You are currently browsing the category archive for the ‘Especial tragédias de Ímola 1994’ category.

A última parte do Especial tragédias de Imola 1994. A do funeral de Ayrton Senna no dia 5 de maio de 1994. São fotos comoventes de um grande piloto, talvez o mais completo de todos.

O funeral de Senna, em São Paulo, no dia 5 de maio, reuniu aproximadamente 500 mil pessoas que revestiram as ruas para assistir a passagem do caixão. O rival de Senna, Alain Prost, estava entre as pessoas que carregavam o caixão funerário. Além dele, ladearam o caixão do tricampeão: Emerson Fittipaldi, Damon Hill, Gerhard Berger, Christian Fittipaldi, Rubens Barrichello, Jackie Stewart, Raul Boesel, Roberto Pupo Moreno, Johnny Herbert, Derek Warwick, Pedro Lamy e Thierry Boutsen. A maior parte da comunidade da Fórmula 1 assistiu ao funeral de Senna; porém o presidente da Federação Internacional de Automobilismo (FIA), Max Mosley, assistiu ao funeral de Ratzenberger, que aconteceu no dia 7 de maio de 1994 em Salzburgo, na Áustria. Mosley disse depois em uma entrevista coletiva dez anos mais tarde, “Eu fui para o funeral dele porque todo o mundo foi no de Senna. Eu pensei que era importante que alguém fosse no dele“.

Termino esse especial com a célebre frase de Galvão Bueno quando Ayrton vencia:

“AYRTON, AYRTON, AYRTON, AYYYYYYYYYRTON…SENNA DO BRASIIIIIL!!!!!!”

Penúltima parte do Especial tragédias de Imola 1994. Mas confesso gostaria que não tivesse que estar terminando desse jeito, apesar de nunca ter visto Ayrton Senna correr. Não era para estar terminando desse jeito. Vamos logo ao que interessa antes que eu comece a ficar triste.

Na sétima volta, a direção do Williams não obedece ao seu comando e vai direto contra o muro da curva Tamburello a 210 km/h (130 mph),a mesma que Nelson Piquet sofreu um acidente nos treinamentos de 1987 pela Williams e Gerhard Berger no ínício da corrida em 1989 pela Ferrari.

Às 14h17min (hora local de Imola), uma bandeira vermelha foi mostrada para indicar que a corrida foi interrompida e Sid Watkins chegou ao local para tratar de Senna. Quando uma corrida é parada sob bandeira vermelha, os carros têm que reduzir a velocidade e retornar aos boxes ou ao grid de largada até notificação posterior. Isto protege os fiscais de corrida e o corpo médico no local da batida, e permite acesso mais fácil de carros médicos até o incidente. Aproximadamente dez minutos depois da batida de Senna, a equipe Larrousse misteriosamente permitiu que um de seus pilotos, o francês Érik Comas (campeão da Fórmula 3000 em 1990), deixasse o pit, apesar do circuito estar fechado sob bandeiras vermelhas. Freneticamente, os fiscais de corrida acenaram-o quando ele chegou a cena do acidente a quase velocidade máxima. Durante alguns minutos as comunicações no circuito haviam entrado em colapso permitindo que o piloto deixasse o pit-stop e retornasse à corrida. Comas evitou bater em quaisquer das pessoas ou carros que estavam no circuito, mas, diante da cena do acidente de Ayrton, ficou tão aflito (Comas era amigão de Senna e foi até salvo por Senna, após um acidente grave em Spa em 1992) com o que viu que se retirou da prova. As imagens de Senna sendo tratado em cobertura mundial (fornecido pela emissora italiana RAI) foram muito gráficas, e da BBC ligada à sua própria câmera estava focada no pitlane. Senna foi erguido da Williams destruída e levado de helicóptero para o Hospital Maggiore, perto de Bolonha. Equipes médicas continuaram o tratando durante o voo. Trinta e sete minutos depois do acidente, às 14h55min da hora local, foi reiniciada a corrida.

Duas horas e 20 minutos depois que Schumacher cruzou a linha de chegada, às 18h40min, hora local, a Dra. Maria Teresa Fiandri anunciou que Ayrton Senna tinha morrido. O horário oficial da morte foi dado, no entanto, como 14h17min da hora local, significando que Senna tinha morrido instantaneamente. A causa de morte estabelecida por uma autópsia é que um pedaço da suspensão do carro perfurou o capacete dele e o crânio.

Amanhã, a última parte do Especial tragédias de Imola 1994.

Acharam que ia ser o acidente do Senna, não é. Motivo: um especial de três partes é muito pouco para um especial.

 

No começo da corrida, o finlandês J.J. Lehto não conseguiu largar com sua Benetton e ficou parado no grid na quinta posição. O português Pedro Lamy da então paupérrima, mas tradicional Lotus Mugen-Honda, que largou na vigésima-segunda posição, tinha sua visão bloqueada por outros carros e não o percebeu, acertando em cheio a traseira do Benetton-Ford. Partes da carenagem do carro e pneus voaram pelo ar contra a cerca de segurança projetada para proteger os espectadores no grid de largada. Porém, nove pessoas sofreram ferimentos leves após um dos pneus ultrapassar a cerca.

Amanhã, o acidente fatal de Ayrton Senna.

Continuando com o especial de Imola 1994. Hoje, Roland Ratzemberger na curva Villeneuve.

Foi aí que tudo começou

Olha o sangue no capacete. Ali. Logo acima do visor do capacete. Se ainda não viu, veja a foto abaixo

Roland Ratzenberger tinha atropelado uma zebra da chicane Acqua Minerali na volta anterior, impacto no qual se pensa ter danificado sua asa dianteira. Ao invés de retornar para os boxes, ele continuou outra volta rápida. Correndo a 306 km/h, seu carro sofreu uma quebra da asa dianteira que o deixou incapaz de controlá-lo. Por conta disso, Ratzenberger falha ao contornar a curva Villeneuve em seu Simtek, choca-se com a barreira de concreto oposta quase que sobre-cabeça e ficou gravemente ferido. Embora a célula de sobrevivência permanecesse em grande parte intacta, a força do impacto lhe infligiu uma fratura basal craniana.

A sessão foi parada e os quarenta minutos restantes foram então cancelados. Mais tarde, no hospital, foi anunciado que Ratzenberger faleceu como resultado das múltiplas lesões sofridas. – “Querido Roland: todos que também participam de corridas entendem porque você amava tanto este esporte e arriscava sua vida por ele. E aos outros, que nunca participaram, não dá para esclarecer exatamente por isto” Niki Lauda no funeral de Roland.

Eu fui para o funeral dele porque todo o mundo foi no de Senna. Eu pensei que era importante que alguém fosse no dele“. Max Mosley que foi no funeral de Ratzenberger e não foi no funeral de Senna.

Amanhã, surpresas.

Iniciando um novo especial no blog. Tivemos 4 tragédias naquele final de semana negro no Autodromo Enzo e Dino Ferrari. Não vou falar quais porque você já deve saber. Mas como me falta tempo e tenho várias coisas a fazer. Esse especial só vai mostrar fotos daquele final de semana fatídico. Mas vou fazer uma breve descrição de como foi o acidente. Começando com o acidente de Rubens Barrichello na Variante Bassa.

Rubens Barrichello sai para fazer sua volta rápida nos treinos de sexta. De repente, ele escapa na Variante Bassa, voa por cima de uma zebra, seu carro literalmente voa, o carro bate no topo da barreira de pneus, seu carro capota várias vezes e seu carro acaba por parar de cabeça para baixo.

Rubens voltou à reunião de corrida no dia seguinte, mas o nariz quebrado e o gesso no braço o forçaram a abandonar as pistas no resto do fim de semana. Dez anos depois do acidente, Damon Hill, piloto da equipe Williams-Renault na ocasião, descreveu o sentimento após o acidente dizendo: “Todos nós continuamos os treinos correndo tranquilos, com a certeza de que nossos carros eram duros como tanques e nós podíamos ser abalados, mas não feridos.

Amanhã, o acidente de Roland Ratzemberger.

Tuíter

Erro: o Twitter não respondeu. Por favor, aguarde alguns minutos e atualize esta página.

Calendário

abril 2017
D S T Q Q S S
« maio    
 1
2345678
9101112131415
16171819202122
23242526272829
30  

Enter your email address to subscribe to this blog and receive notifications of new posts by email.

Junte-se a 18 outros seguidores