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Hoje, a Autosprint, uma revista italiana que adora colocar outras pesssoas no lugar de Felipe Massa em 2013, falou que a Ferrari havia deixado expirar na quinta-feira uma opção no atual contrato, que poderia fazer com que Felipe renovasse com os italianos por mais um ano.

E como fazem normalmente ao falar de Felipe, buscaram um possível substituto para Felipe. Falaram em Jenson Button, Nico Hulkenberg e até mesmo Heikki Kovalainen! Mas será mesmo? Felipe Massa vem de alguns resultados bons como em Silverstone onde quase conseguiu um pódio. Eu sei. Foi há umas duas ou três semanas. Em Hockenheim, vinha para outro bom resultado, mas o além não permitiu.

Ainda mais porque percebe-se que houve uma boa melhora desde o começo do ano. Dele e do carro. Hoje nos treinos de sexta em Hungaroring, Massa foi o sétimo, atrás 6 décimos de Alonso. No segundo treino livre, ele foi o quarto, logo a frente de Alonso. No começo do ano, era algo impensável Massa estar a menos de um segundo de Alonso.

Mas como os brasileiros são um povo que vive metendo pressão nos esportistas, isso não significa nada. Para a maioria, o que importa é que ele esteja brigando pelo topo. Onde você procurar sobre Felipe Massa, você vai ver algo como “Massa está pressionado” ou “Bruno está pressionado”. São uns idiotas.

Bruno Senna também andou bem hoje

O outro brasileiro na F1, Bruno Senna, também é apontado como fora da Williams em 2013. Com Valtteri Bottas andando bem nos treinos de sexta aonde atua, surgiram boatos de que Bottas fosse o segundo piloto da equipe de Grove em 2013. Tudo por causa que Christian “Toto” Wolff entrou na equipe como diretor-executivo da equipe. Toto teria uma simpatia por Bottas, e como o segundo mais poderoso na Williams, poderia muito bem mandar um dos pilotos atuais para a rua.

Pastor Maldonado tem MUITO dinheiro, anda rápido principalmente em circuitos de rua, mas bate muito. O venezuelano não chega nos dez primeiros na maioria das vezes, mas quando chega, ele sempre anda lá na frente. Bruno Senna tem dinheiro, é rápido principalmente na chuva, mas tem um pouco de azar. Chega na maioria das vezes entre os dez primeiros, mas sempre está brigando por um sétimo ou um oitavo.

Maldonado tem mais pontos, mas só pontuou em duas ocasiões e só tem mais pontos por causa de sua vitória em Barcelona. E Rafael já não marca pontos faz cinco finais de semana. Já Bruno Senna pontuou em cinco ocasiões, e poderia ter pontuado em mais corridas se não fosse o destino. Tem como melhor posição em Sepang na chuva, um sexto. E também tem um sétimo na China.

Se Felipe e Bruno não continuarem em 2013, alguém poderá representar o Brasil em 2013? Mas é claro que sim. Temos 3 brasileiros na GP2 em 2012.

Felipe Nasr tem talento. Tem três pódios esse ano em Sepang, Silverstone e Hockenheim. Mas ainda é um novato e inexperiente. Precisa de ao menos mais um ano na GP2 para sonhar com a F1. E precisará mostrar todo o seu talento o resto desse ano e ano que vem. Seria algo muito, muito surpreendente se alguma equipe da F1 o contratasse para ser um segundo piloto em 2013.

Victor Guerin saiu do kart faz uns 4 anos e é muito novo e ainda terá que fazer 1 ou 2 anos na GP2 para ter alguma chance de F1, apesar de estar mostrando boas passagens pela fraca Ocean Racing, demonstrando ser um bom piloto na chuva.

Mas o cara que tem mais chances de ir à F1 em 2013 é Luiz Razia. Razia já tem 4 vitórias na GP2 e nunca esteve em tão boa fase na GP2. É o líder do campeonato com 10 pontos de diferença para o segundo colocado, Davide Valsecchi. Se conseguir ser campeão da GP2, já tem 1 pé e meio na F1. Já que Bernie Ecclestone quase que obriga ter o campeão da GP2 na F1 no ano seguinte. Ele quase que obrigou a Toro Rosso ter uma vaga para Giorgio Pantano em 2009.

Mas se Razia for para uma equipe pequena, se não fizer milagre, praticamente tem sua carreira quase que acabada. Já que não poderá mostrar seu talento numa HRT ou numa Marussia. E poderá sofrer a mesma coisa que os brasileiros sofreram entre os anos de 1995 até 1999. Um desprezo por parte dos brasileiros que torcem para time que tá ganhando e mandam se lixar os times que vivem perdendo tanto quanto os New York Mets ou o Íbis de Pernambuco.

Se Massa e Senna continuam na F1, nínguem sabe. Se Razia poderá representar o Brasil em 2013, nínguem sabe também. O que podemos fazer é esperar o tempo passar e ver o que acontece.

Nunca a Espanha esteve tão bem na foto na F1. Com Fernando Alonso com uma sorte incrível e Pedro de la Rosa brigando com as Marussias todas as corridas, mas quem se importa com o ex-Sauber. Alonso é a bola da vez esse ano. Não adianta torcer contra ele. Ele sempre vai estar ali em primeiro ou no pódio.

Há uns 5 meses, seria loucura dizer algo assim. Na Austrália, o F2012 foi tachado e bastante criticado pelo péssima atuação na classificação e na corrida. Basicamente, foram quatros fins de semana de xingamentos e ofensas para a mãe de Nicolas Tombazis. Eu sei, teve o GP da Malásia onde Alonso venceu, mas aquela corrida foi tão amalucada que até Karthikeyan tinha chances de marcar os seus primeiros pontos limpos da história.

Mas alguma coisa aconteceu a partir da etapa da Catalunha. Algo como um pacto com o demônio ou sete trevos de quatro folhas. Basicamente, em todas as provas desde a etapa catalunhana o espanhol brigou pela vitória.

Na Espanha, não conseguiu a vitória porque Maldonado estava em um fim de semana inspirado. Em Mônaco, a impossibilidade de ultrapassagens foi um mal que não deixou nínguem, inclusive Alonso, fazer nada além de uma ameaçada ou um risco no guard-rail. No Canadá, a péssima estratégia de andar 60 voltas com os mesmos compostos lhe fez perder quatros posições em poucas voltas.

Na Europa, Alonso venceu de forma mágica e extraordinária por conta das quebras de Romain Grosjean e de Sebastian Vettel. Em Silverstone, novamente os pneus fizeram a diferença e Alonso acabou ficando em segundo. Em Hockenheim, outra vitória de ponta a ponta sem ser perturbado pelos adversários.

Essa vitória em Hockenheim foi a gota d’água para os céticos, anti-Alonsos e veneradores do Takuma Sato. Alonso abriu 24 pontos em relação ao segundo colocado, Mark Webber, no campeonato de pilotos. A imprevisibilidade do começo do campeonato praticamente se foi e Alonso ruma ao tri.

Mark Webber anda bem em um corrida e anda no meião em três, não confio nele na disputa pelo título. Sebastian Vettel já tem poucas balas no cartucho para ameaçar Alonso. Kimi tem consistência e sempre anda bem, mas a Lotus não tem pilha para brigar pelo título. Hamilton, Rosberg e Button não estão com a bola toda.

Por isso finalizo este post com a pergunta: quem é capaz de parar Alonso?

PS: Me desculpem pelos dias fora de combate. Netbook novo onde 5 botões não funcionam. Usando o antigo.

As aulas voltaram e estou na pior semana da minha vida. Mas as suas aulas já voltaram? você pode perguntar. Eu só posso dizer que aqui é Manaus. Pois é, tanto que não dei minha análise sobre o GP de Silverstone. Com as aulas voltando, o professor de Matemática me perturbando dizendo que a área da circunferência é pi-r ao quadrado e problemas pessoais me perseguindo, e como sei que este sítio vai ficar inativo por alguns dias, lanço essa pergunta: Qual foi o momento mais marcante da história da F1 que você presenciou?

Fale o momento que você viu pela TV, rádio ou ao vivo. Fale qual foi o momento em que você se emocionou, soltou aquele grito “VAI, VAI, VAI!!!”. Aquele momento em que você chorou. Aquele momento em que você não acreditou no que viu ou ouviu. Aquele momento em que você entrou em êxtase por causa de um final incrível ou uma ultrapassagem que só se vê uma vez na vida.

Só para engrenar um pouco, o momento mais marcante que eu presenciei na F1, foi o GP Brasil de 2008. Nada de mais.

Esse post é para descobrir quem é passa por aqui, os seus gostos, o número da senha do seu MSN ou do cartão de crédito e quem é que manda spams para este blog. Até algum dia!

É incrível como mudamos de opinião ou qualquer outra coisa num piscar de olhos. Ontem, a Maria de Villota sofreu um grave acidente em Duxford, na Inglaterra. Sofreu ferimentos na cabeça. Ficou desacordada por alguns minutos. Chegaram a pensar que ela estava morta. Como disse ontem, achava que Maria de Villota era uma piloto ruim. E de fato, ela é.

Com um pensamento desse, qualquer um poderia dizer que o acidente foi todo culpa dela. E de fato, foi isso que pensei. Como sou uma pessoa que age mais do que pensa, postei ontem pensando (vejam a ironia) que o acidente não foi grave. “Ah, foi só uma batidinha, daqui a pouco ela vai pilotar um carro esporte daqui a uns dias”,Foi o que eu pensei. Até falei que só precisava de uns band-aids e uns dias descansando para voltar a ficar boa. Errado.

Hoje de manhã, vi no Twitter que Maria de Villota ia perder o olho direito. Busquei mais informações e sim, ela vai perder o olho direito. A Marussia publicou uma nota dizendo que após a cirurgia que De Villota que ela tinha perdido a visão do olho direito. Fiquei com um sentimento que nunca tinha sentido antes. A de sentir que alguém que gostava, iria morrer. Na verdade, já tinha sentido sim. Quando o meu irmão morreu, a minha família ficou de luto por alguns dias. Mas ainda me emociono quando falo sobre ele.

Percebi que não tinha sido um simples acidente. Mas sim, foi pior do que pensava. Não podemos dizer que a culpa do acidente foi de Maria. Ainda mais porque não foi mesmo. Talvez, o carro tenha sido o culpado. Já que pelos testemunhos de pessoas que estavam ali presentes no momento do acidente.

Aliás, não se pode mesmo dizer que foi culpa dela. Ela já tinha alguma experiência com os monopostos da F1 quando testou em Paul Ricard com uma Renault de 2009.

Não estou dizendo que mudei de opinião quanto à achar que ela é uma piloto ruim. Ainda acho isso. Mas presto meu apoio por aqui. Ela perdeu o olho direito. Talvez tenha perdido a carreira no automobilismo. Mas ela não perdeu a vida. O que é bom.

Mas eu queria muito que ela pilotasse um F1 numa corrida de F1. Ou ela ou Susie Wolff. E com tristeza eu finalizo esse post. Fuerza Maria de Villota!

Ontem foi anunciado que a piloto de testes, Maria de Villota, ia fazer um teste em linha reta no Aeroporto de Duxford. Marcado para hoje de manhã. Mas no final da primeira volta. Quando De Villota (não é De Vitóla, como disse Luciano Burti) ia entrar numa espécie de box. Segundo testemunhas, o carro simplesmente acelerou e De Villota acabou batendo forte num caminhão que estava parado ali perto da pista.

Como não sou de ferro, não acordo cedo e sempre sou o último a saber das coisas. Só soube do acidente quase 6 (!) horas depois do ocorrido via Facebook. Era para eu ver mais cedo, mas estava com preguiça, dormindo acordado e com o cabelo bagunçado (sim, o meu cabelo quase passa do meu pescoço). Como um bom homem faria, eu simplesmente pensei: “Bem que eu postei no blog dizendo que ela era ruim” . E de fato, achava que ela era ruim (ela é), mas aprendi a ter uma simpatia com ela desde que a Susie Wolff também entrou na F1 via Williams. Algo que normalmente um machista iria pronunciar, devo dizer.

Logo descobri que foi por causa do péssimo MR-01. O que aconteceu com ela? Ela ficou 15 minutos dentro do cockpit imóvel enquanto o parco atendimento médico estava em algum lugar por aí. Chegaram a pensar que ela tivesse morrido por ter ficado tanto tempo imóvel. Depois dos 15 minutos, De Villota mexeu as mãos e eles perceberam que ela, de fato,, não havia morrido. Ainda bem.

E ela foi para o hospital. Foi constatado de que De Villota sofreu alguns arranhões na cabeça. Nada que um Band-Aid e uns dias de descansando não resolvam. Por incrível que pareça, o capacete pode ter salvado a vida dela. Já que ele sofreu mais danos que a própria De Villota. No hospital, o pai de Maria, Emilio, falou com a filha. Agora ela está em estado estável no hospital de AddenBrooke.

No Twitter, como seria de costume. Vários homens machistas falaram mal dela. Ignorantes devo dizer. O acidente foi de fato feio. Tanto que os personagens da F1 e do resto prestaram seu apoio pelo Twitter, Facebook, Blogger, WordPress, MSN, jornal municipal, carta a namorada ou conversa de bêbados.

De resto, torço para que ela se recupere, ganhe a super-licença, corra num GP de F1, seja a primeira mulher a vencer na F1 e seja a primeira mulher a ser campeã de F1. É sério. Forza De Villota!

Tuíter

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