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Pela terceira vez seguida, Will Power venceu a etapa de São Paulo da Indy

2010, 2011, 2012. Will Power é oficialmente o rei de São Paulo. Hoje na São Paulo Indy 300, venceu magicamente e nos mostrou que não adianta torcer contra. Se o assunto for circuito misto, ele é o cara.

Destaques para Bia Figueiredo que andou em boa parte da corrida em sétimo e fez belas ultrapassagens no S do Samba, Takuma Sato que largou em penúltimo e fez ótima corrida de recuperação ao chegar no pódio, Helio Castroneves que também fez corrida de recuperação e terminou em um ótimo quarto lugar.

Mais outro destaque para os champanhes impossíveis de abrir com as mãos, que fizeram Takuma Sato dar aquele típico sorrisinho oriental e Will Power enrolar um pouco esperando os abridores chegarem.

Rubens Barrichello está quase confirmado para correr na KV Racing na Indy 2012. Com vários percusos mistos e circuitos de rua no calendário de 2012, Barrichello vai adequar muito bem a categoria americana. Relembre outros pilotos (brasileiros) que trocaram o vinho tinto pela cerveja da Budweiser.

Emerson Fittipaldi

Com uma carreira irretocável na Fórmula 1, sagrando-se bicampeão com os títulos de 72 e 74, fez seu primeiro contato com os carros norte-americanos da Indy quando visitava o país no ano de seu bi. Lá Emerson testou um McLaren adaptado para voar nos ovais, mas foi somente dez anos depois que ele de fato veio correr na terra do Tio Sam.

Após aposentar-se da F-1 em 80 com o fim da aventura da equipe própria, tirou quatros anos sabáticos de grandes campeonatos. Em 84, Emerson competiu por dois times diferentes da Cart antes de se juntar à Patrick, time que defendeu por cinco anos, conquistando onze vitórias e seu primeiro título da Cart e das 500 Milhas de Indianápolis, em 1989. Após ter se solidificado de vez na categoria, o nosso “Rato” virou “Emmo”.

Em 1990 Emerson transferiu-se para a Penske, a equipe mais tradicional da categoria, pela qual venceu novamente as 500 Milhas de Indianápolis e que lhe fez lutar diretamente por mais dois campeonatos da Cart (93 e 94).

No final da carreira, foi piloto da Hogan em 96 sem muito destaque. Após um grave acidente no oval de Michigan, resolveu aposentar-se, dando fim a uma carreira “pra-lá” de respeitável. Emmo faz parte de um seletíssimo grupo de pilotos que foram campeões tanto na Fórmula 1 quanto na Cart. Foram eles: Mario Andretti, Nigel Mansell e Jacques Villeneuve.

Chico Serra

Piloto brazuca da Fittipaldi em sua fase terminal, marcou um ponto na Fórmula 1 (Zolder, Bélgica, 1982) antes de se mudar para a Arrows, onde fez boas atuações, mas sem nunca chegar a pontuar. Após poucas corridas foi dispensado e não mais voltaria a sentar em um carro da categoria. Em 1985, dois anos após sua aposentadoria da F-1, foi convidado por Emerson para tentar a vida na Cart.

Por lá, a bordo de um Ensign com chassi da Theodore, disputou o GP de Portland, mas após 29 voltas seu motor abriu o bico. Foi sua única e desconhecida chance. Depois disso, concentrou seu foco nos carros de Stock no Brasil e fez sucesso, sagrando-se tricampeão da categoria.

Raul Boesel

Piloto multicategoria, teve seu nome levado ao topo depois de sua saída da Fórmula 1. Mas não na Cart. Foi nos Esporte-Protótipos que Boesel se deu bem. Ele, juntamente com Martin Brundle e John Nielsen e a bordo de um Jaguar XJR-9, foi campeão da temporada de 1987 do WSC.

Na Indy, disputou corridas de 85 até 2002 passeando por diversas equipes, mas foi pela Dick Simon que obteve seus melhores resultados. Lá chegou em quarto na temporada de 93, obtendo três segundos lugares (Phoenix, Milwalkee e Detroit).

Sua última temporada competitiva foi pela Patrick em 97, quando chegou em terceiro na corrida de Portland. De volta ao Brasil, competiu algumas provas da Stock, mas preferiu dedicar seu tempo à outra atividade, que acabou tornando-se uma profissão de fato: virou DJ (igual ao DJ Squire) .

Roberto Pupo Moreno

Foi mal Pupo, mas só achei essa. Moreno na Indy 500 2007.

Após uma frustrada tentativa de iniciar-se na Fórmula 1 em 1982 pela Lotus, Moreno, junto com Emerson Fittipaldi, quis tentar carreira na América. Roberto disputou duas temporadas pela Galles, conquistando, inclusive, um honroso quinto lugar em sua quinta corrida na categoria.

 

Após 86, retornou à Fórmula 1 para ficar perambulando por equipes do fundo do grid. Em 94 tentou classificação para as 500 Milhas de Indianápolis, mas não conseguiu. Porém, foi em 1996 que sua carreira na Cart engrenou.

 

Contratado pela Payton/Coyne, chegou em terceiro na Indy 500, prova que o projetou para a categoria. Lá ficou até 2003 disputando temporadas inteiras. Depois disso, correu em provas esporádicas até 2007, sempre no estilo que lhe fez fama e apelido: substituindo pilotos e tirando leite de pedra. Até sua última corrida na Indy 500 2007, ao substituir Stéphan Gregoire e ainda se classificar no terrível Bump Day (em algum dia eu falarei dessa corrida, já está anotado a promessa) para a corrida (!) . Moreno bateu na volta 36 e se aposentou de vez.

 

Mas o momento mais especial para Moreno na Cart foi em 2000, pela Patrick, quando conquistou sua primeira vitória desde os tempos da F-3000 e arrancou uma disparada rumo à disputa do título – acabou terminando a temporada em terceiro, atrás de Gil de Ferran e Adrián Fernandez. O Super-Sub venceria mais uma na Cart em Vancouver 2001.

Maurício Gugelmin

Simpático piloto catarinense, começou sua carreira na Fórmula 1 pela March Leyton House. Foi por lá que conquistou seu maior feito na categoria, quando chegou em uma heroica terceira colocação no Grande Prêmio do Brasil de 89 em Jacarepaguá. Na March, Gugelmin ficou até 91, quando se mudou para a Jordan em 92.

Em 93, sem sua vaga garantida, mudou-se para a Cart competindo pela equipe de Dick Simon. Em 94 transferiu-se para a Chip Ganassi e começou a pegar mão da categoria, mas foi pela PacWest que deslanchou de vez. A partir de 1995, conquistou uma vitória, vários pódios e chegou em 4º no campeonato de 97.

Em 95 começou e terminou as 500 Milhas de Indianápolis em sexto, porém liderou a prova durante 59 voltas. Por determinada época também obteve o recorde de maior velocidade dentro de um circuito fechado de um carro de corrida. Em Fontana 97, cravou a velocidade máxima de 387.759 km/h!

Na derradeira temporada na Cart, Gugelmin sofreu uma tremenda pancada durante treinos para a corrida do Texas, depois de uma escapada na curva dois do oval. Com a morte de seu filho que sofria de paralisia cerebral, em 2001, Maurício decidiu-se afastar de vez das corridas.

Christian Fittipaldi

Filho de Wilson e sobrinho de Emerson Fittipaldi, teve boas atuações na Fórmula 1 mesmo correndo por equipes nanicas, como ter quase beliscado pódios com uma Minardi e uma Footwork, mas seu fato mais marcante durante os três anos que andou com um Fórmula 1 foi um mortal que deu em Monza/93, onde cruzou a linha de chegada em frangalhos após dar um loop de 360º a quase 300 km/h.

Após sua carreira na Fórmula 1 encerrar-se ao final de 1994, já começou negociações para correr na Cart junto com o tio. Em 95 estreou na Walker, e quase venceu as 500 Milhas de Indianápolis logo em sua primeira temporada.

De 96 a 2002 disputou o campeonato pela poderosa Newman/Haas. Por lá nunca teve a chance real de lutar pelo campeonato, mas pegou muitos pódios e angariou duas vitórias (Road Atlanta 99 e Fontana 2000). Após a Cart competiu na A1GP, Le Mans Series e na Stock Car brasileira.

Nelson Piquet (o pai)

Foi mal, Nelsão, mas senti que devia botar essa foto.

Após ter uma carreira mais do que vitoriosa e sem contestação na Fórmula 1, Nelson Piquet quis experimentar o automobilismo americano, mais especificamente as 500 Milhas de Indianápolis, a principal prova do calendário da Indy.

Só que em um de seus primeiros contatos com a categoria, a física mostrou que se acidentar por lá não é a mesma coisa que bater em um muro ou guard rail da F-1. Piquet bateu nos treinos para a Indy 500 de 1992 e sofreu ferimentos muito graves nas pernas, deixando-o acamado por um bom tempo.

No ano seguinte estava lá novamente para tentar vencer sua batalha pessoal contra Indianápolis. Sem acidentes, mas também sem brilho, estourou seu motor Buick na 38ª volta dando adeus a prova em 32º. O ciclo estava fechado, e Piquet não mais se arriscaria nas corridas americanas.

Tarso Marques

Piloto mais jovem a conquistar vitórias na F-Chevrolet e F-3, foi direto para a F-300o Internacional e, com apenas 20 anos, já estreava na Fórmula 1 pela Minardi, disputando as corridas da Argentina e do Brasil na F-1 em 96. No ano seguinte conquistou o assento para a metade da temporada, mas seus resultados não empolgaram.

Em 99 tentou a vida nos Estados Unidos correndo pela Penske no lugar do machucado Al Unser Jr. Infelizmente, aquela foi talvez a pior temporada da história da equipe de Roger Penske, culminando com a morte do uruguaio Gonzalo Rodrigues em Laguna Seca. Sua melhor posição de chegada foi uma nona colocação.

Voltou para a Minardi em 2001, quando assumiu o papel de escudeiro (e quase professor) de um jovem espanhol chamado Fernando Alonso. Os dois são amigos até hoje.  Em 2000, 2004 e 2005, pilotou esporadicamente na Indy pela Dayle Coyne, onde seu melhor resultado foi uma 11ª colocação.

De volta ao Brasil para disputar a Stock Car, virou notícia no ano passado, suspenso por exames que detectaram substâncias proibidas em uma corrida realizada em 2009.

Enrique Bernoldi

Piloto sem muito destaque na Fórmula 1 durante as duas temporadas que passou por lá a serviço da Arrows, como companheiro do doidão e experiente Jos Verstappen, teve seu ponto alto quando, com um carro muito mais lento (de Arrows) , segurou bravamente David Coulthard (de McLaren) por várias voltas, nas apertadas ruas no principado de Mônaco em 2001.

Após se ver sem assento na F-1, fez duas temporadas na World Series para retornar como piloto de testes da BAR. Por lá ficou por mais duas temporadas antes de vir para o Brasil disputar um ano de Stock Car.

Em 2008, foi atrás de uma carreira nos EUA e assinou com a Rocketsports na ChampCar. Todavia, com a unificação da categoria com a IRL, sua equipe não iria competir na Indy. Mas mais tarde a Conquest o anunciava como piloto ao lado do brasileiro Jaime Câmara.  Um toque entre os dois brasileiros em Watkins Glen e posteriores reclamações de Bernoldi deixaram o clima ruim na equipe.

Logo depois, ele machucou a mão em um acidente e acabaria substituído por Alex Tagliani. No ano seguinte, rumou para o FIA GT, onde começou a correr de Maserati. Hoje é piloto do time da Nissan, a bordo dos GT-R Sumo Power.

Antonio Pizzonia

Apesar da grande expectativa, Pizzonia não conseguiu uma carreira de destaque na Fórmula 1 – e nos Estados Unidos. O Jungle Boy (natural daqui de Manaus) entrou para a F1 com um currículo de respeito nas categorias de base, incluindo títulos na F-Renault e F-3 inglesa, mais o apoio da Petrobras, empresa que mantinha uma equipe na extinta F-3000.

Em 2003, foi contratado pela Jaguar e formou dupla com Mark Webber, mas sem ambiente na equipe, sequer terminou a temporada e já foi substituído por Justin Wilson (outro piloto que migrou para as corridas estadunidenses). No ano seguinte foi contratado pela BMW-Williams como piloto reserva. Participou das provas finais e pontuou em três delas, Mesmo assim, teve de dar lugar ao alemão Nick Heidfeld no início da temporada de 2005.

Em sua última temporada na Fórmula 1, juntou-se ao antigo companheiro de equipe Mark Webber na Williams – novamente no fim da temporada, mas sem sucesso. No ano seguinte, conseguiu uma vaga para ser piloto pagante na Rocketsports da Champ Car, mas sem um patrocínio forte, só correu a primeira etapa e mais três no fim da temporada. Depois de ficar zanzando na GP2 e Fórmula Superleague, voltou para a Rocketsports em 2008 para correr a derradeira corrida da Champ Car antes da reunificação. E foi só.

Pelo menos ele teve uma carreira melhor do que a do irmão, Adriano Pizzonia. Adriano corre atualmente, no Desafio Amazonense de SuperKart. Viu a diferença.

EXTRA: Ayrton Senna

A convite de Emerson Fittipaldi, o então infeliz piloto da McLaren quis fazer uma pressão na cúpula da time ao aceitar um teste pela Penske em 1993. Ele sabia muito bem que aquele não era o seu lugar, mas queria se divertir pilotando um bólido turbo novamente.

No quase kartódromo de Firebird mostrou todo seu talento frente à Cart, que sem dúvidas ganharia mais um campeão se Senna se mudasse para lá. No fim, continuou na McLaren, e faria daquela temporada uma das mais inesquecíveis de sua carreira, mesmo perdendo a disputa do título para Alain Prost e sua Williams sobrenatural.

Ontem foi anunciado o calendário oficial da F-Indy em 2012. Serão 15 etapas e somente 4 ovais. Só 4. Serão Indianapolis, Texas, Fontana e Iowa. Os circuitos de rua dominam o calendário. Serão São Petersburgo, Long Beach, São Paulo, Detroit, Toronto, Edmonton, Qingdao na China e Baltimore. As outras 3 etapas vão ser realizadas nos circuitos mistos permanentes de Barber, de Mid-Ohio e de Infineon.

Isso era o que eu mais temia. Ainda lembro do calendário de 2003 onde só eram realizadas etapas em ovais.

Veja a comparação entre esses calendário:

Calendário da Indy em 2o12

Prova Nome da corrida Circuito Local Data Horário
1 Estados Unidos Honda Grand Prix of St. Petersburg Ruas de São Petersburgo (Circuito de rua) São Petersburgo, Flórida 25 de março a anunciar
2 Estados Unidos Honda Indy Grand Prix of Alabama Barber Motorsports Park (Circuito misto permanente) Birmingham, Alabama 1 de abril a anunciar
3 Estados Unidos Toyota Grand Prix of Long Beach Ruas de Long Beach (Circuito de rua) Long Beach, Califórnia 15 de abril a anunciar
4 Brasil São Paulo Indy 300 Circuito Anhembi (Circuito de rua) São Paulo, Brasil 29 de abril a anunciar
5 Estados Unidos 95th Indianapolis 500 Indianapolis Motor Speedway (Super-Oval) Speedway, Indiana 27 de maio a anunciar
6 Estados Unidos United States Chevrolet Detroit Belle Isle Grand Prix Corrida no Belle Isle Park (Circuito de rua) Detroit, Michigan 3 de junho a anunciar
7 Estados Unidos Firestone Twin 275s Texas Motor Speedway (Oval) Fort Worth, Texas 9 de junho a anunciar
8 Estados Unidos Etapa de Iowa Iowa Speedway (Oval) Newton, Iowa 23 de junho a anunciar
9 Canadá Honda Indy Toronto Ruas de Toronto (Circuito de rua Toronto, Ontário 8 de julho a anunciar
10 Canadá Edmonton Indy Edmonton City Centre Airport (Circuito de rua) Edmonton, Alberta 22 de julho a anunciar
11 Estados Unidos Etapa de Mid-Ohio Mid-Ohio Sports Car Course (Circuito misto permanente)  Condado de Morrow, Ohio  5 de agosto a anunciar
12 República Popular da China Etapa de Qingdao Ruas de Qingdao (Circuito de rua) Qingdao, China 19 de agosto a anunciar
13 Estados Unidos Indy Grand Prix of Sonoma Infineon Raceway (Circuito misto permanente) Sonoma, Califórnia 26 de agosto a anunciar
14 Estados Unidos Etapa de Baltimore Ruas de Baltimore (Circuito de rua) Baltimore, Maryland 2 de setembro a anunciar

 

      15    Estados Unidos Etapa de Fontana                    Auto Club Speedway (Oval)                     Fontana, Califórnia                   15 de setembro a anunciar

Calendário da Indy em 2003

 

Prova Título Oficial do GP
da IndyCar Series
Circuito Local Data
1 Estados Unidos Toyota Indy 300 Homestead-Miami Speedway (Oval) Homestead 2 de março
2 Estados Unidos Purex Dial Indy 200 Phoenix International Raceway (Oval) Phoenix 23 de março
3 Japão Indy Japan 300 Twin Ring Motegi (Oval) Motegi 13 de abril
4 Estados Unidos 87th Indianapolis 500 Indianapolis Motor Speedway (Super-Oval) Speedway 25 de maio
5 Estados Unidos Bombardier 500 Texas Motor Speedway (Oval) Fort Worth 7 de junho
6 Estados Unidos Honda Indy 225 Pikes Peak International Raceway (Oval) Fountain 15 de junho
7 Estados Unidos SunTrust Indy Challenge Richmond International Raceway (Oval) Richmond 28 de junho
8 Estados Unidos Kansas Indy 300 Kansas Speedway (Oval) Kansas 6 de julho
9 Estados Unidos Firestone Indy 200 Nashville Superspeedway (Oval) Lebanon 19 de julho
10 Estados Unidos Firestone Indy 400 Michigan International Speedway (Oval) Brooklyn 27 de julho
11 Estados Unidos Emerson Indy 250 Gateway International Raceway (Oval) Madison 10 de agosto
12 Estados Unidos Belterra Casino Indy 300 Kentucky Speedway (Oval) Sparta 17 de agosto
13 Estados Unidos Firestone Indy 225 Nazareth Speedway (Oval) Nazareth 24 de agosto
14 Estados Unidos Delphi Indy 300 Chicagoland Speedway (Oval) Joliet 7 de setembro
15 Estados Unidos Toyota Indy 400 California Speedway (Oval) Fontana 21 de setembro
16 Estados Unidos Chevy 500 Texas Motor Speedway (Oval) Fort Worth 12 de outubro

Uma grande diferença. E tinha ovais legais como Nashville e Motegi. A Indy está querendo virar uma F1 de hoje. E veja o que aconteceu com a F1, corridas chatas e sem graça (Valência foi o cúmulo da chatice) . Nesse ano, a Indy só teve uma etapa legal em Indiana, e a F1 só teve uma corrida bacana em Montreal. Circuitos de rua são insignificantes. Servem apenas para gastar dinheiro (Valência) e perturbar a população (Anhembi) .

E são os circuitos de rua que estão causando o desinteresse dos americanos e outros que estão tendo de se contentar em assistir corridas da NASCAR que contém todo o tipo de oval. A F1 também está perdendo o interesse por causa de circuitos de rua.

F1 em Valência, completamente inútil

Espero que a Indy não siga os mesmos caminhos da F1 e volte com os ovais, porque as corridas serão com certeza a mais chatas da história dos EUA. E nem os circuitos mistos vão adiantar, porque Sonoma e Motegi foram corridas chatas em 2011 e Mid-Ohio parece ser um circuito bastante travado.

F-Indy em Baltimore, seguindo os passos da F1

Indy 500 1992, Al Unser Jr. e Scott Goodyear

Esse foi talvez a chegada mais emocionante da história da Indy 500. A diferença foi de 0,3 de segundos. Goodyear largou em último e chegou na última volta em segundo e foi tentar uma vitória épica que foi impedida por 0,3 de segundos.

Etapa de Talladega de 2011 da NASCAR Sprint Cup, Jimmie Johnson e Clint Bowyer

Kevin Harvick #29, Jeff Gordon #24, Mark Martin #5,Clint Bowyer #33, Carl Edwards #99, Greg Biffle #16, Dale Earnhardt Jr. #88 e Jimmie Johnson #48 tinham chances de ganhar a corrida na última volta. Bowyer liderava. Dale Jr. que estava sem ganhar a 100 corridas abriu mão de vencer e empurrou Jimmie Johnson rumo a vitória conquistada por míseros 0,002 segundos. Para se ter melhor uma idéia, veja a foto. 

Etapa de Darlington em 2003 da NASCAR Nextel Cup (atual Sprint Cup) , Ricky Craven e Kurt Busch

De novo a diferença foi de míseros 0,002 segundos. Ricky Craven #32 venceu por esses míseros 0,002 segundos o seu rival Kurt Busch. Foi considerada a chegada mais apertada da história da NASCAR até a etapa de Talladega desse ano.

GP da Áustria de 1982, Elio de Angelis e Keke Rosberg

No velocissímo circuito de Osterreichring, Elio de Angelis e Keke Rosberg travaram a chegada mais emocionante da história da Fórmula 1. Elio de Angelis venceu Keke Rosberg por 0,050 segundos. Na foto, de Angelis é o do carro preto.

GP de Valência de MotoGP, Casey Stoner e Ben Spies

A três voltas do final, Casey Stoner liderava quando a chuva chegou e Ben Spies conseguiu a ultrapassagem para liderar e ir para sua segunda vitória na temporada. Mas na última volta, Stoner faz melhor a última curva e no motor conseguiu a ultrapassagem e ganhou a corrida por 0,015 segundos. Nem eu acreditei que o Spies perdeu daquele jeito.

Etapa de Misano da Moto 125 CC, Nicolas Terol e Johann Zarco

Na etapa de Misano, Juhann Zarco liderava após ter passado Terol na última volta. Mas na última reta da corrida, Zarco olhou para trás, estendeu o braço esquerdo e começou a gesticular para Terol. Nessa brincadeira, Zarco perdeu frações o suficiente para Terol passar já na linha de chegada por 0,022 segundos. Terol venceu por pura desastragem de Zarco.

Após a corrida, Zarco tentou justificar a atuação desastrada: “Eu sabia que Terol era mais veloz que eu na reta. Então, fiz aquele sinal pedindo para ele parar”. Mas aonde que o Terol ia parar numa situação dessa.

Espero que tenham gostado.

Briscoe? Piloto de Fórmula 1? Só no seu planeta, amigo.

O fato é que o australiano, que corre atualmente na Indy pela poderosa Penske, já foi o piloto reserva da Toyota em 2004. É algo que poucas pessoas se lembram. O interessante é que, desde aquela época, Briscoe apresenta uma perigosa propensão a acidentes violentos. É o caso dessa pancada do vídeo, ocorrida aos oito minutos da segunda sessão de treinos livres de sexta da corrida belga.

O vídeo não é muito claro, mas indica que Ryan já vinha com o carro arrebentado desde a descida que precede a Eau Rouge. Segundo a Toyota, um pneu furado fez com que o TF104 se descontrolasse, atingindo uma mureta à direita. Após este choque, o carro seguiu se arrastando até bater de leve na barreira de pneus da Eau Rouge. Briscoe saiu do carro com um arranhão do braço e foi ao centro médico dar um oi para as enfermeiras. No fim das contas, tudo bem com ele. Para quem sofreria aquele acidente monstruoso em Chicagoland no ano seguinte na Indy Racing League, a pancada belga foi coisa de criança.

 

Simoncelli não resistiu aos ferimentos sofridos após grave acidente no GP da Malásia

Simoncelli é que tá de bruços na pista

Esse ano tá uma merda.Já morreram Gustavo Sondermann,Christian Bakkerud e Dan Wheldon,e agora o piloto italiano Marco Simoncelli morreu. Na etapa da Malásia, pouco após a largada,Simoncelli levou uma queda e foi atropelado por Colin Edwards e Valentino Rossi.Num acidente chocante,Simoncelli perdeu o capacete e ficou de bruços na pista.

No acidente, Simocelli perdeu seu capacete e ficou de bruços na pista, em cena chocante. Ele foi atendido rapidamente pela equipe médica e levado de helicóptero para o hospital, mas não resistiu aos ferimentos.

Os médicos tentaram reanimar Simoncelli por cerca de 45 minutos, mas sem sucesso. “Ele entrou em parada cardiorrespiratória como consequência do forte impacto que recebeu na cabeça, pescoço e peito. Foi feita a entubação e realização de manobras de recuperação durante mais de 45 minutos, mas nenhuma delas teve êxito. Às 16h56 [horário malaio], declarou-se oficialmente a morte do piloto”, explicou o diretor médico Michele Macchiagodena.

Em nota oficial, os organizadores do GP da Malásia manifestaram seu pesar com a morte do italiano: “Todos os que trabalham na MotoGP querem expressar suas mais profundas condolências à famílias, amigos e à equipe de Marco após esta trágica perda.”

A corrida foi cancelada 40 min depois do acidente.Rossi deu um passeio na grama e não se feriu.Edwards teve o ombro deslocado.E uns filhas-da-mãe que foram ao circuito de Sepang arremessaram vários objetos na pista, como garrafas de plástico e latas.Eles não tem respeito.

A morte de Simoncelli causou comoção na Itália. O jornal La Gazzetta dello Sport estampou uma foto do piloto em sua página com a manchete “Adeus, Supersic”, referindo-se ao apelido de Marco. O Corriere dello Sport também dá grande destaque à tragédia, com ênfase à forte cena na qual Simoncelli aparece de bruços na pista sem o capacete.

Fanático torcedor do Milan, Simoncelli também foi homenageado na rodada deste domingo do Campeonato Italiano. Em todas as partidas do dia, haverá um minuto de silêncio em sua memória. O Milan entrou em campo de luto. Na partida fora de casa contra o Lecce, os jogadores usaram uma braçadeira preta em seus uniformes como sinal de luto.

Abaixo algumas homenagens de personalidades do automobilismo:

“É difícil expressar em palavras a dor sentida diante da perda de um sujeito alegre como Marco Simoncelli. Eventos como este e a perda igualmente trágica de Dan Wheldon há uma semana, na corrida da Indy em Las Vegas, nos lembram como todos os envolvidos em automobilismo estão sempre expostos a estes riscos”, afirmou Stefano Domenicalli,chefe de equipe da Ferrari.

“Ciao Marco. Você sempre estará em nossos corações”, declarou Tony Kanaan,piloto da Lotus KV Racing na F-Indy.

“Gostaríamos de declarar nossas mais sinceras condolências aos amigos e à família de Marco Simoncelli após o trágico acidente em Sepang. RIP Marco. Marco foi um verdadeiro talento cuja luz se apagou muito cedo em outro dia horrível para o automobilismo”, comentou Helio Castroneves,piloto da Penske Racing na F-Indy.

“Outra notícia triste no automobilismo na MotoGP. RIP Simoncelli. Nossos pensamentos e orações à família e aos amigos”, disse Juan Pablo Montoya,piloto da NASCAR Sprint Cup Series.

“Uma semana inacreditável no automobilismo. A perda de outro grande talento, Marco Simoncelli. Envio minhas condolências à família e aos amigos. Muito trágico.”
Nigel Mansell, inglês, campeão mundial de F1 em 1992”

“RIP Marco. Um talento tão empolgante que foi embora. Nossos pensamentos estão com sua família, amigos e todos envolvidos na MotoGP. Às vezes, automobilismo pode ser tão cruel”
Jenson Button, inglês da McLaren

“Uma semana muito triste para o automobilismo. Nossos pensamentos estão com a família e os amigos de Marco após esta trágica perda.”
Declaração oficial da equipe Force India

“Gostaríamos de expressar as nossas sinceras condolências à família, aos amigos e fãs de Marco Simoncelli. RIP Marco.”
Declaração oficial da equipe Sauber

“RIP Marco. Um talento especial que fará falta. Pensando em seus entes queridos e no paddock da MotoGP.”
Mark Webber, australiano da Red Bull

“Não acredito que a estrela da MotoGP Simoncelli morreu em um acidente. Outro grande talento perdido.”
Heikki Kovalainen, finlandês da Lotus

“Que semana horrível para o esporte… Soube que Simoncelli foi morto em uma corrida da MotoGP hoje [domingo]. Grande talento – enorme perda para a MotoGP.”
Karun Chandhok, indiano da Lotus

“Sic [apelido de Simoncelli] era como um irmão mais novo para mim. Ele era tão duro na pista quanto era doce na vida. Ainda não acredito nisso, sentirei falta dele imensamente”, declarou Valentino Rossi,piloto da Ducati.

“Nestas circunstâncias, as palavras não parecem ser apropriadas. Penso na família de Marco e todas as pessoas queridas por ele, em particular seus pais. Também tenho um filho e o que aconteceu hoje é a situação mais difícil de imaginar”, declarou Andrea Dovizioso,piloto da Honda na Moto GP.

“Ainda não sei o que dizer em um dia como esse… Só sei que sentiremos saudades. Descanse em paz, Marco”, declarou Jorge Lorenzo,piloto da Yamaha.

“Estou tão chocado e entristecido com a perda de Marco. Quando coisas como estas acontecem, você lembra como a vida é preciosa, o que me deixa doente por dentro. Tudo o que posso dizer é o quanto sinto por toda família de Marco. Não consigo imaginar pelo que eles estão passando e meus pensamentos e sentimentos estão com eles neste momento. Espero que todos se aproximem e se recuperem dessa tragédia juntos”, comentou Casey Stoner,piloto que é atual campeão da Moto GP.

“Apenas não sei o que dizer. As palavras me escapam. Marco era um cara muito legal e um piloto muito talentoso. Às vezes, fui muito duro com ele, como por exemplo após seu primeiro pódio da MotoGP em Brno, quando lhe disse – ‘Pódio de sorte!’ – e ele ficou irritado. Mas queria motivá-lo porque sabia que ele poderia fazer ainda mais. Estava pensando que, quando ele vencesse sua primeira corrida, poderíamos celebrar juntos. Quero agora apenas dizer obrigado a Marco, pelo que me deu e dar minhas sinceras condolências à sua família por este período muito triste.”
Shuhei Nakamoto, vice-presidente executivo da equipe Honda

“Às vezes, a vida apenas não faz sentido. Descanse em paz nº 58 [número de Simoncelli na Gresini Honda], você foi uma estrela dentro e fora da pista. Todos nós sentiremos saudades.”
Nicky Hayden, norte-americano da Ducati

“Todos na Rizla Suzuki foram fortemente afetados pelos trágicos eventos de hoje [domingo] e enviam as mais sinceras condolências à família e aos amigos de Marco durante o período desta grande perda.”
Declaração oficial da equipe Suzuki

“RIP Marco. Nosso esporte perdeu um grande piloto e um grande cara. Meus pensamentos estão com sua família. Tive a sorte de ser colega de equipe de Marco em 2002. Ele era um cara realmente divertido e me ensinou meu irrepetível italiano!”
Chaz Davies, galês, campeão do SWC (Supersport World Championship)

“Devastados e desolados. Obrigado por todas suas amáveis palavras.”
Declaração oficial da equipe Honda

“RIP Marco Simoncelli! Um grande piloto e um cara muito legal. Meus pensamentos estão com toda sua família e amigos. Nunca vou esquecer o dia de hoje [domingo].”
Cal Crutchlow, inglês da Tech 3 Yamaha

“Tão, tão triste! Absolutamente terrível e doloroso quando acontece isso no esporte! Minhas lembranças à família e aos amigos próximos de Marco Simoncelli.”
Tommy Hill, campeão da Superbike inglesa

“Descanse em paz, Sic… Nossos pensamentos estão com a família e a equipe. Uma tragédia.”
Declaração oficial da equipe Yamaha

Ciao Supersic.Que você descanse em paz.

 Simoncelli comemorando a pole-position na etapa da Catalunha 

“IndyCar está triste em anunciar que Dan Wheldon morreu de lesões sem chances de sobrevivência. Nossos pensamentos e orações estão com Dan e sua família. IndyCar, seus pilotos e equipes decidiram terminar a corrida. Eles vão completar cinco voltas em homenagem ao Dan”.Essa foi a declaração de Randy Bernard para anunciar que um dos grandes pilotos da F-Indy estava falecido.

No GP de Las Vegas,última etapa desta temporada da F-Indy.Na volta 12,um multi-acidente acontece envolvendo 15 pilotos.Um está bastante ferido e esse é Dan Wheldon.Wheldon é socorrido rapidamente de helicóptero rumo a um hospital com vários ferimentos graves na cabeça.

Mas Wheldon não resiste e abaca falecendo.Fiquei incrivelmente chocado.Seu carro decolou sobre o carro de Paul Tracy, vindo a bater de cabeça para baixo, destruindo o santantônio do seu carro e em seguida seu capacete.Acidente pior que esse é quase impossível.

Wheldon tinha vencido duas vezes a Indy 500,uma em 2005 e outra em 2011( ).Will Power,JR Hildebrand e Pippa Mann também foram para o hospital,mas tiveram apenas ferimentos leves.Com Power tendo abandonado a prova,Dario Franchitti foi o campeão.Franchitti foi um dos vários pilotos que ficaram bastante emocionados com a morte de Wheldon.Kanaan que sempre está animado,foi um dos que ficou mais triste com a morte de Wheldon.

Os pilotos deram 5 voltas atrás do safety-car em homenagem a Dan Wheldon.Wheldon estava apenas participando da corrida como convidado e já tinha um contrato assinado com a Andretti Autosport para o ano que vem no lugar de Danica Patrick que está fazendo as malas para ir para a NASCAR Nationwide Series.

Abaixo veja as homenagens de pilotos de F1 pelo Twitter:

“Este é um dia muito triste. Dan foi um piloto que acompanhei durante toda minha carreira. Segui seus passos enquanto subíamos a escala do automobilismo no Reino Unido. Ele era um piloto extremamente talentoso”, afirmou Hamilton.

“Despertei com a notícia mais terrível. Descanse em paz, Dan Wheldon”, escreveu Button.

“Acabei de sair do avião e recebi a terrível notícia sobre a morte do nosso amigo Dan Wheldon… Que coisa. Lembrarei sempre de nossas risadas na Granja [Viana, kartódromo em São Paulo]. Vá em paz”, afirmou Barrichello.

“RIP Dan Wheldon. Em nome de todos na Vodafone McLaren Mercedes, passamos nossas condolências para sua família e amigos. Nossos pensamentos estão com eles neste momento.”
Equipe McLaren.

“Que triste escutar a notícia de Dan Wheldon! É triste quando um colega se vai”
Sergio Pérez, da Sauber.

“Notícias muito tristes de um grande piloto que morreu. Descanse em paz, Dan. Meus pensamentos estão com sua família.”
Paul di Resta, da Force India.

“Muito triste ler sobre a notícia de Dan Wheldon. RIP”
Heikki Kovalainen, da Lotus.

“Adeus, parceiro. Vamos sentir sua falta para c…”
Tiago Monteiro, ex-Jordan.

“Lamento muito por Wheldon. Temos de seguir trabalhando e melhorando a segurança nas pistas, sobretudo nas ovais.”
Pastor Maldonado, da Williams.

“Descanse em paz, Dan. Lembro de nossos primeiros dias na Inglaterra em 1995/96. Saudades…”
Mark Webber, da Red Bull.

 

 

 

Pilotos prestando homenagem a Dan Wheldon

O acidente de Las Vegas

Descanse em paz,Dan Wheldon(1978-2011)

Tuíter

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