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O assunto é nulo. Eu sei. Tem aquela disputa pela vaga na Williams e na HRT. Tem Adrian Sutil nos tribunais, etc e etc. Como o título fala por si só, eu vou apresentar as 11 vitórias caseiras mais legais da F1. Mas porque 11. Porque eram para ser 10, mas me lembrei de outra importante.

11- Felipe Massa, Interlagos, 2006

Quando a alegria brasileira voltou para Interlagos

Em 2006, havia aquela angustia dos torcedores brasileiros. Desde 1993 um brasileiro não ganhava num GP Brasil de F1. Tinha o Barrichello, mas o azar sempre esteve ao seu lado em Interlagos (2009 foi o cúmulo) . Felipe Massa foi lá e cravou a pole-position. O que animou muitos brasileiros, inclusive aqueles que votaram naquelas curiosas cabines de votação para ver quem ia ser campeão.

Felipe Massa honrou seu macacão tupiniquim e venceu para a alegria dos torcedores brasileiros que apareceram em Interlagos. Essa vitória botou Felipe Massa como um dos favoritos para ser campeão em 2007.

10- Stirling Moss, Aintree, 1955

Gostou de ser vice

Uma vitória suada contra um dos maiores de todos os tempos ou um presente daquele maestro que era seu companheiro de equipe?

Stirling Moss é cavalheiro demais para pedir algo assim a Fangio, mas conquistar essa vitória incrível em Aintree 55 foi perfeito para Moss.

Só que a distânica de 0,2s de um para o outro foi controversa. Ate hoje não sabemos – e talvez nunca – se a corrida foi realmente vencida por Moss ou foi Fangio que abriu a porteira para o inglês.

9- Juan Manuel Fangio, Buenos Aires, 1955

No sangue e no suor

O GP da Argentina quase sempre começava as temporadas de Fórmula 1, e Juan Manuel Fangio quase sempre vencia a corrida, mas porque o GP de 1955 foi de fato mais importante que os outros?

Com temperatura de pista na casa dos 40° e em uma época em que o limite de 2 horas de prova não era regra, as 96 voltas do GP da Argentina daquele ano foram um páreo duro. Duríssimo! Se pilotar nos dias de hoje provas “curtas”, com um carro cheio de tecnologia, já é complicado, imagine ter que trocar marchas manualmente e pilotar um carro a mais de 200 km/h sem segurança e sem direção hidráulica.

Apenas Fangio e seu colega argentino Robert Mieres completaram a distância sem entregar seu carro para outro piloto, o que era permitido na época.

Mesmo com os gases do escape quentes cauterizando sua pele, Fangio se mantinha firme e forte, enquanto seus rivais caiam fora de seus carros direto para ambulâncias com exaustão pelo calor. Fangio não arregou para vencer uma de suas vitórias mais duras na Fórmula 1.

8- Jim Clark, Aintree, 1962- Silverstone, 1963- Brands Hatch, 1964 e Silverstone, 1965

Gostou de vencer

Jim Clark era uma máquina. E ninguém vencia mais do que ele no início da década de 60. Nos GP dentro de casa então… imbatível.

Nos Grandes Prêmios de 62, 63, 64 e 65, disputados em Aintree, Silverstone, Brands Hatch e Silverstone, respectivamente, Clark liderou 314 das 317 voltas, deixando somente um restinho de três voltas para Jack Brabham, que liderou as três primeiras voltas da corrida de 62. Uma máquina de liderar as provas de casa.

7- José Carlos Pace, Interlagos, 1975

A primeira dobradinha brasileira

Em meados da década de 70 os brasileiros tinham muito que comemorar com a Fórmula 1. Emerson Fittipaldi recém conquistara dois títulos e o jovem José Carlos Pace, o Moco, vinha fazendo bonito a bordo de uma Brabham, angariando vários pontos e brigando pelas vitórias. Além disso, a partir de 75, o país tinha uma equipe na Fórmula 1. O futuro era promissor.

O vencedor dos dois GP’s anteriores, Emerson Fittipaldi, largava na primeira fila, mas quem saia na pole e surpreendia a todos era Jean-Pierre Jarier da Shadow. O francês do carro negro como uma sombra manteve a liderança por todos as voltas. Bem, por quase todas, pois a oito voltas do fim seu motor sucumbiu deixando a vitória cair no colo do brasileiro… José Carlos Pace.

Após abrir certa vantagem para Fittipaldi, Moco foi tranquilo para sua primeira e última vitória na carreira, pois pouco tempo depois viria a falecer em um acidente de avião. Emerson conseguiu segurar a segunda posição e junto com Pace cravou a primeira dobradinha brasileira da história da Fórmula 1.

6- Gilles Villeneuve, Circuit Île Notre-Dame (ou atualmente, Circuit Gilles Villeneuve) , 1978

Tudo novo para todos

A Fórmula 1 chegava a Montreal pela primeira vez, e Gilles Villeneuve correria em casa também pela primeira vez com chances de vitória. Era tudo muito novo para todos, ainda mais para o próprio Villeneuve, já que ele também buscava sua primeira vitória na categoria.

A temperatura estava mais fria que normalmente se vê em um GP, mas amena quando se fala de Montreal. E tudo isso se encaixou perfeitamente para que Villeneuve vencesse sua primeira.

Mas nem tudo foi fácil como se pareceu. Villeneuve teve a sorte de contar novamente com o azar de Jean Pierre-Jarier, que assim como no GP Brasil de 75, perdeu uma corrida praticamente ganha com sua Lotus.

Melhor para os 72 mil espectadores que vieram para a Île-Notre Dame ver de perto o GP que marcaria esta importante vitória.

5- Alain Prost, Dijon-Prenois, 1981

Primeira vitória de sua carreira veio em grande estilo

Vencer pela primeira vez na categoria já é um tremendo feito a ser comemorado por dias. E vencer esta corrida dentro de casa deve ter sido ainda mais especial para Alain Prost.

Em 1981, Dijon-Prenois recebia o Grande Prêmio da França, mas uma chuva torrencial fez com que a corrida fosse interrompida e recontinuada durante a estiagem. Naquele momento, já com 59 voltas de prova, Piquet tinha uma vantagem de sete segundos para Prost.

A chuva parou e a pista secou. Na segunda largada, Piquet caiu para o meio do grid com problemas de embreagem enquanto Prost a bordo de sua Renault Turbo abria vantagem suficiente para ser coroado com os louros da vitória pela primeira vez.

E o professor adorou essa ideia de vencer em casa. Depois de 1981, venceu em 1983, 1988, 1989, 1990 e 1993. Ninguém venceu mais vezes em casa do que ele.

4- Nigel Mansell, Silverstone, 1987

Com direito a uma ultrapassagem fenomenal em Nelson Piquet

Na velocíssima Silverstone do final da década de 80, ter um motor que despejasse “milhões” de cavalos sobre as rodas do carro era meio caminho andando para se fazer uma boa prova. E a Williams de época, com seu potente motor V6 Honda Turbo era ideal para vencer.

Ninguém se assustou quando a dupla da equipe pegou a primeira fila nos treinos classificatórios, mas certamente ficaram assustados quando Alain Prost, partindo da quarta colocação, deu o pulo do gato e pegou a ponta.

Só que nada poderia parar o ímpeto das Williams. Nem um pneu que forçou Nigel Mansell a fazer uma troca não programada de pneus quando estava em segundo e na caça de Nelson Piquet. Mas foi depois da saída de troca de pneus (que nesta época não chegava nem próximo dos três segundos de hoje) que Mansell fez jus ao seu apelido de Leão.

Como uma flecha, foi descontando mais de um segundo por volta para Piquet, quebrado recordes em cima de recordes do traçado inglês até que, a duas voltas do fim, colou no brasileiro.

Se Galvão Bueno já dizia o bordão “chegar é uma coisa, passar é outra”, com Mansell isso não pode ser aplicado. Fazendo uma manobra de gênio, deu uma sambada atrás de Piquet, fingiu que ia por fora, mas embicou sua Williams Red Five por dentro e cravou uma das ultrapassagens mais belas da história da Fórmula 1.

Após disso, foi só comemorar junto com a torcida inglesa, que quebrou o “decoro” e invadiu a pista para enaltecer o feito de Mansell.

3- Ayrton Senna, Interlagos, 1991

Esbugalhando sua embreagem nas voltas finais

Vencer o Grande Prêmio do Brasil sempre foi meta para Ayrton Senna. Mas desde 1984 disputando o mundial, Ayrton nunca conseguiu realizar tal feito. Ele disputou seis edições no Rio de Janeiro sem conseguir a vitória, mas a partir de 1990, com uma Interlagos modificada a pitacos do próprio piloto, São Paulo voltaria a sediar a prova, e quem sabe isso não traria mais sorte a ele.

E foi mais ou menos o que aconteceu. Logo na segunda edição da prova de retorno às terras paulistas, Senna conseguiu realizar o tão almejado sonho. Mas engana-se quem acha que foi fácil. O que Ayrton teve que fazer naquelas últimas voltas em Interlagos foi coisa de um piloto realmente de outro nível.

Do meio da corrida para o final, Ayrton estava com sérios problemas para colocar a quarta marcha. Ela não entrava, e quando entrava, era cuspida para fora de uma hora para outra. E com o passar das voltas, ela não entrava mais, e assim foi com a segunda, com a terceira, com a quinta… até que só restou para Ayrton a sexta marcha. A cinco voltas do fim Senna só teria essa longa marcha para realizar seu feito.

Como o próprio disse após a prova, usar uma marcha tão longa tinha dois problemas. O primeiro é que o carro não tinha força nas saídas de curva, para tentar minimizar o problema, Senna dava “clutch kicks“, desgastando o sistema de embreagem para elevar um pouco o giro do motor Honda.

O outro problema era que, na freadas, o motor empurrava o carro para fora, então, para contornar as curvas, Senna precisava segurar o carro literalmente no braço.

E para piorar ainda mais, uma chuva começou a cair a duas voltas do fim, mas nada poderia segurar Ayrton naquele dia. Ele cruzou a linha de chegada e praticamente desfaleceu. Com espasmos musculares pelo corpo todo em virtude do esforço excessivo, não conseguia sequer levantar o troféu após a conquista. Feito heroico que coroava e perpetuava ainda mais ele nos corações de todos os brasileiros.

2- Lewis Hamilton, Silverstone, 2008

Pilotagem de campeão

A Inglaterra não tinha um piloto de expressão desde Damon Hill, mas com a chegada de Lewis Hamilton à Fórmula 1 tudo mudou. Em seu primeiro ano na categoria já mostrou a que veio, mas foi no ano seguinte que ele comprovou todo o seu talento.

Correndo em casa pela segunda vez na carreira, vinha de uma fase difícil. Batidas e punições o atormentavam, e uma má posição de largada logo em seu GP caseiro não estava em seu plano ideal, ainda mais quando Northamptonshire amanheceu com chuva. Parecia que o fim de semana não seria seu.

Mas foi um ledo engano. Logo na largada já pulava de quarto para segundo, batendo rodas na primeira curva com o companheiro Heikki Kovalainen. Na volta quatro o ultrapassou e abriu vantagem na molhada Silverstone.

Só que a pista foi secando e Kimi Raikkonen encostando. Na volta 21 ambos entraram nos pits juntos, mas a chuva, neste momento, voltou a apertar. A Ferrari, tentando apostar alto, foi com pneus slicks enquanto a McLaren preferiu manter os intermediários, que logo se mostraram a opção correta, pois Raikkonen logo de cara virava um segundo mais lento que Hamilton.

Mas mesmo quem estava com pneus de chuva não conseguia segurar o ímpeto de Lewis, que em determinada parte da prova virava absurdos três segundos mais rápido que todos, terminando a prova com extrema vantagem de 1m08s de frente. Fantástico!

1- Felipe Massa, Interlagos, 2008

Era difícil. Era complicado. E porque não, para mim naquele fim de semana, achava impossível! Mas torcia, claro, pois queria ver um brasileiro campeão do mundo novamente.

Com Massa largando na pole e com Hamilton largando em quarto, comecei a ter um pouco mais de esperança no impossível. Naquele esquema: vai que… vai que chove né?

Mas não precisava ser o dilúvio que atrasou a largada da prova. Era água que saía por todos os ladrões. Pintava ali uma chance.

E Hamilton, cometendo suas corriqueiras trapalhadas e se embananando no meio do grid, hora sendo campeão (chegando entre os cinco primeiros se Massa vencesse), hora perdendo o título. Foi emocionante demais.

E assim foi Massa liderando sempre e Hamilton brigando no meio. E para dar a emoção final, a famosa chuva de Interlagos veio para complicar a vida dos gregos e troianos. Parar para trocar pneus ou não? Massa não podia arriscar. E muito menos Hamilton. Mas Glock podia.

Emoção ainda maior quando um jovem piloto da Toro Rosso dava aquele passão em Hamilton nas voltas finais, deixando o inglês em sexto e dando o título nas mãos de Massa. Um jovem alemão que seria bicampeão do mundo anos depois… esqueci o nome do rapaz.

Mas que arriscou nos pneus de seco no fim se deu mal (para o público brasileiro) já que não se aguentavam na pista. E o que o diga Glock, que não segurou a investida de Hamilton na última curva e perdeu a quinta colocação, dando o título nas mãos do inglês por incríveis um ponto. Final épico. O melhor de todos os tempos de uma temporada.

Toda vez que eu me lembro desse GP, sinto uma vontade de gritar MEEEEEEEEEERDA!!! Eu, na época com 8 anos, não tinha capacidade de acreditar que aquilo tinha acontecido.

 

Alguem faz idéia da pista

OS MELHORES DE 2011

5- DANIEL RICCIARDO

Daniel Ricciardo. Começou o ano como piloto de testes da STR. Mas no meio do ano, ganhou o emprego de Narain Karthikeyan na HRT. Correr na HRT não é a melhor coisa do mundo, mas já serve para se preparar para a STR em 2012. Deu bastante trabalho para seu companheiro, Vitantonio Liuzzi que estava acostumado a dar peias em Karthikeyan. Sempre esteve beliscando e dando trabalho para as duas Marussias. Quinto lugar merecido.

4- HEIKKI KOVALAINEN

Heikki Kovalainen nunca esteve perto de fazer um brilhante trabalho, mas fez o que podia com um carro limitado. Sempre brigou com as Williams e sempre beliscava a Q2. Detonou o seu companheiro, Jarno Trulli, mas ficou atrás de Trulli na classificação por um décimo terceiro. Kovalainen merecia uma equipe melhor do que a Caterham, mas fazer o quê de o destino o colocou na Caterham.

3- ADRIAN SUTIL

Adrian Sutil. Começou o ano mal, levando surra de seu companheiro estreante Paul di Resta. Mas deu a volta por cima e mostrou que é que manda naquela equipe. Marcou 42 pontos e passou a maior parte do ano nos pontos. Brigou com as Mercedes e as Saubers, e sempre quando um piloto das equipes grandes abandonava, ele era um dos favoritos para ser o sexto colocado. Está lutando para não ser o desempregado da vez. É realmente uma pena, Sutil estar brigando por uma vaga numa Williams. Merecia um lugar melhor.

2- JENSON BUTTON

Essa foto é muito show

Jenson Button tinha deixado claro de que 2010 era para esquecer. Button começou o ano meio tímido, mas a vitória no Canadá o botou no mapa de novo. E depois da vitória na Hungria, ficou claro de que Button era um mago na chuva. Sempre com estratégias inteligentes, sempre esteve entre os três primeiros. Depois disso, ainda venceu em Suzuka após erros nas paradas de Vettel e de Alonso. Segundo lugar merecido.

1- SEBASTIAN VETTEL

 

Sebastian Vettel foi o dominador de 2011. Teve vitórias magistrais como na Índia e em Mônaco. Mas teve erros grotescos como no Canadá e na Alemanha. Teve puro azar na China e em Abu Dhabi. Mas para comprovar que ele foi dominante, ele foi campeão com 5 etapas de antecedência. Vamos ver se Vettel vai continuar assim em 2011. Primeiro lugar merecidíssimo.

OS PIORES

5- KARUN CHANDHOK

Karun Chandhok pode só ter corrido uma vez em 2011, mas foi o suficiente para reviver Yuji Ide e fazer várias bobagens no atual circuito de Nurburgring Sudschleife. Rodou ridiculamente sozinho e foi parar na brita durante a corrida e levou uma volta das duas HRT. Imagine se tivesse corrido também na Índia ou no resto do campeonato.

4- NARAIN KARTHIKEYAN

Esses indianos não são bons pilotos. Narain Karthikeyan surpreendeu todo mundo inclusive este escriba, ao anunciar no Twitter que tinha assinado com a HRT para ser piloto titular para 2011. Já era de se esperar que Karthikeyan levasse surra de Vitantonio Liuzzi, mas não esperava que fosse uma surra tão grande. Em Valência, Karthikeyan entrou para a história ao ser o primeiro vigésimo quarto da história da F1.

3- JERÔME D’AMBROSIO

Jerome D’Ambrosio começou até que bem o ano, mas piorou incrivelmente depois a partir do meio do ano. Sempre estando atrás das HRT na qualificação. Ele não fez nenhuma barbeiragem a não ser a batida em Buddh e aquela rodada nos boxes na Hungria, mas suas perfomances na pista é que lhe renderam o codinome de Pedro de la Rosa belga. Vai ficar desempregado em 2012 porque quis.

2- NICK HEIDFELD

Nick Heidfeld. O Andrea de Cesaris de atualemente. Disse no começo do ano passado que poderia brigar pela tão sonhada vitória. Mas não foi isso que aconteceu. Chegou a conseguir um surpreendente pódio na Malásia. Mas o resto das corridas foram pífias. Até seu próprio carro disse para ele desistir logo, ao sua Lotus preta pegar fogo e depois explodir. Sinceramente eu acho que é melhor ele migrar para a DTM. Pelo menos lá, ele vai ter um pouco de fama.

1- FELIPE MASSA

Felipe Massa teve o seu pior ano na F1. Se o número 1 era o favorito de Vettel em 2011, o 6 era o predileto de Massa. Ele não só terminou o ano em sexto como também pilotou o carro nº 6, obteve seis quintos lugares, largou seis vezes na sexta posição e terminou quinze treinos livres nesta tão amada posição. Na China, ele abusou: ficou em sexto nos três treinos livres, no Q2 e Q3 da classificação e na corrida. Não preciso falar mais do que você já sabe, então que 2012 seja bem melhor para poder ouvir de novo o “FELIIIIIIIIPI MASSA, DO BRASIL!” .

Nesse final de semana, teremos o GP do Brasil de 2011. Há grande expectativa de conhecermos que será o mais novo VICE-campeão de 2011 e de rolar o primeiro pódio de um brasileiro em 2011. Veja os cinco melhores GPs do Brasil da história da F1.

5- Grande Prêmio do Brasil – Interlagos – 2006

A primeira vitória de um brasileiro em Interlagos depois de Ayrton Senna em 1993 foi de Felipe Massa em 2006. Massa usava um macacão em homenagem ao Brasil. Liderou a corrida de ponta a ponta e venceu de forma magistral para todo mundo ficar feliz. A carreira de Massa alavancou depois dessa vitória. Massa só venceu outra vez em Interlagos só em 2008. Ah, e esse GP marcou a aposentadoria de Michael Schumacher que deu um show indo para último (por causa de um pneu furado) e extraindo o máximo de seu Ferrari e completando em quarto, mas depois você sabe o que aconteceu depois com o Schummy.

Veja frases do GP do Brasil de 2006:

  • “Nunca vou esquecer esse dia. O dia que sempre sonhei e esperei. Acho que sou iluminado” Felipe Massa
  • “Tem sido um fim de semana fantástico e eu preciso de algum tempo para acreditar que sou campeão novamente” Fernando Alonso
  • “Provavelmente foi a corrida mais fácil da minha carreira.” Felipe Massa
  • “Nós tínhamos um carro insanamente rápido hoje. Provavelmente tínhamos velocidade possível para superar todos, pra ser honesto. Nós fizemos isso, de certa maneira.” Michael Schumacher
  • “Não era para ser hoje, pra mim” Michael Schumacher
  • “Estou realmente feliz por Felipe por ter sido o primeiro brasileiro a vencer aqui após Senna” Michael Schumacher
  • “Eu fui extremamente sortudo em vencer um campeonato com Schumacher ainda correndo, foi um prazer correr com ele” Fernando Alonso
  • “Acho que temos que demonstrar grande respeito por Schumacher, porque o que ele fez ficará para a história da F-1” Flavio Briatore

4- Grande Prêmio do Brasil – Interlagos – 1991

Na largada, Senna e Mansell sumiram na liderança. Senna e Mansell fazem paradas perfeitas, mas Mansell fica com um pneu furado e Senna fica sozinho na pista. Mas os problemas mecânicos aparecem. A quarta marcha foi pro saco. Tendo que passar da terceira para a quinta direto. Depois nenhuma marcha funcionava e Senna tinha que ficar segurando a alavanca para continuar. Devido a esse problema, Patrese que era segundo, chegava mais perto a cada volta. O brasileiro, terminou a corrida só com a sexta marcha funcionando normalmente. Faltando duas voltas para o final, começou a chover em Interlagos, o que acabou decidindo a corrida. Após cruzar a linha final, Senna permaneceu no carro, sem forças para sair. Depois, auxiliado, entrou em um carro da organização e foi para os boxes. No pódio ficou evidente seu esforço para obter a vitória. Ele mal conseguiu levantar a taça, precisando de ajuda para fazê-lo. Uma das melhores atuações de Senna na F1 e a primeira vitória de Senna em Interlagos. Senna só venceu em Interlagos de novo em 1993.

3- Grande Prêmio do Brasil – Interlagos – 2003

Essa corrida foi maluquinha. Chovia canivetes naquele dia. Rubinho largou na pole e depois abandonou a corrida. A chuva continuava forte e na volta 54, Fisichella passa Raikkonen que deu uma escapada. Segundos depois, Mark Webber bate na Curva do Café e em seguida, Fernando Alonso também bate por causa dos destroços do carro de Webber. Como havia muitos destroços e pneus espalhados pela pista, a organização preferiu encerrar a corrida daquele jeito.

Só que a organização declarou também que Kimi Räikkönen havia sido o vencedor. Ao invés de considerar a volta 54, a última que havia sido completada antes da interrupção, os organizadores preferiram considerar a volta 53, liderada pelo finlandês. Revoltada, a Jordan recorreu, alegando que o resultado a ser considerado é sempre o da volta anterior à da interrupção.

A FIA demorou cerca de duas semanas para chegar a um veredicto, mas chegou. E devolveu a vitória a Fisichella, dizendo serem procedentes as reclamações da Jordan. Para não deixar o italiano tristonho, foi realizada até mesmo uma pequena cerimônia em Imola, com o próprio Räikkönen entregando o troféu ao piloto da Jordan. Quem disse que alegria de pobre dura pouco?

2- Grande Prêmio do Brasil – Interlagos – 2007

Três brigando pelo título. Hamilton com uns 75% de chances de ser campeão. Alonso com uns 35% de chances. E Raikkonen tinha uns 3% de chances. Eu apostei com papai quem iria ser campeão. Eu apostei em Hamilton e papai apostou em Alonso. Hamilton erra já no começo da corrida. Alonso continuava ali no meio. Massa liderava com Raikkonen em segundo. Hamilton fazia uma corrida de recuperação e Alonso continuava ali no meio. Já na metade da corrida, Massa deixa Raikkonen passar para Raikkonen ser o campeão de 2007. Eu e o papai perdemos a aposta.

O campeonato de Raikkonen foi o mais inesperado que eu já vi. Aposto que todos que assistiram a corrida ficaram bastante surpresos com o campeonato de Raikkonen. Não adianta negar que eu sei onde você mora. Eu sei sim.

1- Grande Prêmio do Brasil – Interlagos – 2008

Desse GP eu lembro muito bem. Massa largaria na pole e precisava vencer e torcer para Hamilton ficar em sexto para poder ser campeão. Liderou toda a prova e Hamilton estava em quinto. A chuva chega em Interlagos e todos param para botar os compostos intermediários. Apenas Glock não para e fica na frente de Hamilton que estava em quinto e com Vettel pressionando com sua Toro Rosso.

Vettel bota de lado e passa Hamilton que fica no desespero atrás do alemão. Hamilton tenta, mas não consegue chegar em Vettel. Ele precisava de um milagre para ser campeão. Massa cruza a linha de chegada e ouvimos o “FELIPE, FELIPE, FELIPE, FELIPE MASSA DO BRASIL!!!!!! , AGORA É SÓ TORCER PARA QUE HAMILTON FIQUE EM SEXTO PARA VERMOS FELIPE MASSA CAMPEÃO” . De repente todas as câmeras estão na briga entre Vettel e Hamilton. Hamilton reza para Deus, Buda, Elvis, Senna, Virgem Maria e todos os outros santos e orixás para ver se acontecia o tão sonhado milagre.

Eles fazem o Bico do Pato colados. Tudo estava caminhando para que Massa fosse campeão. Mas Glock que não tinha parado, estava lento na pista e é facilmente ultrapassado por Vettel e Hamilton. Hamilton consegue o seu milagre e cruza a linha de chegada em quinto que era o preciso para ser o primeiro campeão de F1 negro da história. Massa saiu chorando do carro e continuou chorando no pódio batendo no seu peito e olhando Hamilton sendo campeão.

Massa merecia aquele campeonato, mas tudo pro causa da Ferrari, isso não aconteceu. E essa foi a última vitória de Massa até hoje.

Sebastian Vettel igualou ao recorde de pole positions que eram de Nigel Mansell em 1992. Tudo isso é graças ao ótimo Red Bull RB7 que anda dominando a temporada de 2011. Veja outros carros que eram dominadores de sua respectiva temporada.

5-Mercedes-Benz W196 (1954 e 1955)

Esse carro é bem antigo. O primeiro da Mercedes. Deu 8 vitórias e 2 títulos para Juan Manuel Fangio. A pintura era prateada com o número e o logo da Mercedes. Não tenho muita coisa a falar desse carro já que ainda não existia o campeonato de construtores, mas você já sabe que esse carro foi o dominador de 1954 e 1955 nas mãos de Fangio e Moss.

4-Ferrari F2004 (2004 e parte de 2005)

Carro foi criado pelo gênio Rory Byrne. O carro deu 15 vitórias a Ferrari, sendo que 13 foram de M.Schumacher e 2 foram de Barrichello. A superioridade era tão grande que Schumacher conseguiu o título com 4 GPs de antecedência. Com o título garantido, só faltava o vice de Rubinho, e ele veio na China com 2 GPs de antecedência. No ano de 2005, o Ferrari F2005 ainda não tava pronto e o F2004 foi utillizado, mas numa versão M. Barrichello conseguiu um segundo na Austrália e Schumacher conseguiu um sétimo na Malásia. No total, foram 262 pontos em 2004 e 10 pontos em 2005. Mais uma obra-prima de Rory Byrne.

3-Lotus 79 (1978 e 1979)

Já andei falando de  Colin Chapman a algum tempo. E ele foi realmente o maior gênio que a F1 já teve. Ele criou o conseito do carro-asa. E também foi ele que criou o Lotus 79, um dos melhores carros que a F1 já teve. O modelo rendeu em 78: 8 vitórias (seis com Mario Andretti e duas com Ronnie Peterson) , um título para Mario Andretti, o vice-campeonato para Ronnie Peterson,12 poles positions (8 com Andretti,3 com Peterson e 1 com Jean-Pierre Jarier) , 14 pódios e o campeonato de construtores. Em 79, o carro foi muito ruim em comparação com 78.

2-Williams FW14B

Vocês devem estar pensando que esse carro merecia estar na liderança desse Five Top, mas não, outro carro é melhor do que ele. Esse carro deu ao Nigel Mansell seu primeiro e último título em 1992. O Williams FW14B foi projetado por Adrian Newey e foi dominante em todo o ano de 1992. Foram 10 vitórias (nove de Mansell e uma de Patrese) , 15 pole-positions (14 de Mansell e 1 de Patrese) , 11 voltas mais rápidas, o título de Mansell, o vice de Patrese, 21 pódios e 164 pontos no campeonato de construtores. Ufa… E ainda pra terminar, a pintura amarela, azul e branca é muito linda!

1-McLaren MP4/4 (1988)

Esse sim, merecia o prêmio de “o melhor carro da F1” . Veja as estatísticas e tente achar um outro carro melhor:

  • Vitórias: 15 (Senna 8 e Prost 7) em 16 GP’s (93,75%)
  • Pole-positions: 15 (Senna 13 e Prost 2) em 16 GP’s (93,75%)
  • Senna e Prost ocuparam juntos a primeira fila do Grid de largada em 12 ocasiões (75%)
  • Melhores voltas: 10 (Prost 8 e Senna 2) em 16 GP’s (62,5%)
  • Das 32 provas que o MP4-4 fez, terminou 28 (87,5%)
  • A McLaren conseguiu 199 pontos dos 240 possíveis (82,92%); todos os pontos das equipes restantes (201) superavam os da McLaren por apenas 2 pontos.
  • Conseguiu 10 dobradinhas no pódio em 16 possíveis (62,5%)
  • O McLaren MP4-4 liderou 97,28% (1003 voltas) das voltas do somatório de todos os GP’s (1031 voltas)

Conseguiu pensar em algum carro melhor do que este, é impossível. O carro era tão bom, que Prost ficou fora do primeiro ou segundo colocado na temporada de 88 apenas quando abandonou em Silverstone e em Monza. Mas Senna foi o campeão de 88 por causa dos descartes. O carro era tão bom, que para acabar com a superioridade da McLaren, a FIA baniu os motores-turbo, mas nem adiantou. O McLaren MP4/5 venceu 10 dos 15 GPs disputados em 89 e sem motor-turbo. Sem sombra de súvida, o McLaren MP4/4 foi o melhor carro que a F1 já teve.

Assunto fora de tópico. Fazer o que se não tem assunto. A Copa de 2014 vai ser realizada aqui no Brasil e a minha querida cidade Manaus vai receber 4 jogos (só!) . Veja cinco historinhas da relação de futebol e automobilismo.

Ah, a Copa do Mundo. Tempo de bandeirinhas, paredes pintadas de verde e amarelo, álbuns da Panini (eu mesmo tinha dois desses álbuns, um da Copa de 2006 e o do de 2010, só que não tenho mais o de 2006, recortei o álbum todinho) , expedientes interrompidos e latinhas de cerveja espalhadas na rua. Tempo em que corintianos, palmeirenses, flamenguistas, gremistas e ibienses se unem por um único ideal, o hexacampeonato. Tempo de não se pensar em mais nada. Todos estão contaminados pelo espírito da maior festa mundial do futebol.

5- BARTHEZ, PILOTO

Fabien Barthez, lembra-se dele? Até eu, completo ignóbil no assunto, sei de quem se trata. Ele era o goleiro careca da seleção francesa que venceu o Brasil na final da Copa de 1998. Além dos brasileiros, os torcedores do Manchester United também não tinham lá grandes lembranças dele, que atuou por lá entre 2000 e 2004: seus frangos eram tantos que os ingleses sardonicamente o apelidaram de “Mãos de Manteiga”.

Pois não é que ele decidiu tentar outra coisa na vida? Após se aposentar, no fim de 2007, Fabien migrou para o automobilismo, fazendo algumas corridas na Porsche Supercup nos dois últimos anos. O desempenho foi razoavelmente bom a ponto de uma equipe do Campeonato Francês de GT, a GCR Mediaco, tê-lo contratado para toda a temporada 2010.

Como estava sua temporada? Seis corridas já tinham sido realizadas e Barthez está na 22ª posição do campeonato, com 18 pontos. Parece pouco, mas até pódio ele já conseguiu. O melhor, no entanto, é que o careca está dois pontos à frente de Olivier Panis, ex-piloto de Fórmula 1! O negócio até que vai bem pro “Butter Hands”.

4- RICARDO ZONTA NO BARÇA

Na temporada de Stock Car V8 de 2010, Ricardo Zonta corre com as cores do Corinthians pintadas em seu carro e em seu macacão. É o verdadeiro piloto da Fiel. O que poucos sabem é que este é o segundo time que o paranaense defendeu nas pistas.

Em 2002, sem muitas perspectivas de competir na Fórmula 1, Zonta aceitou uma proposta de dar um passo atrás e competir no então novíssimo Telefonica World Series, um campeonato do mesmo nível da Fórmula 3000 patrocinado pela empresa de telefonia e pela Nissan. O carro, um Dallara equipado com o motor japonês, era cerca de dois segundos mais rápido que o Lola-Zytek da F3000 e permitiria que Ricardo não perdesse ritmo de corrida. Além disso, ele receberia para correr, um luxo em se tratando de uma categoria de base.

O mais interessante do negócio, porém, era a equipe de Zonta. A Gabord Competición era patrocinada pelo Barcelona. Sim, o time de Piqué, Messi, David Villa e Xavi! O carro era pintado de azul e bordô, além de carregar o emblema do time. E a trajetória vencedora do Barça acabou se repetindo na World Series: com 9 vitórias, Ricardo Zonta se consagrou o campeão da temporada.

3- SCHUMACHER E O ECHICHENS

Michael Schumacher, o heptacampeão de Fórmula 1, não esconde de ninguém que sua segunda paixão é o futebol. Jogador frustrado assumido, ele costuma dizer que gostaria de ter atuado profissionalmente, mas não era bom o suficiente para isso. Suas atuações futebolísticas vistas por aí em eventos de caridade e em amistosos, no entanto, não sugeriam isso. O alemão, vez ou outra, aparece com boas jogadas e até marca uns gols de vez em quando.

Recentemente, um clube moldávio, o Olimpia, anunciou que estava leiloando uma vaga no elenco do clube e queria muito ver o piloto alemão ocupando-na. Schumi, obviamente, nem deu bola. Seu time do coração, se é que dá pra falar assim, é o FC Echichens, um pequeno clube suíço que está atualmente na quinta divisão (!) do campeonato nacional. Patrocinador da equipe, Michael chegou a atuar profissionalmente pelo clube em 2007, quando o Echichens estava na terceira divisão lutando para fugir do rebaixamento. O alemão até chegou a marcar alguns gols, mas sua presença não ajudou muito na sorte do time.

2- PREMIER1 GRAND PRIX

Qual foi o primeiro projeto de categoria que intencionava mesclar futebol e automobilismo? Quem respondeu Superleague Formula errou. Foi o Premier1 Grand Prix.

Esta iniciativa surgiu no final de 2001, quando um empresário inglês, Colin Sullivan, teve a brilhante (?) idéia. Ao contrário da real porém pouco ousada Superleague, o Premier1 prometia ser um campeonato global que competisse com a Fórmula 1. Os carros seriam feitos pela Dallara e teriam pneus slick, câmbio semi-automático e motores V10 feitos pela Judd que alcançavam gloriosos 750cv de potência. O calendário inicial passaria por circuitos como Donington, Buenos Aires, Jacarepaguá, Zandvoort, Dijon e Estoril. A intenção era ter pilotos de nome, como Damon Hill e Nigel Mansell. Tudo muito bonito no papel.

Sullivan esperava ter 24 times em seu campeonato, sendo que um deles seria o Flamengo. Quatro (se minha memória não me trai, o Anderlecht, o Benfica, o Leeds United e o Feyenoord) chegaram a exibir o Dallara com suas pinturas em eventos oficiais. O Benfica, inclusive, já tinha um pré-contrato com Pedro Lamy, sócio do clube.

Como todo projeto ambicioso demais, o Premier1 afundou sem ter realizado uma única corrida. O campeonato, que deveria ter se iniciado em junho de 2002, foi adiado para março de 2003, depois para 2004 e após isso, nunca mais se tocou no assunto. Faltou dinheiro e credibilidade.

1- IRLANDA X ITÁLIA

Essa história é legal. Como foi, aliás, a Copa do Mundo de 1994.

Como costuma ocorrer em tempos de Copa do Mundo, o pessoal da Fórmula 1 deixa um pouco a tensão e o nervosismo de lado para se divertir com o futebol. Como o paddock é composto por pessoas de vários países e planetas, provocações e brincadeiras acontecem aos montes entre mecânicos, pilotos, jornalistas e aspones. Ao mesmo tempo, vemos cenas que em tempos normais nunca aconteceriam, como pilotos e mecânicos de equipes concorrentes se reunindo em um único motorhome para assistir a um jogo.

Em 1994, as sempre espirituosas Jordan e Minardi protagonizaram uma curiosa rivalidade baseada nos resultados das seleções de seus países, respectivamente Irlanda e Itália, na Copa. Ambas estavam no grupo E, acompanhadas por México e Noruega. Naqueles tempos, apenas uma das quatro seleções do grupo sobrava na primeira fase.

No dia 18 de junho, Irlanda e Itália se enfrentaram no Giants Stadium e os irlandeses venceram o jogo por 1 x 0. Fanfarrão, Eddie Jordan emplacou um adesivo em seus carros esfregando na cara dos muitos italianos presentes no paddock o resultado: “Ireland 1 Italy 0″. Rubens Barrichello e Eddie Irvine disputaram o GP da França, realizado no dia 3 de julho, mostrando a provocação ao mundo.

Mas a turma da azzurra riu depois, e riu com gosto. No dia seguinte ao da corrida, a Irlanda jogou contra a Holanda pelas oitavas de final, perdeu por 2 x 0 e abandonou a Copa. Três dias depois, pelas mesmas oitavas de final, a Itália vencia a Nigéria por 2 x 1.

Giancarlo Minardi aplicou, então, a vendetta. Em Silverstone, os carros de Pierluigi Martini e Michele Alboreto apareceram com um emblema “Italia IN – Ireland OUT”. Os italianos perderam a Copa quando Roberto Baggio chutou aquele pênalti em direção à Netuno. Mas Giancarlo Minardi, em sua disputa pessoal, deu uma piaba no espalhafatoso Eddie Jordan.

A Jordan começou…
… e a Minardi deu o troco

Hoje temos o feriado do dia das crianças.Eu vou mostrar os cinco pilotos mais jovens a pilotar um F1.

5-FERNANDO ALONSO (18 anos, 4 meses, 14 dias)


Dezembro de 1999. Como de costume, as equipes se reuniam para os últimos testes da temporada, já objetivando a próxima temporada. A Minardi, a equipe mais pobre da F1 na época sempre utilizou estes testes de final de ano para testar possíveis pilotos titulares para a temporada seguinte ou mesmo para dar oportunidades a novos talentos. E um destes talentos que testaria um Fórmula 1 em Jerez de La Frontera era um espanhol de 18 anos, baixinho e com cara de marrento. Seu nome era Fernando Alonso.

O teste de Alonso foi agendado por Adrian Campos, ex-piloto da F1 e empresário do jovem piloto, que havia sido campeão da Fórmula Nissan com 6 vitórias, 9 poles e 8 voltas mais rápidas. Uma das partes responsáveis pelo teste foi a Telefonica, patrocinadora de Alonso e da Minardi. Todos queriam saber como se portaria o piloto, uma das esperanças de um país que só possuía títulos no motociclismo. Um fator indicava que não daria para fazer muito: a chuva torrencial que caía sobre Jerez. Dificilmente Alonso impressionaria nessas condições, em um carro tão ruim.

O espanhol, no entanto, surpreendeu a todos. Dentre os seis novatos na pista, Alonso foi o mais rápido de todos, andando 3,5 segundos mais rápido que o segundo mais rápido entre os outros novatos. O ex-chefe da Minardi Cesare Fiorio deu o testemunho mais surpreendente: “Na primeira volta, no asfalto encharcado, ele freou no mesmo lugar que Barrichello, que andava com a Ferrari. Tive de chamá-lo imediatamente para os boxes”, contou Fiorio. Alonso perguntou qual era o problema. ”Nenhum, mas se você continuar assim, vai arrumar um grande acidente. Eu mandei você ir devagar!” respondeu Fiorio. E Alonso rebateu: “Mas eu estou devagar…”

4-SEBASTIAN VETTEL (18 anos, 2 meses, 24 dias)


Em setembro de 2005, a Williams anunciou que daria um teste ao campeão da Fórmula BMW ADAC do ano anterior, um moleque cabeçudo e com cara de tonto chamado Sebastian Vettel. Apesar da aparência estranha, Vettel era considerado alguém que chegaria à Fórmula 1 em questão de alguns poucos anos. Sua performance na Fórmula BMW havia sido avassaladora: 18 vitórias, 14 poles-positions e 20 pódios em 20 corridas. Na Fórmula 3, vinha liderando o campeonato de estreantes e estava entre os seis primeiros no campeonato. Como ignorar um cara assim?

Vettel ganhou o teste por intermédio da BMW, fornecedora de motores da equipe de Frank Williams e promotora do campeonato vencido por ele em 2004. E assim o teste aconteceu. Ele foi a Jerez para testar o Williams FW27 no dia 27 de setembro de 2005. O tempo estava bom e o alemão conseguiu dar 25 voltas. A melhor foi 1m21s364, 3s4 mais lenta que a do titular Mark Webber e 2s1 mais lenta que a do test-driver Nico Rosberg. Para alguém que estava no comecinho da carreira ainda, nada mal.

3-ALEXANDER ROSSI (18 anos, 2 meses, 6 dias)


A BMW é mesmo muito generosa. Antes de largar todo mundo na mão no final do ano passado, a montadora de Bayern mantinha um polpudo programa de incentivo e patrocínio a pilotos germânicos e não-germânicos com algum futuro. Os melhores eram chamados para fazer uns dias de testes com sua equipe na Fórmula 1, projeto existente desde os tempos da Williams. É evidente que os alemães receberam uma atenção bem maior, mas um entre os que não nasceram na terra de Schumacher se destacou exatamente pela pouca idade. Este é o americano Alexander Rossi.

Rossi não é o primeiro moleque a testar um carro da BMW. Na verdade, vários dos que testaram poderiam estar aqui nesse ranking perfeitamente: Christian Vietoris, Marco Holzer, Esteban Gutierrez, Phillip Eng e por aí vai. Mas Alexander é o mais novo deles. E um dos mais espetaculares. Ele chamou a atenção da BMW após vencer, com extrema folga, a Fórmula BMW das Américas em 2008. Foram 10 vitórias, 9 poles-positions e 12 pódios em 17 etapas. Não foi tão espetacular como Vettel, mas ainda assim impressionou muito.

No momento em que a BMW Sauber anunciou o teste com Rossi e com o mexicano Gutierrez, já se sabia que a montadora não permaneceria na Fórmula 1 em 2010. O teste foi dado como parte do protocolo a ser cumprido: se ganhou a Fórmula BMW, merece o teste. Os dois jovens pilotos da América do Norte foram a Jerez para participar da sessão de testes entre os dias 1 e 3 de dezembro de 2009. Alexander Rossi andou apenas no primeiro dia, deu 82 voltas e ficou com o sétimo melhor tempo, 1m20s227. Vale notar que todos os 12 pilotos que estavam na pista nunca haviam feito uma corrida de Fórmula 1. Porém, Rossi era um dos mais inexperientes. Um desempenho razoável de um cara que pretende erguer o nome dos EUA nos pódios da Fórmula 1 do futuro.

2-NICO ROSBERG (17 anos, 5 meses, 6 dias)


Antes de Nabil Jeffri, Nico Rosberg havia sido o único piloto da história a andar em um carro de Fórmula 1 com menos de 18 anos de idade. No Brasil, Nico não poderia abrir uma empresa, se candidatar a vereador, dirigir ou ir preso e também não seria obrigado a votar. No entanto, poderia esfregar na cara dos colegas de escola que já havia andado em um carro de Fórmula 1. Frank Williams, que gosta de encontrar pilotos jovens e talentosos para contratá-los sem ter de pagar muito, deu uma oportunidade ao filho de Keke Rosberg, campeão de 1982 pela mesma equipe, para andar em seu FW24.

O teste foi realizado no dia 3 de dezembro de 2002 no circuito de Barcelona. Rosberg, com 17 anos e cara de menininha, participaria do teste junto com outros 11 pilotos. Um deles,o francês Olivier Panis, era quase 19 anos mais velho do que ele. Assim como Vettel e Rossi, Nico Rosberg ganhou o teste por intermédio da BMW. Vale lembrar que ele havia sido campeão da Fórmula BMW ADAC naquele mesmo ano. O que mais chamava a atenção, no entanto, era o sobrenome. Ser filho do Keke é algo a ser sempre relevado.

Rosberg fez 38 voltas e conseguiu agradar a muitos. Seu tempo de 1m21s069 era 2s8 mais lento do que o de Juan Pablo Montoya e apenas 1s6 pior que o do test-driver Marc Gené. O alemãozinho podia até se dar ao luxo de dizer que havia superado um outro piloto com o mesmo carro. Dirk Müller, piloto da BMW no ETCC, também havia sido convidado para testar e foi seis décimos mais lento do que Rosberg. Por mais que eu não goste do atual companheiro de Schumacher na Mercedes, reconheço que a genética funcionou.

1-NABIL JEFFRI(por volta de 16 anos e 10 meses)

Em 2010,a Lotus convidou o malaio Nabil Jeffri para entrar na história.Jeffri pilotou um Lotus T127 no aeroporto de Duxford.O teste era apenas para fazer testes aerodinâmicos,mas para Jeffri foi talvez como realizar um sonho.Jeffri era uma sensação malaia nos karts,mas a ida para os monopostos ano passado foi bastante díficil para o pequeno prodígio.

A história é bem pouco conhecida,mas já está marcado para sempre na lista de recordes na F1.Tomara que ele não tenha sido ruim como o outro malaio chamado Mohamed Fairuz Fauzy.

Feliz dia das crianças!

No último dia 5,Steve Jobs,o gênio da Apple,morreu de câncer.A F1 também teve seus gênios.Apresento 5 desses gênios junto com suas criações.E não vai ter as curiosidades do GP do Japão infelizmente.

5-Aldo Costa

Aldo Costa foi chutado da Ferrari recentemente.Costa é graduado em engenharia mecânico pela Universidade de Bologna.Ele estreou na F1 em 1988 como chefe de design da Minardi,e se tornou diretor técnico da equipe em 1989 no lugar de Giacomo Caliri.Foi contratado pela Ferrari em 1995 como assistente de Rory Byrne e em 2005 se tornou o sucessor de Byrne na Ferrari.Atualmente está desempregado.Costa criou os geniais F2007 e F2008(o da foto).

4-Jorg Zander

Zander está desempregado atualmente.Não merecia estar desempregado.Criou carros para BAR,Williams,BMW Sauber,Honda e Brawn GP.Dos mais geniais criados por ele:Brawn BGP 001,BMW F1.07 e F1.08.Desses carros apenas o BGP 001 foi campeão.Zander foi formado na Universidade de Cologne.Ele até já foi projetista de carros de turismo da Toyota.

3-Rory Byrne

Rory Byrne foi projestista da Toleman na década de 80,inclusive foi ele que fez o carro do Ayrton Senna na Toleman.Mais tarde ele foi projetista da Benetton na década de 90 e depois foi para a Ferrari junto com Michael Schumacher.

Os principais carros projetados com a assinatura de Byrne foram as Ferraris F2002 e F2004, consideradas imbatíveis, que colecionaram quase trinta vitórias, além de ter feito Michael Schumacher o único piloto a terminar no pódio em todas as provas de uma temporada. A partir de 2005, Rory começou a se retirar da Ferrari, trabalhando apenas como consultor, sendo substituído por Aldo Costa como projetista-chefe. Sua última grande criação “visível” foram as caixas para aquecimento de pneus, quando a Ferrari sofreu em 2005 pela regra que proibiu a troca dos compostos em pit-stops. Deixou a F1 definitivamente após a temporada de 2006, para cuidar de uma escola de mergulho(nossa!).

Rory pode ser considerado o melhor projetista da F1 moderna, tendo como “rival” apenas o outro gênio,Adrian Newey,cuja obra-prima foi a FW14-B, carro com que a equipe Williams disputou a temporada de 1992.

2-Adrian Newey

Adrian Newey é talvez um dos maiores gênios que a F1 já teve,por isso ele conseguiu o segundo lugar neste Five Top.Começou a sua carreira de obras-primas com o March 881.E depois veio modelos da Williams,McLaren e talvez o mais conhecido,os modelos da Red Bull.Sebastian Vettel e Nigel Mansell agradecem esse gênio.Entre os modelos mais conhecidos estão:March 881,Williams FW14 e Red Bull RB6 e RB7.

1-Colin Chapman

Colin Chapman foi talvez o maior projetista de carros da F1.Ele criou a Lotus Cars em 1952 e foi ele que fez o primeiro carro-asa da F1.Colin Chapman ficou famoso quando importantes ases do automobilismo venceram pilotando seus carros inovadores:Jim Clark,Jochen Rindt,Emerson Fittipaldi,Ronnie Peterson e Mario Andretti.

Seu gesto de arremessar o boné para o alto, na linha de chegada, quando seus pilotos venciam, era conhecido em todo o mundo esportivo.

Depois de sua súbita morte em 1982 (ataque do coração), circularam boatos de que Chapman na verdade continuava vivo, tendo forjado a mesma para escapar das dívidas, e que estaria inclusive morando no Brasil,o que nunca foi confirmado.

Nunca mais tinha feito um Five Top,aqui vai um Five Top pra matar a saudade.

5-DODGE CHALLENGER,NASCAR NATIONWIDE SERIES

Em 2010,a NASCAR resolveu que os carrinhos da Nationwide(se fala NECHIONUAIDI) eram muito feinhos e encomendou uma nova frota da Dodge,Chevrolet,Toyota e Ford.Desses quatro,apenas a Dodge conseguiu fazer um carro bonito.E NASCAR resolveu fazer um teste com os novos carros,mas não era um teste e sim um teste numa corrida mesmo.Os carros novos correram em corridas umas três vezes e o que se deu melhor foi esse da foto.O Dodge Challenger.Com ele,Brad Keselowski venceu as três corridas-teste.Em 2011,os novos carros começaram a correr em todas as etapas da Nationwide.O novo Dodge virou  de o carrinho feinho para o carro mais bonito do grid da Nationwide.

4-CARROS DA COPA ENGEBRÁS DE MARCAS E PILOTOS

Na campeonato de Marcas e Pilotos,os pilotos são divididos entre as categorias Novato,Light e Super.O negócio é simples,é só pegar seu carro que fica na garagem,dar um pouco mais de velocidade e fazer uma pintura bacana e se inscrever numa corrida que você já tá dentro.Nessa categoria tem Volkswagen,Chevrolets,Fords,Volvos e etc.E as corridas até que são bacanas inclusive na chuva.Um dia desses eu vi uma corrida dessa categoria,chovia canivetes em Interlagos,e os pilotos estavam se virando para fazer seu carro ficar na pista.Eu recomendo assistir pelo menos uma corrida do Marcas e Pilotos,principalmente se estiver chovendo.

3-CARROS DESSA TEMPORADA DE F1

Simplesmente eu detestei esses novos carros.Eu gostava daqueles de 2008,até que eles tinham algum estilo.Desde 2009 eles usam esses carros com asas dianteiras maiores e retas,e a asa traseira é menor em largura e maior em altura.Também não pode mais usar a barbatana de tubarão.Resumindo,os carros mudaram muito desde 2008 e eu não gostei nada das mudanças.

2-SWIFT FN09 DA F-NIPPON

Esse carro sim eu achei estiloso.O chassis feito pela Swift usa o conceito “carro-asa” (esse tal conceito foi banido da F1) e foram desenhados para aumentar ao máximo o downforce.Pelo visto o chassis deu certo.Na F-Nippon temos corridas bastante animadas e temos até um representante brasileiro,o JP de Oliveira.O design é bastante futurista e o carro todinho é feito à base de fibra de carbono.Bastante inovador.Bernie aprende com os japinhas.

1-NOVO CARRO DA WORLD SERIES BY RENAULT

A World Series by Renault(ou Formula Renault 3.5 para a própria Renault) agora quer ser mais parecida com a F1.O novo carro terá a asa móvel.O carro foi testado por Romain Grosjean e Andy Soucek no circuito de Motorland e foi muito bem.A World Series já planeja fazer 26 modelos no novo carro.O bom que esse novo carro pode ajudar pilotos mais jovens à já ter uma impressão de como é um carro de F1.Aprende com a World Series,GP2.

Um Five Top bem rapidinho pros meus queridos leitores.

5-DESIRÉ WILSON

A sulafricana fez apenas uma corrida na história da F1.Correu de Williams(o nome oficial nem era Williams,era Brands Hatch Racing).Correu no GP do Oeste dos Estados Unidos,mas não se classificou.

4-GIOVANNA AMATI

Ela foi a última mulher que participou de uma corrida de F1.Correu na África do Sul,México e no Brasil pela Brabham.Não se classificou para nenhum dos três GPs.Ela era italiana.

3-DIVINA GALICA

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Esse foi o último carro 13 da F1.Correu de Surtees e Hesketh.Correu três GPs e não foi bem sucedida nas suas tentativas.Ela era britânica.

2-MARIA TERESA DE FILIPPIS

A primeira mulher piloto da história da F1.Ela pilotou pela Maserati e pela Behra-Porsche.De 5 qualificações,passou por 3 delas.Mulherzinha boa no volante.

1-LELLA LOMBARDI

A primeira mulher a marcar um ponto na história da F1.Não foi tecnicamente 1 ponto,foi 0,5 pontos pois a corrida(GP da Espanha de 1975) foi interropida por conta do grave acidente de Rolf Stomellen.Lombardi correu de March,Williams e RAM.Ela era italiana.

Ainda teve mais três outras mulheres a guiar um F1.

SARAH FISHER

Em setembro de 2002 a piloto americana Sarah Fisher teve a opurtunidade de guiar um carro da McLaren depois dos treinos livres de sexta-feira em Indianapolis,local do Grande Prêmio dos EUA daquela temporada.Ela guiou o modelo MP4-17,conseguiu a opurtunidade graças ao patrocínio da Tag Heuer.

KATHERINE LEGGE

A piloto britânica Katherine Legge guiou um Minardi PS05 em Novembro de 2005.Porém devido ao mau desempenho,não conseguiu uma vaga para a temporada seguinte.O teste durou apenas 27 voltas.

MARÍA DE VILLOTA

Pra ver como sou atualizado.Acabaram de dar a notícia no Tazio de que uma espanhola guiou um Renault de F1.María de Villota testou um Renault(modelo de 2009 com a pintura de 2011) no circuito de Paul Ricard.O teste aconteceu no começo de agosto,mas só agora a equipe anunciou que o teste tinha acontecido.de Villota disse que realizou um sonho.

Danica Patrick iria fazer um teste no final de 2008 pela Honda,mas a Honda faliu e Danica não pode fazer o teste.

Nos últimos dias descobri o blog do Bruno Mantovani,os Pilotoons.Achei demais.Achei que merecia um post e ele tá aí.

5-SEBASTIAN VETTEL,THE HELMET PAINTER

Como Vettel vive fazendo pinturas no seu capacete,Mantovani teve a idéia de fazer Vettel com uma lata de tinta e um pincel.

Para Vettel está melhor do que ano passado quando Mantovani botou Vettel com uma chupeta.

4-HISPANIA F110

Como o carro da Hispania é uma carroça ambulante,Mantovani botou os pilotos da Hispania para andar de carroça.O resultado foi a foto acima.Coitado do Karthikeyan,Liuzzi e do Ricciardo por andar num carro tão ruim.

3-NICK HEIDFELD,HUNGRIA 2011

Nick Heidfeld fez seu carro pegar fogo no GP da Hungria e Mantovani botou Heidfeld pra fazer churrasco no seu Renault.

2-STOCK CAR,CORRIDA DO MILHÃO 2011

Nem a Stock Car escapou das mãos de Bruno Mantovani.Na charge acima,Thiago Camilo(o mais novo milionário) aparece cheio de verdinhas no macacão e todo feliz.Já Daniel Serra(o segundo colocado) aparece triste e olhando o macacão sem nenhum tostão.

1-FELIPE MASSA,ALEMANHA-2011 E A SUA PARADA NOS BOXES

No GP da Alemanha de 2011,a “fantástica” equipe de Massa deu as caras de novo.Mantovani botou o carro de Massa sem pneus e os mecânicos de Massa dormindo usando os pneus de Massa como travesseiro.

O curativo de Massa próximo do olho é por causa do acidente dele na Hungria/2009.

Tuíter

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