem é que está pilotando esse Williams. Simples, não.

E aproveitando, descubra que pista é essa. Veja o traçado:

Dica: Já recebeu uma etapa da A1GP.

Tuíter

Erro: o Twitter não respondeu. Por favor, aguarde alguns minutos e atualize esta página.

Calendário

novembro 2011
D S T Q Q S S
« out   dez »
 12345
6789101112
13141516171819
20212223242526
27282930  

Enter your email address to subscribe to this blog and receive notifications of new posts by email.

Junte-se a 18 outros seguidores