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Vinha fazendo a contagem regressiva faz 10 dias na minha conta no Twitter e na minha página no Facebook. Pouca gente sabia do que se tratava. Acho que só eu sabia qual era o grande evento que eu fazia tanto migué para que houvesse interesse nele. 30 de abril. Uma data que é lembrada por todos como o dia em que Roland Ratzenberger morreu.

Mas foi nesse dia em que este blog, foi criado. Era para este sítio ter sido criado na sexta-feira que antecederia o que era para ser o GP do Bahrein de 2011. Não rolou porque eu não entendia inglês e sabia muito pouco de computação. Desisti. Até que num sábado, 30 de abril. Eu criei coragem e criei o Blog Monumental Formula.

Eu lia muito o blog Bandeira Verde. Então resolvi noticiar através do Bandeira Verde que este blog havia sido criado. Nínguem se interessou. Pelo que me lembro foram 4 visitas através daquele post sobre circuito de rua brasileiros. Não desisti. Continuei acreditando que isso daria certo.

Foram 4 meses com uma média de 7 ou 10 visitas diárias. Até que uma pessoa em especial passou por esta bagaça. Nome. Ramon Mendes. Ele comentou num post sobre o Walt Disney World Speedway dizendo que gostou desse blog. Me surpreendi, porque pensava que pelo andar da carruagem, este blog não iria longe. Tinha até ameaçado me livrar disso. O que posso dizer para Ramon Mendes é: obrigado.

Incrivelmente, o blog começou a crescer. Mais gente começou a aparecer por aqui. Tanto que tive de mudar o nome do blog, por ele ser grande demais, o nome mudou para Scuderia BMF. O BMF são as iniciais do nome original dado ao blog. Mais tarde o nome se tornou mais agradável e virou o que é hoje e o que sempre será. Scuderia Ferreira BMF.

Em Novembro, Jean Corauci, do GP Expert, pediu que eu colaborasse para o GP Expert. E colaborei. Hoje continuo postando algumas coisas no blog dele.

Virei o ano com uma média de visitas bem melhor do que a de antes. 17 visitas era a média. Vi que o blog crescia a cada dia. Tanto que em fevereiro, alcançamos o recorde de visitas, 325. Mas não era o bastante. Então criei minha conta no Twitter, @MNecro, para trazer mais leitores para o blog. E consegui.

Hoje, o blog ainda continua a crescer. Até a este momento foram 18, 384 visitas. Não é um bom número se comparada com outros blogs como Continental Circus ou F1 Corradi, mas já me alegra. Amanhã, os posts mais vistos desse blog. E como eu não posso esquecer,

Descanse em paz, Roland Ratzenberger.

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Pela terceira vez seguida, Will Power venceu a etapa de São Paulo da Indy

2010, 2011, 2012. Will Power é oficialmente o rei de São Paulo. Hoje na São Paulo Indy 300, venceu magicamente e nos mostrou que não adianta torcer contra. Se o assunto for circuito misto, ele é o cara.

Destaques para Bia Figueiredo que andou em boa parte da corrida em sétimo e fez belas ultrapassagens no S do Samba, Takuma Sato que largou em penúltimo e fez ótima corrida de recuperação ao chegar no pódio, Helio Castroneves que também fez corrida de recuperação e terminou em um ótimo quarto lugar.

Mais outro destaque para os champanhes impossíveis de abrir com as mãos, que fizeram Takuma Sato dar aquele típico sorrisinho oriental e Will Power enrolar um pouco esperando os abridores chegarem.

Raymond Sommer com seu Alfa Romeo

Eu sei que tem outra novela rolando no blog, mas essa outra novela tão legal quanto a da Rial. Então, elas vão revezar. Vamos a ela.

O campeonato era o Campeonato Francês de Pilotos. O ano desse campeonato de que vou falar é o de 1939. Período pós-guerra. A bagaça do campeonato começou com uma disputa entre especialistas e organizadores. Os especialistas diziam que o ganhador do campeonato deveria ganhar 50.000 em dinheiro. Mas os organizadores botaram um fim nessa briga, ao confirmar que o prêmio seria o mesmo do ano de 1938, 20.000.

O sistema de pontos e as regras se mantiveram as mesmas do campeonato de 1938. E ainda tinha mais outra coisa, apenas os pilotos franceses marcavam pontos (!). No dia 28 de fevereiro de 1939, foi anunciada qual era o calendário. Vamos a ele.

  1. 02 de abril: GP de Pau.
  2. 13 de abril: GP de La Turbie.
  3. 04-05 de junho: GP de Linas-Montlhéry.
  4. 11 de junho: GP de Péronne.
  5. 18-19 de junho: 24 Horas de Le Mans.
  6. 09 de julho: GP de Reims.
  7. 09 de julho: Segunda corrida do GP de Reims.
  8. 16 de julho: GP de Les Planques.
  9. 06 de agosto: GP de Saint-Gaudens.
  10. 03 de setembro: GP de La Baule.
  11. 10 de setembro: 12 Horas de Paris.

No meio desse campeonato, lhe digo quem é o herói  dessa novela. Raymond Sommer. Esse é o nome do nosso herói. Vamos ao campeonato.

O primeiro GP do DriversChamp era o GP de Pau. Os pilotos franceses não tiveram chance de vencer a etapa. Claro, em 1938, Dreyfus e Delahaye tinham batido as Mercedes-Benz, mas era inútil esperar um segundo milagre. Havia onze pilotos franceses entre os quinze pilotos da grelha. Primeiro, havia dois Talbots para Carrière e Etancelin. Foi a primeira corrida do tipo MD (monoplace Décalée) . Jean Trémoulet estava ao volante da SEFAC, provavelmente o carro mais decepcionante da história francesa. Foi a última corrida deste monolugar.

O Francia Ecurie entrou nas três Delahayes dos fundadores: Paul, Contet e Chaboud. Sommer estava em Pau com a sua própria Alfa Romeo 308. Era uma forma do fabricante italiano de ter pelo menos um carro nesta corrida: il Duce . Não era permitido que as equipas italianas participassem desta corrida. Mas eles acharam um jeito e Sommer alinhou o seu Alfa Romeo em Pau. E, finalmente, havia várias entradas particulares: três 135S (Delahayes para Biolay, Mazaud e Chotard) e dois Bugattis (para Trintignant e Balsa). Todos estes pilotos franceses tiveram de correr contra três Mercedes-Benz W154 (Caracciola, von Brauchitsch e Lang) e um Maserati (de Graffenried). A pole foi de Von Brauchitsch (1.46). O mais rápido dos Talbot foi Frenchie Etancelin (quinto, 1.50) à frente de Carrière (sexto, 1.51). Ambos Talbots e Alfas, Sommer era o único de quem se podia esperar um bom resultado.

 No início da corrida, Caracciola assumiu a liderança à frente de von Brauchitsch, Lang, Carrière, Sommer e Etancelin. Depois de cinco voltas, Trintignant e De Graffenried estavam fora. Chaboud abandonou cinco voltas mais tarde. Na volta 19, Sommer tomou a quarta posição de Carrière. Três voltas depois, foi a vez de Marcel Balsa de abandonar. Não há mais Bugattis. Na pista na volta 31, havia duas outros abandonos muito mais importantes: Caracciola (linha de óleo quebrada) e Carrière (batida). Assim, Von Brauchitsch era o novo líder da corrida, à frente de Lang, Sommer, Etancelin e Mazaud. Quatro voltas mais tarde vimos o último abandono da prova: a vítima era Trémoulet e sua SEFAC. Era o último quando abandonou. Na corrida alguns dos carros alemães haviam dobrado a diferança para os outros concorrentes, mas a corrida não tinha terminado. Na volta 82, tanto Von Brauchitsch e Sommer tiveram que parar para reabastecer. Ambos os pilotos perderam uma só posição. Infelizmente para o líder, a equipe percebeu tarde demais que Von Brauchitsch tinha combustível suficiente para terminar a corrida e que o seu pit stop não era necessário. Assim, a Mercedes-Benz de Lang venceu a corrida, seguido por Manfred “azarado” Von Brauchitsch, Etancelin, Sommer, Paul e Mazaud. Consequentemente Etancelin “Phi-Phi” foi o primeiro líder do Campeonato Francês de Pilotos de 1939.

Resultado do GP de Pau:

  1. H. Lang/Mercedes-Benz W154/3h07min25seg
  2. M. Von Brauchitsch/Mercedes-Benz W154/ +16seg
  3. P. Etancelin/ Talbot MD90/ +2 voltas
  4. R. Sommer/ Alfa Romeo 308/ +5 voltas
  5. J. Paul/ Delahaye 135S/ +8 voltas
  6. R. Mazaud/ Delahaye 135S/ +8 voltas
  7. R. Biolay/ Delahaye 135S/ +12 voltas
  8. M. Contet/ Delahaye 135S/ +14 voltas
  9. J. Trémoulet/ SEFAC/ Abandonou na volta 35
  10. R. Carrière/ Talbot MD90/ Abandonou na volta 31
  11. R. Caracciola/ Mercedes-Benz W154/ Abandonou na volta 31
  12. M. Balsa/ Bugatti T35B/ Abandonou na volta 22
  13. E. Chaboud/ Delahaye 135S/ Abandonou na volta 10
  14. M. Trintignant/ Bugatti T51/ Abandonou na volta 5
  15. E. De Graffenried/ Maserati 6C-34/ Abandonou na volta 3

Volta mais rápida: M. Von Brauchitsch/ Mercedes-Benz W154/ 1.46.8

Campeonato de pilotos:

  1. Etancelin/ Talbot/ 5 PTS
  2. Sommer/ Alfa Romeo/ 4 PTS
  3. Paul/ Delahaye/ 3 PTS
  4. Mazaud/ Delahaye/ 1 PT
  5. Biolay/ Delahaye/ 1 PT
  6. Contet/ Delahaye/ 1 PT
  7. Trémoulet/ SEFAC/ 1 PT
  8. Carrière/ Talbot/ 1 PT
  9. Balsa/ Bugatti/ 1 PT
  10. Chaboud/ Delahaye/ 1 PT
  11. Trintignant/ Bugatti/ 1 PT

O nosso herói, Raymond Sommer, pode ter terminado apenas em quarto. Mas se acalmem. Lembrem-sem, ele foi campeão sem ter ganhado uma única corrida. No próximo capítulo, o GP de La Turbie e o de Linas-Montlhery.

Pessoal ajeitando o carro de De Cesaris.

Como eu falei no post passado, o Rial ARC-01 era uma bomba. Era rápido. Mas sofria para durar a corrida inteira. De Cesaris cruzou a linha de chagada apenas 3 das 16 corridas na temporada de 1988. Em Detroit, na França e na Alemanha. O Canadá foi uma prova de como o pequeno tanque de combustível era um problema. De Cesaris estava em sexto brigando com Phillippe Streiff pela quinta posição.

Até que a suspensão da AGS de Streiff se arrebenta e ele acaba por abandonar. De Cesaris está em quinto. Faltava 3 voltas para o final quando o tanque ficou sem combustível. De Cesaris não acredita e provavelmente deve ter pensado: “de novo” . Depois deve ter xingado o carro com um palavrão em italiano para que seus chefes alemães e não-poliglotas não reclamassem. E foi assim que Jonathan Palmer marcou mais um ponto. Mas deixa esse negócio de corridas em que De Cesaris abandonou. Hoje eu vou falar das 3 únicas corridas em que a Rial sobreviveu até o final.

O negócio agora era pensar em Detroit. Detroit era um circuito de rua, lento, travado e propício a acidentes. Iriam ser 63 voltas numa pista de exatos 4 quilometros, ou seja, era só conseguir uma boa posição no grid que o tanque ia aguentar as 63 voltas na ensolarada Detroit.

Detroit 1988. Palco de um milagre do De Crasheris

E lá foi De Cesaris para a Q1 da classificação. Alguns pilotos da época sempre deixavam sua melhor volta para a Q2 quando a pista está mais rápida e mais emborrachada. E foi isso que De Cesaris fez. Ele marca 1.45.866. O vigésimo tempo. Tempo 5 segundos mais lento que o do primeiro da Q1, Ayrton Senna. Mas não fazia mal. Como eu acabei de falar, a pista estaria melhor na Q2.

E lá vai De Cesaris para a Q2 da classificação. De cara, ele marca 1.44.216. O nono tempo. No geral, ele ia largar em décimo segundo. A melhor classificação dele em 1988.

Na corrida, era ele contra o tanque de combustível. Uma batalha feroz. Que De Cesaris venceu. O carro sobreviveu as 63 voltas em Detroit. E ele cruzou em quarto (!). Ele ainda batalhou por algumas voltas com Thierry Boutsen pela terceira posição (mentira). De Cesaris marcou os tão esperados primeiros pontos da equipe. 1 volta atrás.

Largada de Detroit/1988. Onde De Cesaris marcou seus primeiros pontos

Depois do milagre de De Cesaris, a equipe voltou ao normal. Veio a etapa de Paul Ricard, na França. De Cesaris largou em décimo segundo (de novo). Na corrida, ele terminou em décimo, 2 voltas atrás. A frente apenas de carros mais fracos como a EuroBrun de Stefano Modena, Lola de Yannick Dalmas e a Dallara de Alex Caffi.

Na Alemanha, De Cesaris larga em décimo quarto e terminou em décimo terceiro. Novamente, na frente apenas de carros mais fracos como a EuroBrun de Oscar Larrauri, a ZakSpeed de Piercarlo Ghinzani e a Dallara de Alex Caffi. A corrida foi tão ruim para De Cesaris que ele chegou quase uma volta atrás da horrenda ZakSpeed de Bernd Schneider.

Em 1988, a Rial Racing marcou 3 pontos. Terminou 5 corridas oficialmente, mas em apenas 3 delas, ele cruzou a quadriculada. Nas outras duas, ele completou apenas 90% da corrida e por isso foi classificado oficialmente que não abandonou a corrida. E essa foi a temporada de 1988 para a Rial Racing. Nos próximos capítulos, contarei como foi a temporada de 1989 para a Rial.

MDBahrainR

Porra de boicotar corrida no Bahrein. Nem adiantou, que a corrida foi divertidíssima hehe. E falar de F1 é meu trabalho, embora o salário seja muito ruim.

CORRIDA: Na largada, Felipe Massa e Fernando Alonso mostram a força das Ferraris nas largadas e ganham várias posições. Nico Rosberg larga mal chegando a perder uma posição até para Felipe Massa. Michael Schumacher também larga mal e aparece atrás até de Pedro de la Rosa.

Pastor Maldonado toca em Heikki Kovalainen na reta oposta. O pneu traseiro de Kova estoura e Kova para nos boxes depois de fazer uma ótima largada. Felipe Massa busca por posições e faz a ultrapassagem sobre Kimi Raikkonen. Raikkonen recupera a posição perdida para Massa umas duas voltas depois.

Ao final das primeiras 15 voltas, todos já tinham feito suas paradas. Lewis Hamilton teve uma péssima parada após uma das pistolas não funcionar direito. Sebastian Vettel já abre grande diferença para o segundo colocado. No meião, começa uma intensa disputa entre Rosberg, Hamilton e Massa.

Hamilton tenta a ultrapassagem na reta que antecede a curva 4. Rosberg, no maior estilo Johnny Cecotto Jr. na etapa da GP2 no Bahrein, joga Hamilton na areia na tentativa de defender sua posição. Logo depois, ele novamente joga Alonso para fora da pista. E os comissários não fizeram nada, para raiva de Galvão Bueno. Charles Pic abandona com problemas numa válvula.

Na segunda rodada de boxes, novamente um problema nos boxes de Hamilton o faz voltar atrás de Massa. Massa volta atrás de Alonso. Começa uma disputa entre Alonso, Massa e Hamilton. Alonso se defende dos ataques de Massa. Hamilton tenta fazer a ultrapassagem, mas não consegue. Vettel continua na liderança seguido por Grosjean e Raikkonen.

Raikkonen se aproxima rapidamente de Grosjean, e faz a ultrapassagem na reta principal, e vai embora atrás de Vettel.

Chega a grande reta para a incrível disputa entre Alonso, Massa e Hamilton. Fernando Alonso espertamente, finge que vai entrar nos boxes, tira o vácuo de Massa, pega vácuo de Kobayashi que ia entrando nos boxes e segura Massa por mais uma volta.

Kimi Raikkonen começa uma incrível recuperação e encosta em Vettel. Vettel o segura e não deixa ele fazer a ultrapassagem. Na terceira rodada de boxes, Massa se dá mal e perde novamente a posição para Hamilton. Kimi também se dá mal e vê Vettel abrir 3 segundos de diferença no horizonte.  Hamilton tenta fazer a ultrapassagem sobre Fernando na segunda grande reta, mas Alonso o joga para fora da pista. Novamente, os comissários ficam quietos.

Logo ali atrás, Maldonado recebia um toque na curva 3. Com isso, o pneu estoura. E Maldonado abandona. Por algum motivo, ele entrou nos boxes do Bruno Senna e não o dele. Mark Webber disputa a quarta posição com Paul di Resta. Di Resta com pneus em pior estado é ultrapassado facilmente por Webber. Um tempo depois, Rosberg vinha fazendo uma corrida de recuperação depois de estar no meião, chega em Di Resta. Di Resta não força muito e Rosberg o ultrapassa facilemente.

Depois disso, a corrida fica um pouco morna. Mas lá atrás, vinha um Schumacão passando todo mundo. Ele passa Kobayashi e logo depois, passa Perez. Foram dois fins-de-semana apagados para a equipe de Peter Sauber.

Kimi Raikkonen esboça um reação para tentar chegar perto de Vettel, mas logo desiste. Jenson Button sofre com problemas nos pneus traseiros. O pneu traseiro esquerdo de seu McLaren estoura e ele entra nos boxes. Bruno Senna abandona a corrida, com problemas nos freios. A duas voltas do fim, Jenson Button abandona de vez com problemas em não sei aonde.

Sebastian Vettel vence a corrida e ressurge no campeonato. Um pouco mais atrás, Alonso tenta uma última tentativa de ultrapassagem em Di Resta, mas o esforço é em vão.

Destaques positivos da corrida:

Sebastian Vettel: Provou que ainda não morreu no campeonato. Marcou uma improvável pole-position no sábado. Liderou a corrida de ponta a ponta, não deixou Kimi Raikkonen fazer a ultrapassagem e cruzou a quadriculada em primeiro.

Kimi Raikkonen: Fez uma péssima Q2, largou razoavelmente bem. Mas se aproveitou da primeira rodada de boxes para ganhar várias posições. Apareceu em terceiro. Fez a ultrapassagem sobre seu companheiro franco-suíco e apareceu em segundo. Esboçou uma aproximação em Vettel, mas logo desistiu. Mesmo assim, grande resultado para o Ice-Man.

Romain Grosjean: Largou em sétimo no sábado. Largou razoavelmente bem. Também se aproveitou do bom trabalho nos boxes da Lotus e apareceu em segundo logo depois da primeira rodas nos boxes. Depois foi ultrapassado facilmente por Kimi Raikkonen. Manteve seu trabalho e conseguiu o seu primeiro pódio na F1. Bom resultado para ele.

Destaques negativos da corrida:

Nico Rosberg: Errou no sábado ao dar um travada na sua volta final e largar apenas em quarto. Largou muito mal na corrida. Tentou se recuperar na corrida. Deu fechadas maldosas em Alonso e Hamilton. E não foi punido. Por um milagre ficou em quinto. Corrida ruim para quem deu show uma semana atrás.

Sergio Perez: Não apareceu em momento algum na corrida. Ficou boa parte da corrida fora dos pontos. Não lembrou em nada o Sergio Perez que meteu medo em Fernando Alonso na Malásia. E o guru da Ferrari vai perdendo sua credibilidade.

Daniel Ricciardo:O guru da Red Bull apareceu bem no treino ao levar o seu Toro Rosso-Cepsa para a sexta posição no grid. Por algum motivo, ele perdeu várias posições na primeira metade da corrida. Chegou a aparecer atrás da Caterham de Vitaly Petrov. E no final terminou a corrida uma volta atrás. E ainda terminou atrás de Jean-Éric Vergne que mal passou da Q1 (!) . 

COMO TERMINOU A CORRIDA:

Pos No Piloto Equipe Tempo V VL Grid Pts
1 1 Alemanha Sebastian Vettel Áustria Red Bull 01:35:10.990 57 55 1 25
2 9 Finlândia Kimi Raikkonen Reino Unido Lotus +3.333 57 0 11 18
3 10 França Romain Grosjean Reino Unido Lotus +10.194 57 1 7 15
4 2 Austrália Mark Webber Áustria Red Bull +38.788 57 0 3 12
5 8 Alemanha Nico Rosberg Alemanha Mercedes +55.460 57 0 5 10
6 11 Reino Unido Paul di Resta Índia Force India +57.543 57 1 10 8
7 5 Espanha Fernando Alonso Itália Ferrari +57.803 57 0 9 6
8 4 Reino Unido Lewis Hamilton Reino Unido McLaren +58.984 57 0 2 4
9 6 Brasil Felipe Massa Itália Ferrari +1:04.999 57 0 14 2
10 7 Alemanha Michael Schumacher Alemanha Mercedes +1:11.490 57 0 22 1
11 15 México Sergio Pérez Suíça Sauber +1:12.702 57 0 8 0
12 12 Alemanha Nico Hülkenberg Índia Force India +1:16.539 57 0 13 0
13 14 Japão Kamui Kobayashi Suíça Sauber +1:30.334 57 0 12 0
14 17 França Jean–Eric Vergne Itália Toro Rosso +1:33.723 57 0 17 0
15 16 Austrália Daniel Ricciardo Itália Toro Rosso +1 volta 56 0 6 0
16 21 Rússia Vitaly Petrov Malásia Caterham +1 volta 56 0 18 0
17 20 Finlândia Heikki Kovalainen Malásia Caterham +1 volta 56 0 16 0
18 3 Reino Unido Jenson Button Reino Unido McLaren Exaustor 55 0 4 0
19 24 Alemanha Timo Glock Rússia Marussia +2 voltas 55 0 23 0
20 22 Espanha Pedro de la Rosa Espanha HRT +2 voltas 55 0 20 0
21 23 Índia Narain Karthikeyan Espanha HRT +2 voltas 55 0 24 0
22 19 Brasil Bruno Senna Reino Unido Williams Freios 54 0 15 0
NC 18 Venezuela Pastor Maldonado Reino Unido Williams Pneu 25 0 21 0
NC 25 França Charles Pic Rússia Marussia Válvula/Motor 24 0 19 0
Maldonado e Schumacher perderam 5 posições

CAMPEONATO:

PILOTOS:

Pos Piloto Equipe Pts
1 Alemanha Sebastian Vettel Red Bull 53
2 Reino Unido Lewis Hamilton McLaren 49
3 Austrália Mark Webber Red Bull 48
4 Reino Unido Jenson Button McLaren 43
5 Espanha Fernando Alonso Ferrari 43
6 Alemanha Nico Rosberg Mercedes 35
7 Finlândia Kimi Raikkonen Lotus 34
8 França Romain Grosjean Lotus 23
9 México Sergio Pérez Sauber 22
10 Reino Unido Paul di Resta Force India 15
11 Brasil Bruno Senna Williams 14
12 Japão Kamui Kobayashi Sauber 9
13 França Jean–Eric Vergne Toro Rosso 4
14 Venezuela Pastor Maldonado Williams 4
15 Austrália Daniel Ricciardo Toro Rosso 2
16 Alemanha Nico Hülkenberg Force India 2
17 Brasil Felipe Massa Ferrari 2
18 Alemanha Michael Schumacher Mercedes 2
19 Alemanha Timo Glock Marussia 0
20 França Charles Pic Marussia 0
21 Rússia Vitaly Petrov Caterham 0
22 Finlândia Heikki Kovalainen Caterham 0
23 Espanha Pedro de la Rosa HRT 0
24 Índia Narain Karthikeyan HRT 0

EQUIPES:

Pos Equipe Motor Pts
1 Áustria Red Bull Renault 101
2 Reino Unido McLaren Mercedes 92
3 Reino Unido Lotus Renault 57
4 Itália Ferrari Ferrari 45
5 Alemanha Mercedes Mercedes 37
6 Suíça Sauber Ferrari 31
7 Reino Unido Williams Renault 18
8 Índia Force India Mercedes 17
9 Itália Toro Rosso Ferrari 6
10 Rússia Marussia Cosworth 0
11 Malásia Caterham Renault 0
12 Espanha HRT Cosworth 0

FOTOS DA CORRIDA:

 

 Na largada, Vettel se manteve na frente
 
Felipe Massa começou a corrida de forma agressiva
Nico Rosberg deu várias fechadas incríveis sobre Fernando Alonso e Lewis Hamilton na reta que antecede a curva 4
Daniel Ricciardo, Pastor Maldonado, Williams, Scuderia Toro Rosso, 2012 Bahrain Formula 1 Grand Prix, Formula 1
Pastor Maldonado e Daniel Ricciardo lado a lado na curva 8
Fernando Alonso, Lewis Hamilton, McLaren, Ferrari, 2012 Bahrain Formula 1 Grand Prix, Formula 1
Lewis Hamilton e Fernando Alonso travaram uma boa disputa
E quem venceu a corrida foi Vettel, sempre com seu dedo indicador apontado para o lindo Sol amarelo
Altos e Baixos tira folga assim como o Flamengo e volta nos testes de Mugello. É porque eu gosto daquela pista.

Pedro de la Rosa na China em 2012. Reparem que está com pneus intermediários, mas a pista está seca (!) . Não lembra um certo Perry McCarthy numa certa Andrea Moda.

No Facebook, Marcelo Necro. É isso aí, criei um Facebook.

Nova série no blog. F1 Horror Story (o nome não veio da série “America Horror Story” , nunca ouvi falar de “American Horror Story” ) . Uma série de terror que rola toda a terça-feira. Mas a série também tem a ver com a F1. Vamos para a história de hoje.

Vocês se lembram do jogo F1 2006. Isso. Aquele jogo de belos gráficos, disputas, fácil de achar nos pirateiros que vendem DVSs ilegais nas grandes cidades e onde podemos ver corridas virtuais. O problema desse jogo é que ele é muito fácil de se ganhar, acidentes não rolam muito e não existe nenhum tipo de defesa de posições por parte do videogame. Um jogo muito chato para falar a verdade, mas de vez em quando tem a sua parte maneira como aquela vez em que o meu colega bateu em mim na última reta de Interlagos, ficamos de ré e ganhei dele indo de ré. Esse jogo vai ser o tema de hoje.

Havia 3 grandes amigos. Eram Pedro, Rafael e Bruno. Pedro e Rafael eram primos e tinham 15 anos, e Bruno era apenas um amigo leal que tinha 14 anos. Bruno tinha um PlayStation 2. E Pedro e Rafael não. Então, todas as terças, sextas e sábados, eles iam a casa de Bruno para passar a tarde toda jogando F1 2006 no PS2. Eles curtiam bastante jogar na casa de Bruno.

Até que um dia, o CD riscou e ele não prestou mais. Bruno passou grande parte do tempo atrás do jogo, mas não achava. Pedro e Rafael não gostaram disso. Achavam que Bruno estava enrolando demais e que ele não queria comprar um jogo que era achado em qualquer lugar.

Eles discutem e Bruno resolve não ser mais amigo dos dois primos. Bruno sente falta de jogar F1 2006. Compra o jogo num amigo conhecido por todos como “Bode” . Bode vendia jogos pirateados perto da escola onde estudavam o 3 ex-amigos. Na saída, ele havia acabado de comprar o jogo. Pedro e Rafael olham ao longe, Bruno indo para casa como o jogo na mão.

Rafael: -Olha lá, o Bruno comprou o jogo só para querer jogar sozinho na casa dele.

Pedro: -Mas ele não vai jogar sozinho se não tiver o jogo para jogar.

Rafael: -E vamos dar um lição a mais para ele.

Pedro e Rafael o seguem pelo caminho até em casa. Eles chegam na Rua México. Uma rua onde as pessoas só saem para a rua nos feriados e no final de semana. E como aquele dia era 30 de fevereiro e não era feriado e sim, uma terça-feira. A rua estava vazia. Apenas os cachorros estavam lá.

Bruno percebe que está sendo seguido tenta correr, mas os primos são mais rápidos que ele. Ele pede socorro na casa de um colega chamado Frank. Grita desesperado, mas seu grito não é atendido. Pedro e Rafael o pegam e o levam para um matagal que havia ali. O espancam brutalmente e sem dó.

Era só para fazer Bruno sofrer, mas uma coisa dá errado e um dos vários golpes que acertaram Bruno, acaba acertando o pescoço de Bruno. O golpe rompe uma artéria ou uma veia do pescoço de Bruno. Bruno começa a sangrar.

Rafael: -Essa não, ele tá sangrando no pescoço.

Pedro: -Isso não é bom, cara. Vamo embora daqui!

Rafael e Pedro saem correndo dali com o jogo F1 2006. Bruno sai cambaleando do matagal e sangrando muito. Ele cai desacordado no meio da rua. Algumas pessoas que passavam pela Rua México (de fato, eles moravam na Rua Bonita) para ir a Avenida Uruguai (onde ficava a escola de Bruno, Rafael e Pedro) ainda tentam o socorrer, mas já era tarde demais. Bruno estava morto.

No enterro de Bruno, aparecem todos os familiares e amigos. Até Pedro e Rafael vão ao enterro para não levantar suspeitas. Depois do enterro, eles conversam e decidem que nunca mais vão tocar no assunto e nunca mais vão falar sobre ou de Bruno.

Depois de tudo isso, acontecem vários fatos à la Atividade Paranormal. Era o espírito de Bruno dando uma de demônio buscando sua vingaça. Rafael foi o primeiro a morrer com parte do pescoço sendo arrancado e com vários de seus ossos quebrados. O espírito de Bruno vai atrás de Pedro. Aquelas coisas de cadeira se mexendo sozinha, etc. Acontecem vários fenômenos paranormais e Pedro fica trancado sozinho no seu quarto.

O espírito de Bruno aparece na frente de Pedro. Pedro dá um grito de desespero e medo, não nessa ordem. E logo depois, dá um último grito de dor. E Pedro morre. Ele morre da mesma maneira que Rafael morreu. Com parte do pescoço arrancada e vários de seus ossos quebrados.

No quarto onde Pedro morreu, estava o CD do jogo F1 2006 com capa e tudo. O espírito de Bruno pega o CD e vai ao cemitério onde Bruno foi enterrado. Então ele coloca o CD dentro da capa sobre a lápide de Bruno. Até hoje, o CD ainda está lá na lápide de Bruno. Dizem que se você roubar o CD F1 2006 da lápide, o espírito de Bruno o persegue e o mata se não devolver o CD de novo. E foi assim que vários adolescentes morreram naquele bairro. E acabo de criar uma lenda urbana.

E se Felipe Massa e Lewis Hamilton estivessem na mesma equipe? El Mini nos explica como seria se eles estivessem na McLaren. Tem até Lewis Hamilton cantando uma versão do sucesso de verão de Michel Teló “Ai, se eu te pego” . Essa música virou sucesso até lá na Espanha. Será que o Speeder76 também gosta desta música?

MDChineseGP2

Quintuplo 1 para Nico nesse final de semana

CORRIDA: Na largada, Kamui Kobayashi larga mal e acaba por ficar em sexto. Felipe Massa larga bem e aparece em décimo ao final da curva 1. Bruno Senna larga bem, mas acaba por tocar em Massa e fazer o seu companheiro “Maldomado” sair da pista. Um pedaço de sua asa dianteira foi arrancada no toque, mas seu rendimento continua bom.

Nico Rosberg já abre em relação a Michael Schumacher nas primeiras voltas. No meião, a disputa é entre Alonso e Webber, e logo atrás, Massa segurando Romain Grosjean. Mark Webber para nos boxes logo na volta 7. Tal estratégia do aussie, eu não entendi.

Vários pilotos param no começo. Ao final de 15 voltas, apenas Perez, Massa, Pic e Karthikeyan não tinham feito suas paradas. Na volta 17, Perez para nos boxes e Massa assume a liderança pela primeira vez em 2012. Na volta 18, Rosberg faz a ultrapassagem sobre Massa que logo entra nos boxes. Mark Webber que estava lá no meião, escapa na curva 13 e quando volta para a pista, decola e por sorte não sofre um Valência/2010 revival.

Na curva 6, a um princípio de confusão, mas logo os ânimos são contidos. Na mesma curva 6, Rosberg erra a curva, mas consegue voltar a tempo de não perder a liderança. Um tempinho depois, Michael Schumacher abandona porque um mecânico errou a troca de pneus, e o pneu dianteiro direito ficou solto, e Schumacher teve de abandonar a corrida. No rádio, em vez de reclamar com os mecânicos como faria um piloto qualquer, ele é honesto e educado: “Rapazes, tô fora” .

E acontece a segunda rodada de pit-stops, e novamente, Massa e Perez continuam na pista. Rosberg faz sua parada, mas Button, que era o segundo, não foi para os boxes. Com isso, Button assume a liderança com quase 20 segundos de diferença para Rosberg. Tinha tempo de sobra para fazer uma parada nos boxes e voltar na frente.

Button nos boxes. Um mecânico erra a troca do pneu traseiro esquerdo e Button perde 6 segundos nos boxes e a liderança. Rosberg assumia a liderança. Button voltou no meio do incrível pelotão que continha desde o segundo colocado até o décimo colocado. Naquele pelotão, tinha Massa em segundo ponteando o pelotão e Perez que fazia sua incríveis travadas de pneu na curva 14.

Ali no meio, Alonso disputava posição com “Maldomado” . Fica por fora na curva 7 e vai lá fora e perde importantes posições. Mais tarde, Grosjean também escapa na mesma curva do mesmo jeito que Alonso havia escapado.

Raikkonen tenta usar a asa móvel, assim como todo mundo naquele pelotão, para tentar fazer a ultrapassagem sobre Massa ou qualquer outro piloto. Mas o esforço é em vão. Sergio Perez no box. Felipe Massa continua segurando o pelotão. Mas tem fazer sua parada obrigatória nos boxes. Entra no box e bota os pneus macios. Volta em décimo quarto.

Bruno Senna volta em sexto, mas o amalucado Romain Grosjean faz a ultrapassagem logo na curva 2. Bruno Senna tenta recuperar a posição perdida, mas não consegue. Logo atrás vinha outro amalucado, Maldonado. A disputa Senna-Maldonado persiste até o final.

Mesmo sem Felipe Massa, o pelotão continua existindo. Kimi Raikkonen passa a tentar cumprir a missão de segurar o pessoal ali atrás. Kimi Raikkonen tinha de parar nos boxes, porque estava sem pneus. Mas ele queria continuar. E logo acontece o previsível. A 5 voltas do final, Raikkonen fica sem pneus e perde posições para meio mundo que vinha atrás dele. Tentava defender a posição, mas não adiantava e por causa dele, o pelotão foi desmanchado.

Lá atrás, Felipe Massa tentava recuperar posições como fez Kobayashi, mas havia um Di Resta no meio. Mesmo usando a asa-móvel, ele não consegue fazer a ultrapassagem sobre a Force India de Di Resta.

Rosberg entra na última reta, diminui a velocidade, e cruza a quadriculada em primeiro pela primeira vez. Coincidentemente, ele fez sua primeira pole (1) e sua primeira vitória (1) na sua corrida de número 111 (111) na sua carreira na F1. Por isso, o quintuplo 1 (foram cinco 1s em apenas um final de semana) .

Destaques positivos da corrida:

Nico Rosberg: Começou o final de semana em alta ao fazer sua primeira pole na F1. Na corrida largou bem, soube segurar Schumacher e rapidamente abriu em relação a Schumacher. Se aproveitou de um erro no pit-stop  de Button para vencer a corrida de ponta a ponta.

Felipe Massa: Não fez um classificação boa ao conseguir apenas um décimo segundo lugar no grid. Largou bem, disputou posições. Apostou em uma estratégia de duas paradas. Se deu bem, ao ficar boa parte da prova em segundo, e chegar a estar em primeiro por uma volta. Mas havia um Di Resta no caminho.

Sebastian Vettel: Largar em décimo primeiro já era ruim. E pra piorar largou muito mal. Mas fez uma boa estratégia e chegou a beliscar o pódio. Mas ficou sem pneus no final e ficou em quinto. No momento em que vive, nada mal.

Destaques negativos da corrida:

Kamui Kobayashi: Começou o fim de semana superbem ao conseguir uma terceira posição na classificação. Mas botou tudo a perder ao largar supermal. Foi perdendo posições ao longo da prova. Apostou em uma estratégia de duas paradas, mas só conseguiu um décimo posto. Ao menos ficou na frente de Sergio Perez.

Heikki Kovalainen: O ano não começou bem para o Kova. Na classificação, é sempre melhor que todos os seus principais adversários da Marussia, HRT e Vitaly Petrov. Na corrida, sofreu para segurar outros pilotos e levou uma ultrapassagem fácil de Daniel Ricciardo na curva 1. Que tipo de cara escolhe ficar por fora numa curva como aquela. Teve problemas em um dos seus pit-stops e acabou por levar uma volta das duas HRT comandadas por De La Rosa e Karthikeyan. Só soma mais pontos para Petrov na disputa interna na Caterham.

Veja o resultado final da corrida logo abaixo:

Posição Piloto Pais Equipe Pontos
Nico Rosberg Alemanha Mercedes 25
Jenson Button Inglaterra McLaren 18
Lewis Hamilton Inglaterra McLaren 15
Mark Webber Austrália Red Bull Racing 12
Sebastian Vettel Alemanha Red Bull Racing 10
Romain Grosjean França Lotus 8
Bruno Senna Brasil Williams 6
Pastor Maldonado Venezuela Williams 4
Fernando Alonso Espanha Ferrari 2
10º Kamui Kobayashi Japão Sauber 1
11º Sergio Pérez México Sauber 0
12º Paul di Resta Escócia Force India 0
13º Felipe Massa Brasil Ferrari 0
14º Kimi Raikkonen Finlândia Lotus 0
15º Nico Hulkenberg Alemanha Force India 0
16º Jean-Éric Vergne França Toro Rosso 0
17º Daniel Ricciardo Austrália Toro Rosso 0
18º Vitaly Petrov Rússia Caterham 0
19º Timo Glock Alemanha Marussia 0
20º Charles Pic França Marussia 0
21º Pedro de la Rosa Espanha HRT 0
22º Narain Karthikeyan Índia HRT 0
23º Heikki Kovalainen Finlândia Caterham 0
RET Michael Schumacher Alemanha Mercedes 0

CLASSIFICAÇÃO DO CAMPEONATO

PILOTOS:

Fórmula 1 Temporada 2012
Pos Piloto Equipe Pts
1 Reino Unido Lewis Hamilton McLaren 45
2 Reino Unido Jenson Button McLaren 43
3 Espanha Fernando Alonso Ferrari 37
4 Austrália Mark Webber Red Bull 36
5 Alemanha Sebastian Vettel Red Bull 28
6 Alemanha Nico Rosberg Mercedes 25
7 México Sergio Pérez Sauber 22
8 Finlândia Kimi Raikkonen Lotus 16
9 Brasil Bruno Senna Williams 14
10 Japão Kamui Kobayashi Sauber 9
11 França Romain Grosjean Lotus 8
12 Reino Unido Paul di Resta Force India 7
13 França Jean–Eric Vergne Toro Rosso 4
14 Venezuela Pastor Maldonado Williams 4
15 Austrália Daniel Ricciardo Toro Rosso 2
16 Alemanha Nico Hülkenberg Force India 2
17 Alemanha Michael Schumacher Mercedes 1
18 Brasil Felipe Massa Ferrari 0
19 Alemanha Timo Glock Marussia 0
20 França Charles Pic Marussia 0
21 Rússia Vitaly Petrov Caterham 0
22 Finlândia Heikki Kovalainen Caterham 0
23 Espanha Pedro de la Rosa HRT 0
24 Índia Narain Karthikeyan HRT 0

EQUIPES:

Fórmula 1 Temporada 2012
Pos Equipe Motor Pts
1 Reino Unido McLaren Mercedes 88
2 Áustria Red Bull Renault 64
3 Itália Ferrari Ferrari 37
4 Suíça Sauber Ferrari 31
5 Alemanha Mercedes Mercedes 26
6 Reino Unido Lotus Renault 24
7 Reino Unido Williams Renault 18
8 Índia Force India Mercedes 9
9 Itália Toro Rosso Ferrari 6
10 Rússia Marussia Cosworth 0
11 Malásia Caterham Renault 0
12 Espanha HRT Cosworth 0

 FOTOS DA CORRIDA:

Na largada, Rosberg e Massa largam bem, ao contrário de Koba San e Seb Vettel
 
A desastrosa parada nos boxes de Michael Schumacher
Mark Webber voando. Red Bull te dá asas mesmo!
 
Lewis Hamilton e Mark Webber fazem a ultrapassagem sobre Kimi Raikkonen
O pelotão começa a ser formado
Nico Rosberg cruza a bandeirada em primeiro pela primeira vez na F1
 
Altos e Baixos volta semana que vem no Bahrein, se tiver corrida lá…

Bernd Schneider no Japão em 89. A ZakSpeed foi a mais prejudicada por causa da pré-classificação

Se a proibição de texturas distintas veio como o número um no ranking de regras bobas em 2000, outra nova regra – manter uma tampa apertada sobre o número de novos participantes F1, que restringe a um máximo de 24 carros ou até 26 carros nas temporadas de F1 – deve ter sido candidato à vice-campeão local, em termos de tolice.

Em termos modernos de gestão – Bernie pode dizer qualquer coisa – isso provavelmente seria chamado de maximização do orçamento disponível para os mais altos objetivos comerciais ou criando a atmosfera ideal para construtores profissionais e seus patrocinadores para prosperar. Em todo o caso, em 2000, parte dos regulamentos da FIA foram efetivamente arrancadas do livro de regras. Como as páginas sobre os meandros da pre-classificação em 1993.

A história da pré-classificação é bem legal. Em 1989, o ano no topo das paradas de todos os tempos de entrada com 39 carros inscritos de cada corrida em uma base regular, não houve tais regras que proíbem os gostos de Rial, AGS, Onyx, Coloni ou EuroBrun. Para os pequenos, isso significava sair da cama pela manhã de sexta-feira com a perspectiva de 30 minutos para os pilotos tirarem o máximo de suas carroças para correr na corrida. Tais eram os dias de pre-classificação.

Largada para o GP México de 1989. Quem das equipes pequenas conseguisse sobreviver a pré-classificação ia direto para aí

Srs. Nicola Larini e Gregor Foitek não poderam evitar a agitada meia hora (eles eram contra a pre-classificação) como suas equipes pertenciam ao grupo dos construtores que havia sido seriamente de fraco desempenho na metade final da temporada anterior, 1988 (Osella, EuroBrun, Zakspeed, Coloni), ou simplesmente não eram lá essas coisas (Rial, a Dallara e segundo carro AGS, a Brabham, Onyx) . Então, às 9 horas, quinta-feira, esta é Monaco, lembre-se, o italiano e o suíço ganharam uma competição sobre doze outros pilotos de equipes pequenas: Martin Brundle, Stefano Modena, Piercarlo Ghinzani, Alex Caffi, Roberto Pupo Moreno, Pierre-Henri Raphanel, Bernd Schneider, Aguri Suzuki, Stefan Johansson, Bertrand Gachot, Volker Weidler e Joachim Winkelhock. Invariavelmente, três nomes, Winkelhock, Weidler e Suzuki nunca sobreviveram aos impiedosos 30 minutos da pré-classificação. Na ocasião, foram vítimas de surpresa, como Martin Brundle não fez seu trabalho Brabham no Canadá e na França. Foitek encontrou-se no lado errado da equação na maioria das vezes. Só no primeiro GP do Brasil conseguiu passar pelo obstáculo da pré-classificação, mas não conseguiu fazer o corte no sábado de qualquer maneira. Ele estava fora depois de Spa, e nem mesmo o influxo de dinheiro da Jägermeister pode ajudar a prevenir isso. Especialmente o desempenho dos Brabham, da Dallara de Caffi e da Osella de Larini, os suspeitos habituais para não se pré-classificar.

Sempre que há problemas incorridos durante a sessão matinal que seria encontrada no alto da grade de domingo, superando os esforços das equipas que foram salvas de pre-classificação. Por exemplo, Larini conseguiu pré-qualificar em sete ocasiões e se pré-classificou facilmente em todas as ocasiões. Mas com os Brabham, tendo duas das quatro faixas disponíveis de qualificação nas primeiras oito corridas da temporada 1989, muitos dos outros contendores não podia fazer nada senão esperar até a segunda metade da temporada, quando as nomeações para pre-classificação foram agora, decididos sobre a temporada de resultados do primeiro semestre. Vinha o final da temporada, Larini era um dos pilotos que conseguiam passar da pré-classificação regularmente e terminando entre os dez primeiros no sábado.

 1990 viu a continuação da saga da pré-classificação, desta vez com a equipe italiana Life Racing fornecendo muitas manchetes que a criticavam, enquanto Pedro Chaves e sua Coloni foram motivo de chacota de 1991 por causa da pré-classificação. A incrível (no sentido negativo) Andrea Moda foi a piada da sessão da manhã sexta-feira em 1992, após o qual a regra do 107% ser introduzida em 1993, o número de participantes rapidamente encolheu a 22 actuais. A nova regra colocada em 2000 impediu o crescente número superior a 24. Então 1989 permanece no topo das paradas de entrada e será para sempre fazê-lo.

HRT: a atual possível vítima da atual pré-classificação, o 107%

E hoje, o 107% amedronta tanto as equipes pequenas como a Marussia e a HRT hoje quanto a pré-classificação aterrorizava as equipes menores nos anos de 89, 90, 91 e 92.

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