Que mão é essa Winkelhock???

A ATS, dentre todos estes já fatos já postados aqui, tem outro bem legal. Essa fica por conta de seus pilotos, em específico para Manfred Winkelhock e Hans-Joachim Stuck, que eram uns dos maiores palhaços que a F1 já teve.

Manfred e Stuck nunca chegaram a ser companheiros de equipe, pois Winkelhock é da trupe mais nova da F1, mas ambos passaram pela equipe ATS, sem muito sucesso, é claro.

Manfred Winkelhock,

Ficou famoso por dar um “duplo twist carpado” em Nürburgring com um F2 e sair completamente ileso (para o descontentamento da torcida local, podem reparar). Consegue marcar ponto logo na sua 2ª corrida na F1, aqui no Brasil e já pela ATS (a garota de Jacarepaguá lhe deu sorte, e também o Keke Rosberg e o Nelsão foram desclassificados), feito este que nunca mais se repetiria em toda sua carreira na categoria.

Manfred infelizmente morreu em 85 quando pilotava no mundial de Endurance em Mosport Park. Ele deixou dois “herdeiros” como legado. Seu irmão (o Joachim) e seu filho (o mito Markus) também chegaram na F1.

Peripécia típica de Manfred

Sem gasolina e precisando se abastecer no posto Ipiranga

Hans-Joachim Stuck,

Assim como Manfred, é alemão. Nascido em 51, Stuck é filho do lendário Hans Stuck, grande piloto da Auto Union na época dos Grand Prix. Hans-Joachim foi um verdadeiro andarilho de categorias, passou por várias e sempre semeava a alegria e a descontração. Também ganhou o apelido de Regenmeister pelas incríveis pilotagens no molhado.

Na ATS correu a temporada de 79, e lá, obteve o melhor resultado da equipe em uma corrida, 5º lugar para ele no GP dos Estados Unidos em Watkins Glen, e detalhe, debaixo de chuva (Winkelhock e Salazar viriam a igualar este recorde).

Acompanhe as peripécias de Stuck ao longo de sua carreira incluindo a ATS:

Stuck mostrando o dedo do meio para Jan Lammers

Mostrando a placa para seu companheiro de equipe na Shadow em 1979

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