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O carro construído pela equipe estrante na temporada de 2007, foi mais um dos que frequentava as últimas posições. Muitos já esperavam tal resultado, a Spyker substituia a MF1, e trocara os motores Toyota pelos Ferrari. Mesmo assim, com os confiáveis motores italianos, a equipe não conseguiu bons resultados, o que mostrava que o carro era de fato ruim no geral.

Na primeira metade do campeonato, o carro não conseguia melhores resultados do que posições intermediárias, nunca chegando nos dez primeiros. O F8-VII brigava diretamente com o Super Aguri SA07, e o Honda RA107 como os carros mais fracos da temporada. Sendo que a partir da 13° corrida, no Gp de Monza na Itália, a Spyker corria com o F8-VIIB, ou seja, uma versão melhorada do carro inicial. Dois GPs após a estreia do “novo” carro, a Spyker marcava seu primeiro e único ponto na F1, com o estreante alemão Adrian Sutil, no caótico GP do Japão, em uma das corridas com mais chuva em toda a história da F1.

Um fato interessante, foi quando no GP da Europa Markus Winkelhock liderou uma volta da corrida, surpreendendo a todos, após ter trocado os pneus para chuva antes do pelotão da frente. Ao fim da temporada, a equipe holandesa se despedia da F1, pois foi anunciado na época que a equipe seria vendida para um novo proprietário.


Dados:Equipe: Spyker F1

Designers: John McQuilliam (Chefe de design/ diretor técnico)
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Dados técnicos:

Chassis: Monocoque moldado em fibra de carbono

Suspensão: Feita de fibra de carbono e alumínio, molas de torção, sistema push rod ativado, independente (suspensões dianteira e traseira)
Motor: Ferrari 056H, 2.4 litros, V8, aspirado naturalmente, montado logitudinalmente
Transmissão: Spyker, 7 velocidades e uma marcha reversa (marcha ré), logitudinal, eletro-hidráulica, sequencial

Pneus: Bridgestone
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Pilotos:
Adrian Sutil
Christijan Albers
Markus Winkelhock (substituindo Albers no GP da Europa)
Sakon Yamamoto (Substituindo Winkelhock até o fim da temporada)
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Pontos: 1
Corridas: 17
Vitórias: 0
Poles: 0
Voltas mais rápidas: 0

Posição no Mundial de Construtores: 10° lugar

Continuando com os carros da temporada de 2006,vamos agora com o Midland/Spyker M16.

Após a venda da tradicional equipe Jordan, em meados de 2005, um grupo chamado Midland agora comandava a equipe sob o novo nome de MF1 Racing. Para 2006, muitas coisas mudaram além dos novos donos do time, como exemplo as novas regras para motores, e tudo isto acaba por influenciar toda a concepção dos novos bólidos.

O M16, era o carro do time para a temporada, e muitos suspeitaram ser apenas uma mera evolução de seu antecessor, o Jordan EJ15B. Porém James Key, o diretor técnico do time, afirmava que o projeto era inteiramente novo. As novas regras acabaram por influenciar a construção dos novos carros, e com o M16 não foi diferente, por exemplo, neste modelo, podiam ser encontradas uma nova caixa de marchas, e uma suspensão traseira modificada.

A aerodinâmica também mudara em consequência das novas regras, e isto podia ser notado pela ênfase em downforce que a parte traseira do carro mostrava, além da tentativa das equipes em recuperar a velocidade que fora perdida em linha reta com os novos motores V8. O nariz do carro, o bico, fora a área onde era mais possível ver mudanças em termos de design no carro, o que mostra que o M16 foi realmente construído com a base de seu antecessor, apesar de ser na teoria um carro novo, e com certas mudanças. Um certo cuidado também fora depositado na questão da refrigeração do bólido, mais uma vez, por conta dos novos V8.

O novo carro também ganhou alguns updates ao longo da temporada, para assim melhorar e desenvolver mais o desempenho do M16, e um exemplo disto foi uma nova asa dianteira, que apresentava um design mais agressivo, e um tanto similar com a asa da BMW. As laterais também sofreram mudanças, pois a nova asa não possuía o mesmo apêndice aerodinâmico como na versão antiga.

Entretanto o carro, mesmo com estas mudanças e avanços não conseguiu ir muito além do que seu antecessor conseguiu. O M16 frequentava as últimas posições, e em termos de desempenho era fraco, somente capaz de superar a Super Aguri, e de talvez brigar com o Toro Rosso. E com este desempenho fraco, o time foi vendido e passou para outros donos ainda antes do final da temporada.

A MF1 agora era chamada de Spyker, ainda que tudo continuasse a mesma coisa, incluindo o desempenho, a pintura fora modificada. E assim terminava a jornada do M16 na F1, com um desempenho fraco e garantindo o status de equipe pequena para sua equipe, que agora estava focada na próxima temporada, e no desenvolvimento de um novo carro.

Dados:

Equipe: MF1 Racing

Designers: James Key
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Dados técnicos:

Chassis: Monocoque moldado em fibra de carbono

Suspensão: Independente, operada por sistema push rod, molas de torção e amortecedores, barra estabilizadora, barra de torção(suspensões dianteira e traseira)

Motor: Toyota RVX-06, V8, 2.4 litros, 90° de inclinação, 95 kg de peso, aspirado naturalmente, montado longitudinalmente

Transmissão: Midland, 7 velocidades e uma marcha reversa, montado longitudinalmente, semi automática, sequencial

Combustível: Esso

Pneus: Bridgestone, com rodas BBS

Comrpimento total: 4610 mm

Altura total: 1000 mm

Largura total: 1800 mm

Distância entre eixos: 3000 mm
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Pilotos:
18 Tiago Monteiro

19 Christijan Albers
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Pontos: 0

Corridas: 18

Vitórias: 0

Poles: 0

Voltas mais rápidas: 0

Classificação no Mundial de Construtores: 10° lugar

MIDLAND M16 ONBOARD

SPYKER M16 ONBOARD

 
New category,revivendo as últimas temporadas desde 2006.

A temporada de 2006 foi marcada por mudanças e novidades, e uma dessas era a equipe estreante Super Aguri. Fundada e liderada pelo ex-piloto Aguri Suzuki, o time japonês era pequeno, o suficiente para não completar seu próprio primeiro carro para a temporada. Mas havia uma solução. Suzuki comprou o que sobrara da extinta equipe Arrows, e usou o carro A23 como base, em uma versão modificada para seu carro de 2006.

Na realidade, era de fato o mesmo Arrows A23, o carro que estreou a tecnologia da suspensão dianteira twin keel, porém com devidas mudanças na aerodinâmica para se adequar as regras da temporada de 2006 e também quanto a questão dos motores, que eram os V8, e não os V10 originalmente usados no A23. As mudanças para a temporada de 2006 também estavam presentes no SA05. O motor Honda era no geral um bom motor, porém a Honda ainda teve que lidar com problemas de confiabilidade ao longo da primeira metade do campeonato.

As laterais do bólido sofreram mudanças, pois eram menores e também mais eficientes, porém este e outros updates não foram suficientes para fazer o SA05 um carro tão veloz como seus rivais, e o bólido amargava as últimas posições dos grids, assim como na maioria das corridas.

                                                                            SA06

Entretanto, o time nipônico e estreante conseguiu se firmar e aumentar seu staff, sempre contando com suporte da Honda,e estava preparando um novo carro, o SA06, para ser estreado no GP da Alemanha. O “novo” SA06, nada mais era que o mesmo SA05 baseado no Arrows A23, porém com mais alterações aerodinâmicas, principalmente localizadas na traseira do carro. Porém havia algumas coisas que não mudaram, como a suspensão twin keel, que permaneceu intocada. O SA06 vinha também com uma nova caixa de marchas, melhorada para se obter um melhor desempenho. Vale notar também uma mudança na pintura com a estreia do novo SA06, onde agora o vermelho ocupava mais espaço no carro.

Com todos os updates do SA06, a Super Aguri até que melhorou seu desempenho no geral, mas o time de Aguri Suzuki não conseguiu muito além do que as mesma últimas posições nas corridas, e assim o time terminou sua primeira temporada na F1, com um carro fraco, assim como sua estrutura, e com a esperança de um futuro melhor, tendo como seu melhor resultado um 10° lugar obtido pelo pirncipal piloto, o japonês Takuma Sato.

Um fato interessante sobre o carro, foi que durante o GP de San Marino, o estreante Yuji Ide conseguiu realizar a grande façanha de capotar a Midland de Christijan Albers. O novato não andava tão rapidamente como seu companheiro de equipe, e após o incidente citado, perdeu sua Super Licença, e logo foi substituído pelo francês Franck Montagny, este, que logo também perdera seu lugar mais tarde para o nipônico Sakon Yamamoto.

 
 

Acidente de Ide com Albers:

Dados:
 
Equipe: Super Aguri
 
Designers: Mark Preston, Mike Coughlan
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Dados técnicos:
 
Chassis: Monocoque moldado em fibra de carbono
 
Suspensão: Independente, operado por sistema push rod, barras de torção, amortecedores e barra estabilizadora mecânica (suspensões dianteira e traseira)
 
Motor: Honda RA806-E, V8, 2.4 litros, aspirado naturalmente, montado longitudinalmente, 90° de inclinação, 95 kg de peso, limitado a 19.000 RPM, 4 válvulas por cilindro, mais de 700 hp de potência
 
Transmissão: Arrows, 7 velocidades e uma marcha reversa (marcha ré), montada longitudinalmente, semi automática, sequencial (SA05)
 
Super Aguri, 7 velocidades e uma marcha reversa (marcha ré), eletro hidráulica, caixa de marchas feita de alumínio, sequencial, semi automática  (SA06)
 
Pneus: Bridgestone, com rodas BBS
 
Combustível: Elf
 
Entre eixos: 3100 mm
 
Largura total: 4666
 
Altura total: 950 mm
 
Largura total: 1800 mm
 
Peso: 600 kg, incluindo piloto e fluídos
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Pilotos:
22 Takuma Sato

23 Yuji Ide

23 Franck Montagny (substituindo Ide após o GP de San Marino)

23 Sakon Yamamoto (substituindo Montagny após o GP da França)
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Pontos: 0

Corridas: 11 (SA05), 7 (SA06)

Vitórias: 0

Poles: 0

Voltas mais rápidas: 0

Posição no Mundial de Construtores: Posição 11

SA05 ONBOARD

SA06 ONBOARD

Quase sem tempo para posts,mas consegui fazer um post rapidinho.

3-CHRISTIJAN ALBERS,MAGNY-COURS,2007

Em Magny-Cours,Christijan Albers estava fazendo uma prova costumeira quando na volta 28,ele foi fazer sua parada.Sutil fez sua parada e Albers veio logo depois,e sem querer querendo,Albers acabou levando a mangueira do combustivel junto do carro.Por conta desse erro e de falta de grana,Albers acabou sendo sacado da equipe.

2-GIANMARIA BRUNI,MONZA,2004

Esse caso foi parecido com Jos Verstappen na Alemanha/1994,e quem diria dez anos depois aparecer novamente um incêndio no boxes.A vítima dessa vez foi o italiano Gianmaria Bruni.Na volta 22,Bruni foi fazer sua parada nos pits,e não sei como,o carro pegou fogo,o que causou uma fumaçeira danada nos boxes de Monza.

1-FELIPE MASSA,MARINA BAY,2008

reabastecimento

felipe massa

pit stop

Essa ninguem esquece.O pit stop de Cingapura em 2008 de Felipe Massa.Muitos dizem que foi ali que Massa perdeu o titulo.Massa parou nos boxes, e por um erro da Ferrari, saiu com a mangueira de reabastecimento ainda conectada em seu carro. Saiu arrastando tudo. Depois de perder tempo, Massa voltou no último lugar. Para completar, ainda foi punido pela organização da prova e obrigado a passar pelos boxes.

 

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