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E acabou a série sobre os carros de 2007. Semana que vem, eu começo a série sobre os carros de 2008.

Junto ao McLaren MP4-22, o F2007 foi absoluto, dominante em toda a temporada de 2007. Uma boa evolução de seu antecessor, o F2007 tinha um entre eixos maior em cerca de 85 mm para maximizar a aerodinâmica do carro.
A aerodinâmica era bastante semelhante a do modelo anterior, com leves mudanças nas laterais do carro, assim como na asa dianteira do modelo. O F2007 sempre estava na liderança, ou brigando por ela.
 
 

Por fim, a famosa equipe vermelha arrebatou nada mais que 9 vitórias, e garantiu o primeiro título de Kimi Raikkonen, estreante na Ferrari, substituindo Michael Schumacher. O finlandês venceu o campeonato na última corrida, após seus concorrentes Lewis Hamilton e Fernando Alonso ficaram sem chances para arrebatar o caneco.

 
Dados:
Equipe: Scuderia Ferrari
Designers: Aldo Costa
Nicholas Tombazi
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Dados técnicos:
Chassis: Feito de fibra de carbono, monocoque
Suspensão: Feita de fibra de carbono e alumínio, sistema pushrod com molas ativadas, independente (suspensões dianteira e traseira)
Motor: Ferrari 056, 2.4 litros, V8 com inclinação de 90°, aspirado naturalmente, montado longitudinalmente
Transmissão: Ferrari, 7 velocidades, e uma reversa (marcha ré), semi automática, sequencial, feita de fibra de carbono
Combustível: Shell
Pneus: Bridgstone
Peso: 605 kg
————–
Pilotos:
5 Felipe Massa
6 Kimi Raikkonen
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Pontos: 204
Corridas: 17
 
Vitórias: 9
Poles: 9
Voltas mais rápidas: 12
Posição no Campeonato de Construtores: 1°

O MP4-22 junto ao Ferrari F2007, foi o carro dominante da temporada de 2007. O carro, uma boa evolução de seu antecessor, o mal sucedido MP4-21, apresentava diversas mudanças aerodinâmicas, como nas asas dianteiras que mostravam um inovador “arco”, e que virou uma certa tendência nos anos seguintes.

 

 

O carro se mostrou bastante consistente nos pontos, assim como um carro um tanto confiável, sem quebras mecânicas nas suas primeiras 15 corridas, um ótimo número. Guiado pelo estreante Lewis Hamilton, e o atual bi campeão Fernando Alonso, o carro nunca saía da zona de pontuação, e com tal constância, a McLaren brigava pelo título com a Ferrari.

 

No entanto, a McLaren foi pega num grande escândalo de espionagem envolvendo a Ferrari. Um funcionário do time de Woking havia comprado dados secretos sobre o modelo da Ferrari, e com resultado deste trama, a equipe se viu prejudicada, e além de pagar uma bagatela em dinheiro, foi desclassificada do Mundial de Construtores.
Porém, Lewis Hamilton vinha fazendo de sua temporada de estreia, uma das melhores já vistas por muitos, chegando líder nas corridas finais, quando seu reinado começou a cair. O inglês perderia seu título no GP do Brasil, quando só dependia de seu resultado para ser campeão, e logo nas primeiras voltas, ficava para trás, com problemas na largada. Fernando Alonso não conseguiu muito, e o vencedor do campeonato foi uma grande zebra, Kimi Raikkonen, o menos cotado para o título.

 

Dados:

 

Equipe: McLaren

 

Designers: Pat Fry (Chefe de engenharia)
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Dados técnicos:

 

Chassis: Moldado em fibra de carbono e alumínio, monocoque

 

Suspensão: Feita de fibra de carbono e alumínio, sistema push rod, independente (suspensões dianteira e traseira)

 

Motor: Mercedes Benz FO 108T 2.4 litros, V8, aspirado naturalmente, montado longitudinalmente

 

Transmissão: McLaren, 7 velocidades e uma reversa (marcha ré), semi automática, sequencial

 

Combustível: Mobil

 

Pneus: Bridgstone
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Pilotos:

 

1 Fernando Alonso

 

2 Lewis Hamilton
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Pontos: Desqualificada

 

Corridas: 17

 

Vitórias: 8

 

Poles: 8

 

Voltas mais rápidas: 5

 

Posição no Mundial de Construtores: Desqualificada

O F1.07 foi um dos destaques da temporada de 2007, e marcava uma grande evolução da equipe BMW Sauber, logo em seu segundo ano. O carro foi apontado como surpresa da temporada nos testes da pré-temporada, e de fato que ele foi, batalhando com os carros das equipes grandes, Ferrari e McLaren.

O carro apresentava linhas fortes e agressivas, e era uma visível evolução de seu antecessor, o F1.06. Foi o primeiro carro totalmente construído pela BMW, que comprara a Sauber um ano antes. O carro se mostrou constante nas primeiras posições, incomodando as Ferrari e as McLaren, com Robert Kubica, que fazia seu primeiro ano completo de F1, e o experiente Nick Heidfeld.

Um fato interessante sobre este carro, foi o forte acidente de Kubica no GP do Canadá. O polonês destruiu totalmente o carro, em um dos acidentes mais graves daquela década. Porém, tudo acabou bem com Kubica saindo sem lesões, ainda que sendo substituído por Sebastian Vettel no próximo GP.

Acima a asa traseira usada no Canadá.

Por fim, o carro arrebatou bons 101 pontos, suficientes para levar a BMW Sauber ao 2° lugar dos Construtores, lembrando que a McLaren foi excluída do mesmo.

                                                           Asa traseira utilizada em Monza

Dados:

Equipe: BMW Sauber

Designers: Jorg Zander
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Dados técnicos:

Chassis: Moldado em fibra de carbono, monocoque

Suspensão: Feita de fibra de carbono e alumínio, sistema pushrod ativado, independente (Suspensões dianteira e traseira)

Distância entre-eixos: 3,110 mm

Motor: BMW P86/7 2.4 litros, 90°, V8. Aspirado naturalmente, montado logitudinalmente

Transmissão: BMW Sauber, 7 velocidades e uma reversa (marcha ré), sistema “Quick Shift Gearbox (QSG)”. Sequencial, semi automática

Peso: 605 kg

Combustível: Petronas

Pneus: Bridgstone
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Pilotos:

Nick Heidfeld

Robert Kubica

Sebastian Vettel
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Pontos: 101

Corridas: 17

Vitórias: 0

Poles: 0

Voltas mais rápidas: 0

Posição no Mundial de Construtores: 2°

O carro para a temporada de 2007 de F1 da Renault foi um fracasso. Pode-se dizer isso, pois nos dois anos anteriores, a Renault foi absoluta, conquistando dois títulos com Fernando Alonso. O carro, era muito similar ao seu bem sucedido antecessor, entretanto não conseguiu os mesmos resultados. Apresentava algumas mudanças, como a asa traseira, as laterais, estas com os retrovisores acoplados. O carro aparecia com mudanças também na sua pintura, que deixou o azul claro com amarelo, para um branco, com detalhes em laranja e azul, por causa de novos patrocinadores.

O carro era bom, mas não o suficiente para lutar com BMW, e principalmente com McLaren e Ferrari. Estava frequentemente nos pontos, com os dois piltos do time, o já veterano Giancarlo Fisichella, e o novato finlandês Heikki Kovalainen. O melhor resultado do time foi um segundo lugar inesperado no GP do Japão, com Kovalainen. A corrida marcada pela chuva foi caótica, e muitos acidentes aconteceram. Aproveitando-se disto, Kova conseguiu um merecido segundo lugar.

A Renault, vendo que o carro não conseguiria resultados melhores, preferiu focar no desenvolvimento do carro de 2008, terminando a temporada de 2007 no 3° lugar, com 51 pontos.

Dados:

Equipe: Renault F1

Designers: Bob Bell
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Dados técnicos:

Chassis: Moldado em fibra de carbono e alumínio, monocoque

Suspensão: Feita da fibra de carbono e alumínio, sistema push rod, independente (suspensões dianteira e traseira)

Motor: Renault RS27, 2.4 litros, V8, montado logitudinalmente a 90°, aspirado naturalmente

Transmissão: Renault, sete velocidades, e uma marcha reversa. Sequencial, semi automática

Combustível: Elf

Pneus: Bridgstone
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Pilotos:

3 Giancarlo Fisichella

4 Heikki Kovalainen
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Pontos: 51

Corridas: 17

Vitórias: 0

Poles: 0

Voltas mais rápidas: 0

O texto sobre a pista de Le Mans Bugatti vai ser adiado para amanhã,ou quem sabe para depois de amanhã se eu arrumar tempo.Hoje veja como era o Williams FW29.

O primeiro carro equipado com motores japoneses desde o período no qual usara os Honda, na década de 80, foi um bom carro. A Williams trocara os relativamente fracos Cosworth para os Toyota, com apoio de Kazuki Nakajima, piloto de testes nipônico que trouxe a montadora para fornecer os motores.

 

 

O carro apresentava diversas mudanças, a começar por uma nova asa dianteira , que chamou a atenção na época. A Williams tentava apagar o péssimo campeonato de 2006, e com este carro conseguiu. Guiado por Nico Rosberg, em seu segundo ano de F1,e o veterano Alex Wurz, o carro mostrou mais desempenho que seu antecessor e também uma maior confiabilidade, com melhorias no motor e no escapamento para consertar os erros de 2006.

 

 

O carro no final das contas brigava geralmente para ficar nas posições intermediárias, frequentando o Top 10 com alguma frequência, e marcando pontos mais no para o final do ano, conseguindo 33 pontos, e a quarta posição no Campeonato de Construtores.

 

 

 

Dados:

 

Equipe: Williams F1

 

Designers: Sam Michaels (diretor técnico)
Loic Bigois (Chefe de aerodinâmica)
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Dados técnicos:

 

Chassis: Monocoque moldado em fibra de carbono e alumínio

 

Suspensão: Sistema push rod, molas de torção, independente nas quatro rodas (suspensões dianteira e traseira)

 

Motor: Toyota RVX-07, 2.4 litros, V8 90°. Aspirado naturalmente, montado logitudinalmente

 

Transmissão: Williams/Xtrac, 7 velocidades e uma marcha reversa (marcha ré). Semi automática, sequencial
 

 

Combustível: Petrobras

 

Pneus: Bridgstone
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Pilotos:

 

16 Nico Rosberg

 

17 Alexander Wurz

 

17 Kazuki Nakajima (substituindo Wurz na última etapa)
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Pontos: 33

 

Corridas: 17

 

Vitórias: 0

 

Poles: 0

 

Voltas mais rápidas: 0

 

Posição no Campeonato de Construtores: 4° (A McLaren foi excluída deste campeonato)

 

 

 
 


 


O carrou causou muitas discussões no circo da F1, pois o carro utilizado pela “equipe irmã” da Red Bull, a Toro Rosso, era idêntico ao RB3. Mesmo com tantas similaridades, a Red Bull conseguiu correr com os dois carros. Olhando a parte aerodinâmica, o desenho mudara um bocado em comparação ao seu antecessor, e assumindo ares de McLaren, isso sendo explicado mais uma vez pelo projetista do carro, Adrian Newey, que por muito tempo integrou o time de Woking.

O RB3 conseguiu bons resultados, com Coulthard chegando a liderar sessões de testes na pré-temporada, e com sucessivas participações no Q3 pelas mãos de Mark Webber. O carro, assim como outros, sempre estava frequentando posições intermediárias, ainda que marcando bons pontos algumas vezes, com um terceiro lugar de Webber como o melhor resultado. Ao final da temporada, o time austríaco melhorou seu desempenho em relação ao ano de 2006, e marcando 24 pontos, conquistando a 5° posição no Mundial de Construtores.

O primeiro carro inteiramente projetado por Adrian Newey na Red Bull, conseguiu bons resultados na temporada na qual participou. O carro, além de ser marcado como projeto do renomado Newey, andava agora com motores Renault, substituindo os Ferrari utilizados em 2006, estes que agora equipavam a Toro Rosso.

Dados:

Equipe: Red Bull Racing

Designers: Adrian Newey
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Dados técnicos:

Chassis: Moldado em fibra de carbono, monocoque

Suspensão: Feita de fibra de carbono e alumínio, sistema push rod, independente (suspensões dianteira e traseira)

Motor: Renault RS27, 2.4 litros, V8, aspirado naturalmente, montado longitudinalmente

Transmissão: 7 velocidades e uma marcha reversa (marcha ré), câmbio sequencial, semi automática

Combustível: Elf

Pneus: Bridgstone
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Pilotos:

14 David Coulthard

15 Mark Webber
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Pontos: 24

Corridas: 17

Vitórias: 0

Poles: 0

Voltas mais rápidas: 0

Posição no Mundial de Construtores: 5°

O TF107 proporcionou um péssimo ano para a equipe Toyota. O carro, mais parecia uma evolução de seu antecessor, e não fez tão bonito como o mesmo. As mudanças visíveis, eram sutis, para optimizar algumas áreas, e assim aumentar a aerodinâmica do carro, como exemplo as asas dianteira e traseira.

 

O posicionamento do motor estava 100 milímetros à frente, e isto foi conseguido pelo novo desenho do monocoque. A Toyota em 2007 começou a fornecer motores para a Williams, sendo que o time inglês fornecia ao japonês sua caixa de marchas, desenvolvida em uma parceria entre ambas, ainda que não fossem completamente iguais.
 
Entretanto, todas as mudanças acima não repercutiram em resultados, e isto sendo provado pelas posições de chegada, e as frequentes posições intermediárias ocupadas pelo time.

 O TF107 guiado por Ralf Schumacher, que se despedia das pistas, e por Jarno Trulli, terminou o ano com magérrimos 13 pontos, uma verdadeira decepção, se tratando de uma equipe com certa experiência e um bocado de dinheiro para investir.

 

 
Dados:
Equipe: Toyota F1

 

Designers: Pascal Vasselon
Luca Mamorini
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Dados técnicos:

 

Chassis: Monocoque moldado em fibra de carbono

 

Suspensão: Feita de fibra de carbono e alumínio, sistema push rod ativado, independente (suspensões dianteira e traseira)

 

Motor: Toyota RVX-07, 2.4 litros, V8, aspirado naturalmente e montado logitudinalmente

 

Transmissão: Toyota/Williams F1, 7 velocidades, e uma marcha reversa (marcha ré), sequencial, semi automática

 

Combustível: Esso

 

Pneus: Bridgstone
——————

 

Pilotos:

 

11 Ralf Schumacher

 

12 Jarno Trulli
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Pontos: 13

 

Corridas: 17

 

Vitórias: 0

 

Poles: 0

 

Voltas mais rápidas: 0

 

Posição no Mundial de Construtores: 6°

 

Assunto nulo outra vez,mas tenho outros posts na minha caixola mirabolante.Envolvem a França e a Apple.

O segundo carro da Toro Rosso na F1 pode ser chamado no mínimo de polêmico. Este carro, possuía a mesma base do Red Bull RB3, o carro da equipe irmã” da STR. Algumas equipes se manifsteram contra isto, como a Williams e a Spyker, mas mesmo assim, ficou provado que eram carros diferentes, e o STR2 correu do mesmo jeito.

 

 

 

Apesar das semelhanças, os upgrades para os dois carro foram diferentes, assim como o desempenho. A STR agora corria com os motores fornecidos pela Ferrari, substituindo os Cosworth anteriores. Desenvolvido pelo famoso Adrian Newey, o carro não conseguiu tudo que era esperado, com várias quebras relacionadas ao câmbio. Para a segunda metade do campeonato o carro adquiriu uma maior confiabilidade, chegando ao melhor resultado do time, e também os únicos pontos: um 4° lugar de Vettel e um 6° de Liuzzi.

 

Temporada de 2008:

 

 

A STR ainda usou o STR2 para o início da temporada de 2008, enquanto terminava de desenvolver seu novo bólido. Porém este STR2 era chamado de STR2B, pois apresentava mudanças para optimizar o desempenho, ainda que com a mesma base do carro de 2007.
Dados:

 

Equipe: Scuderia Toro Rosso

 

Designers: Adrian Newey
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Dados técnicos:

 

Chassis: Monocoque moldado em fibra de carbono

 

Suspensão: Feita de alumínio, titânio, e fibra de carbono, sistema pushrod, independente (suspensões dianteira e traseira)

 

Motor: Ferrari 056, 2.4 litros, V8, limitado a 19.000 RPM, aspirado naturalmente, montado logitudinalmente

 

Transmissão: 7 velocidades, e uma marcha reversa (marcha ré), sequencial, semi automática, montada longitudinalmente
 

Pneus: Bridgstone

Rodas: AVUS Racing
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Pilotos:

2007

18 Vitantonio Liuzzi

19 Scott Speed

19 Sebastian Vettel (substituiu Speed no 11° GP)
——

2008

14 Sébastien Bourdais

15 Sebastian Vettel
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Pontos: 2007 – 8 pontos

2008 – 2 pontos

Corridas: 18 GPs em 2007

4 GPs em 2008

Vitórias: 0

Poles: 0

Voltas mais rápidas: 0

Posição no Mundial de Construtores: 7°(2007)

Assunto nulo.Então vou continuar com a série dos carros de 2007.Hoje,o Honda RA107.

O segundo carro completamente desenvolvido pelos nipônicos da Honda na F1, foi um dos fracassos da temporada de 2007. O RA107 chamou bastante atenção no início da temporada, por apresentar uma pintura inteiramente nova, inédita assim por dizer na F1. O carro tinha em sua pintura o globo terrestre, sem nenhum tipo de patrocínios a mostra.Pintura que acho que apenas eu gostei. 

Entretanto, o bólido não foi rápido o suficiente na temporada. Na primeira corrida os pilotos Rubens Barrichello e Jenson Button sofreram para qualificar o carro nas posições intermediárias, uma grande surpresa, pois muitos apostavam numa Honda mais forte para o ano de 2007. O desempenho pífio, sendo algumas vezes até superado pelo carro da equipe irmã, a Super Aguri, continuou durante a temporada.

Apesar de confiável, o carro sofria pela falta de performance, sendo que somente no 8° Gp a Honda pontuou pela primeira vez com o RA107. O bólido provou ser o pior do grid no GP da Hungria, com Barrichello extraindo o máximo do carro, e só conseguindo chegar em 18°, o último. Com alguns updates na asa dianteira inspirados na Spyker, a Honda conseguiu um certo ganho de performance, mas foi com o pacote inicial aerodinâmico que os nipônicos chegaram ao segundo ponto na temporada.

E ao final da temporada, mais uma vez pelas mãos de Button, a Honda conquistou mais alguns pontos com o melhor resultado do time, um 5° lugar no caótico GP da China daquele ano.

Dados:

Equipe: Honda Racing F1

Designers: Shuhei Nakamoto (Diretor técnico)
                Mariano Alperin-Bruvera (Chefe de aerodinâmica)
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Dados técnicos:

Chassis: Moldado em fibra de carbono, monocoque

Suspensão: Feita de fibra de carbono e alumínio, com molas de torção e sistema push rod, suspensão independente (Suspensões dianteira e traseira)

Motor: Honda RA807E 2.4 litros, 90° de inclinação, V8, aspirado naturalmente, montado logitudinalmente

Transmissão: Honda, 7 velocidades e uma reversa (marcha ré), sequencial, semi auomática

Combustível: Eneos

Pneus: Bridgestone
——————-
Pilotos:
Jenson Button

Rubens Barrichello
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Pontos: 6

Corridas: 17

Vitórias: 0

Poles: 0

Voltas mais rápidas: 0

Posição no Mundial de Construtores: 8°

Continuando a série sobre os carros de 2007(não são os de 2006),agora com o Super Aguri SA07.

O segundo carro do time B da Honda, foi também o mais bem sucedido da equipe. O carro causou certa polêmica, assim como o caso da Red Bull e da Toro Rosso, mas um tanto diferente. Algumas equipes alegavam que o SA07 nada mais era o Honda RA106, carro que a Honda utilizara no ano anterior, porém modificado para obter melhores resultados.

A FIA considerou o carro, e assim mesmo a Super Aguri correu. Apesar de ser na base, um RA106, o SA07 apresentava mudanças aerodinâmicas em relação ao Honda de 2006.  O carro se mostrou muito superior em desempenho ao seu antecessor. Pilotados pelo experiente japonês Takuma Sato, e o inglês Anthony Davidson, o carro apesar de toda a melhora, frequentava as últimas posições do grid, disputando posições com a Spyker, a Honda e a STR, ainda que mais atrás que estes times citados.

Sato marcou os primeiros e heróicos pontos da Aguri no Gp da Espanha, chegando num merecido 8° lugar. Duas corridas após este fato, o mesmo Sato chegava em um belíssimo 6° lugar, neste Gp chegando até a ultrapassar o bi-campeão Fernando Alonso de McLaren. Ao fim do glorioso ano para a Super Aguri, o time somava 4 pontos, sua melhor colocação nos Construtores em todas as temporadas na qual competiu.

Dados:

Equipe: Super Aguri F1

Designers: Peter McCool
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Dados técnicos:

Chassis: Monocoque moldado em fibra de carbono

Suspensão: Feita de fibra de carbono e alumínio, molas de torção, sistema push rod, independente (suspensões dianteira e traseira)

Motor: Honda RA807-E, V8, aspirado naturalmente, montado logitudinalmente

Transmissão: Super Aguri, 7 velocidades e uma marcha reversa (marcha ré), eletro-hidráulica, sequencial semi automática

Pneus: Bridgestone
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Pilotos:
22 Takuma Sato

23Anthony Davidson
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Pontos: 4

Corridas: 17

Vitórias: 0

Poles: 0

Voltas mais rápidas: 0

Posição no Mundial de Construtores: 9° lugar

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