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Às vésperas de Spa-Francorchamps, sem tv a cabo, vendo as propostas de Luiz Navarro para prefeito e voltando aos poucos à vida escrava interneteira. Uma notícia aparece na telinha (colaboração de Leandro Verde e de Américo Teixeira Junior) de 14 polegadas do meu notebook sem ponto de interrogação. Uma fonte com estreitas relações com a FIA e a Ferrari, surpreendeu ao dizer que Felipe Massa iria permanecer na Ferrari em 2013.

Buemba! como diria alguém. Por que motivos (ou diabos, escolham a expressão que combina mais) os ferraristas iriam querer que Felipe continuasse na Ferrari em 2013, mesmo com sua má fase, o infame décimo quarto no campeonato e a Autosprint pegando no pé colocando Sergio Perez e Heikki Kovalainen no emprego do são paulino?

Simples. A Ferrari sabe que o carro não é bom e que Fernando Alonso é mágico. Se conseguirem repetir um carro ao menos tão bom quanto o F10 de 2010, em 2013, Alonso poderá andar bem mais que esse ano, e Felipe também poderá voltar a brigar por pódios ou até mesmo por vitórias.

Além do mais, Felipe Massa e Fernando Alonso são grandes amigos. E Alonso tem grande influência na Ferrari. Uma frase basta. O presidente da Ferrari, Luca Di Montezemolo já declarou que quer que Massa permaneça na equipe.

Por que mostrei uma foto de dois anos atrás para ilustrar algo atual? Nada. Só queria lembrar da última vez em que Felipe liderou o campeonato. A propósito, foi em Sepang, 2010. Quando Alonso abandonou a duas voltas do final e deu a liderança para o brasileiro.

Mas como já disse, se não der para que Felipe continuar na Ferrari, temos bons substitutos. Bruno Senna está ganhando pontos com as equipes grandes. E Felipe Nasr e Luiz Razia tem grandes chances de irem para a F1 daqui a um ou dois anos. Nasr tem bastante telento e Razia tem grandes chances de ser campeão na GP2. Não esqueçamos do Victor Guerin que está fazendo boas provas na GP2, mas ainda é muito novo e precisa de experiência.

Luiz Razia e Felipe Nasr podem ser a esperança do Brasil na F1. Não liguem para o Davide Valsecchi

A propósito, me desculpem por quase um mês fora de contato. Problemas e problemas pessoais. E também estava com preguiça de postar alguma coisa aqui. Me desculpem. Não me abandonem.

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Hoje, a Autosprint, uma revista italiana que adora colocar outras pesssoas no lugar de Felipe Massa em 2013, falou que a Ferrari havia deixado expirar na quinta-feira uma opção no atual contrato, que poderia fazer com que Felipe renovasse com os italianos por mais um ano.

E como fazem normalmente ao falar de Felipe, buscaram um possível substituto para Felipe. Falaram em Jenson Button, Nico Hulkenberg e até mesmo Heikki Kovalainen! Mas será mesmo? Felipe Massa vem de alguns resultados bons como em Silverstone onde quase conseguiu um pódio. Eu sei. Foi há umas duas ou três semanas. Em Hockenheim, vinha para outro bom resultado, mas o além não permitiu.

Ainda mais porque percebe-se que houve uma boa melhora desde o começo do ano. Dele e do carro. Hoje nos treinos de sexta em Hungaroring, Massa foi o sétimo, atrás 6 décimos de Alonso. No segundo treino livre, ele foi o quarto, logo a frente de Alonso. No começo do ano, era algo impensável Massa estar a menos de um segundo de Alonso.

Mas como os brasileiros são um povo que vive metendo pressão nos esportistas, isso não significa nada. Para a maioria, o que importa é que ele esteja brigando pelo topo. Onde você procurar sobre Felipe Massa, você vai ver algo como “Massa está pressionado” ou “Bruno está pressionado”. São uns idiotas.

Bruno Senna também andou bem hoje

O outro brasileiro na F1, Bruno Senna, também é apontado como fora da Williams em 2013. Com Valtteri Bottas andando bem nos treinos de sexta aonde atua, surgiram boatos de que Bottas fosse o segundo piloto da equipe de Grove em 2013. Tudo por causa que Christian “Toto” Wolff entrou na equipe como diretor-executivo da equipe. Toto teria uma simpatia por Bottas, e como o segundo mais poderoso na Williams, poderia muito bem mandar um dos pilotos atuais para a rua.

Pastor Maldonado tem MUITO dinheiro, anda rápido principalmente em circuitos de rua, mas bate muito. O venezuelano não chega nos dez primeiros na maioria das vezes, mas quando chega, ele sempre anda lá na frente. Bruno Senna tem dinheiro, é rápido principalmente na chuva, mas tem um pouco de azar. Chega na maioria das vezes entre os dez primeiros, mas sempre está brigando por um sétimo ou um oitavo.

Maldonado tem mais pontos, mas só pontuou em duas ocasiões e só tem mais pontos por causa de sua vitória em Barcelona. E Rafael já não marca pontos faz cinco finais de semana. Já Bruno Senna pontuou em cinco ocasiões, e poderia ter pontuado em mais corridas se não fosse o destino. Tem como melhor posição em Sepang na chuva, um sexto. E também tem um sétimo na China.

Se Felipe e Bruno não continuarem em 2013, alguém poderá representar o Brasil em 2013? Mas é claro que sim. Temos 3 brasileiros na GP2 em 2012.

Felipe Nasr tem talento. Tem três pódios esse ano em Sepang, Silverstone e Hockenheim. Mas ainda é um novato e inexperiente. Precisa de ao menos mais um ano na GP2 para sonhar com a F1. E precisará mostrar todo o seu talento o resto desse ano e ano que vem. Seria algo muito, muito surpreendente se alguma equipe da F1 o contratasse para ser um segundo piloto em 2013.

Victor Guerin saiu do kart faz uns 4 anos e é muito novo e ainda terá que fazer 1 ou 2 anos na GP2 para ter alguma chance de F1, apesar de estar mostrando boas passagens pela fraca Ocean Racing, demonstrando ser um bom piloto na chuva.

Mas o cara que tem mais chances de ir à F1 em 2013 é Luiz Razia. Razia já tem 4 vitórias na GP2 e nunca esteve em tão boa fase na GP2. É o líder do campeonato com 10 pontos de diferença para o segundo colocado, Davide Valsecchi. Se conseguir ser campeão da GP2, já tem 1 pé e meio na F1. Já que Bernie Ecclestone quase que obriga ter o campeão da GP2 na F1 no ano seguinte. Ele quase que obrigou a Toro Rosso ter uma vaga para Giorgio Pantano em 2009.

Mas se Razia for para uma equipe pequena, se não fizer milagre, praticamente tem sua carreira quase que acabada. Já que não poderá mostrar seu talento numa HRT ou numa Marussia. E poderá sofrer a mesma coisa que os brasileiros sofreram entre os anos de 1995 até 1999. Um desprezo por parte dos brasileiros que torcem para time que tá ganhando e mandam se lixar os times que vivem perdendo tanto quanto os New York Mets ou o Íbis de Pernambuco.

Se Massa e Senna continuam na F1, nínguem sabe. Se Razia poderá representar o Brasil em 2013, nínguem sabe também. O que podemos fazer é esperar o tempo passar e ver o que acontece.

As aulas voltaram e estou na pior semana da minha vida. Mas as suas aulas já voltaram? você pode perguntar. Eu só posso dizer que aqui é Manaus. Pois é, tanto que não dei minha análise sobre o GP de Silverstone. Com as aulas voltando, o professor de Matemática me perturbando dizendo que a área da circunferência é pi-r ao quadrado e problemas pessoais me perseguindo, e como sei que este sítio vai ficar inativo por alguns dias, lanço essa pergunta: Qual foi o momento mais marcante da história da F1 que você presenciou?

Fale o momento que você viu pela TV, rádio ou ao vivo. Fale qual foi o momento em que você se emocionou, soltou aquele grito “VAI, VAI, VAI!!!”. Aquele momento em que você chorou. Aquele momento em que você não acreditou no que viu ou ouviu. Aquele momento em que você entrou em êxtase por causa de um final incrível ou uma ultrapassagem que só se vê uma vez na vida.

Só para engrenar um pouco, o momento mais marcante que eu presenciei na F1, foi o GP Brasil de 2008. Nada de mais.

Esse post é para descobrir quem é passa por aqui, os seus gostos, o número da senha do seu MSN ou do cartão de crédito e quem é que manda spams para este blog. Até algum dia!

E se Felipe Massa e Lewis Hamilton estivessem na mesma equipe? El Mini nos explica como seria se eles estivessem na McLaren. Tem até Lewis Hamilton cantando uma versão do sucesso de verão de Michel Teló “Ai, se eu te pego” . Essa música virou sucesso até lá na Espanha. Será que o Speeder76 também gosta desta música?

Esse carro é uma bosta vermelha e branca!

Duas da manhã. Essa foi a hora em que tive de acordar hoje. Mas o treino não foi à três da madruga? Para vocês que moram num lugar que segue o horário de Brasília, sim, foi três horas. Mas aqui no norte do Brasil, tudo passa uma hora mais cedo do que vocês.

Continuando, eu acordei duas da madruga para ver o treino. Quando deu duas horas, o despertador no meu celular, que é igualzinho ao celular do Ferdinand da novela “Fina Estampa” , tocou. Musiquinha chata, mas que acorda na hora. No começo, me perguntava o porquê de eu estar acordando naquele momento.

Levanto a minha cabeça, desligo o despertador. Aí eu me lembro de que eu ia ver o treino classificatório do GP da Austrália de F1. Acordo morrendo, mas acordo. Saio do quarto, onde meu irmão está dormindo profundamente. Meu irmão não assiste F1. Ele não gosta, por motivos que desconheço. Por isso, vou para a sala, onde só posso acordar os ratos que vivem na cozinha.

Acendo a luz. Ligo a TV. O treino já estava com três minutos da Q1. Petrov estava saindo com sua Caterham e percebo que não tinha perdido nada naqueles três minutos que tinham rolado. Deito no sofá. O sofá está com o braço direito quebrado. Então apoio minha cabeça no braço esquerdo do sofá.

Passa o tempo. A Q1 só serve para torcer para a HRT (time que torço, não me julguem) . Nem a minha torcida ajudou. Novamente, a HRT não passou do limite dos 107% e não vai correr hoje de madrugada. Também com pilotos como Pedro de la Rosa e Narain Karthikeyan, o que podemos esperar da pequena Minardi espanhola. Também estava torcendo para Felipe Massa. Massa por pouco não passou para a Q2. Ele tirou Raikkonen. O finlandês deu uma escapada sozinho no setor 3.

Penso que é só um pequeno sustinho de Q1. Pensamento errado. Alonso escapa e abandona a qualificação. Beleza, melhor pro Massa que ganharia mais uma posição. Pensamento errado. Na verdade, pensei várias vezes errado naqueles 15 minutos de Q2. Massa abre sua última volta rápida.

Imediatamente, eu digo: “Vamo Felipe, tem um menino em Manaus que ainda acredita em você. Não me decepcione.” . Filha da mãe. Me decepcionou. Ele desistiu de sua última volta rápida. Tentei torcer para Bruno Senna, mas ele não conseguiu fazer milagre com sua Williams paupérrima.

Essa Williams é ruim, mas Bruno Senna ainda tem a minha torcida

Imediatamente, eu levanto minha cabeça e bato com ela no braço esquero do sofá, onde ela estava apoiada. Olho para o alto e dou um suspiro decepcionado.

Nem os erros gramaticais de Galvão Bueno (“aconticeu” , pelo amor de Deus) puderam me animar novamente. Para quem eu ia torcer na Q3? O pessoal da Globo faz aquela aposta de quem vai ser o pole. Aposto que vai ser o Button, mas mudo radicalmente minha opinião e aposto no Schumacão e sua Mercedes.

Mas Hamilton e Button provaram que o “ornitobico” foi uma completa perda de tempo das outras equipes e marcaram a dobradinha da McLaren em Melbourne. Não tivemos o dedo indicador de Vettel para o alto. Tivemos seis dedos para o alto. Romain Grosjean surpreendeu a todos e cravou a terceira posição no grid ao lado de Michael Schumacher. Minha aposta para a pole.

Voltando ao tema do título. Felipe Massa me decepcionou profundamente. Sabia que o carro não era bom o suficiente para abocanhar a segunda, primeira ou a terceira fila do grid. Mas não esperava que o carro fosse tão ruim, a ponto de Massa ficar atrás das Williams de Bruno Senna e Pastor Maldonado e de Fernando Alonso que mal completou o treino da Q2.

Esperava que ele conseguisse ao menos uma nona posição, ou quem sabe até um oitavo. Mas isso não abalou. Vou continuar torcendo para Felipe Massa. Bruno Senna também tem a minha torcida. A esperança é a última que morre. Ainda acredito em tu, Felipe Massa. Você é meu ídolo.

Então, eu levantei do sofá. Bocejei um pouco. Ajeitei a torneira da cozinha que estava pingando. Apagei a luz, desliguei a TV, abri a porta do quarto e fui dormir. Mas decepcionado. Mas para animar um pouco, fiquem com essa foto engraçadinha que achei por aí.

Bruno Mantovani e seus Pilotoons. Lewis Hamilton tentando acertar o alvo com o desenho de Felipe Massa com dardos. Até agora ele não acertou nenhum, mas o que vai acontecer quando ele acertar um desses dardos?

O assunto é nulo. Eu sei. Tem aquela disputa pela vaga na Williams e na HRT. Tem Adrian Sutil nos tribunais, etc e etc. Como o título fala por si só, eu vou apresentar as 11 vitórias caseiras mais legais da F1. Mas porque 11. Porque eram para ser 10, mas me lembrei de outra importante.

11- Felipe Massa, Interlagos, 2006

Quando a alegria brasileira voltou para Interlagos

Em 2006, havia aquela angustia dos torcedores brasileiros. Desde 1993 um brasileiro não ganhava num GP Brasil de F1. Tinha o Barrichello, mas o azar sempre esteve ao seu lado em Interlagos (2009 foi o cúmulo) . Felipe Massa foi lá e cravou a pole-position. O que animou muitos brasileiros, inclusive aqueles que votaram naquelas curiosas cabines de votação para ver quem ia ser campeão.

Felipe Massa honrou seu macacão tupiniquim e venceu para a alegria dos torcedores brasileiros que apareceram em Interlagos. Essa vitória botou Felipe Massa como um dos favoritos para ser campeão em 2007.

10- Stirling Moss, Aintree, 1955

Gostou de ser vice

Uma vitória suada contra um dos maiores de todos os tempos ou um presente daquele maestro que era seu companheiro de equipe?

Stirling Moss é cavalheiro demais para pedir algo assim a Fangio, mas conquistar essa vitória incrível em Aintree 55 foi perfeito para Moss.

Só que a distânica de 0,2s de um para o outro foi controversa. Ate hoje não sabemos – e talvez nunca – se a corrida foi realmente vencida por Moss ou foi Fangio que abriu a porteira para o inglês.

9- Juan Manuel Fangio, Buenos Aires, 1955

No sangue e no suor

O GP da Argentina quase sempre começava as temporadas de Fórmula 1, e Juan Manuel Fangio quase sempre vencia a corrida, mas porque o GP de 1955 foi de fato mais importante que os outros?

Com temperatura de pista na casa dos 40° e em uma época em que o limite de 2 horas de prova não era regra, as 96 voltas do GP da Argentina daquele ano foram um páreo duro. Duríssimo! Se pilotar nos dias de hoje provas “curtas”, com um carro cheio de tecnologia, já é complicado, imagine ter que trocar marchas manualmente e pilotar um carro a mais de 200 km/h sem segurança e sem direção hidráulica.

Apenas Fangio e seu colega argentino Robert Mieres completaram a distância sem entregar seu carro para outro piloto, o que era permitido na época.

Mesmo com os gases do escape quentes cauterizando sua pele, Fangio se mantinha firme e forte, enquanto seus rivais caiam fora de seus carros direto para ambulâncias com exaustão pelo calor. Fangio não arregou para vencer uma de suas vitórias mais duras na Fórmula 1.

8- Jim Clark, Aintree, 1962- Silverstone, 1963- Brands Hatch, 1964 e Silverstone, 1965

Gostou de vencer

Jim Clark era uma máquina. E ninguém vencia mais do que ele no início da década de 60. Nos GP dentro de casa então… imbatível.

Nos Grandes Prêmios de 62, 63, 64 e 65, disputados em Aintree, Silverstone, Brands Hatch e Silverstone, respectivamente, Clark liderou 314 das 317 voltas, deixando somente um restinho de três voltas para Jack Brabham, que liderou as três primeiras voltas da corrida de 62. Uma máquina de liderar as provas de casa.

7- José Carlos Pace, Interlagos, 1975

A primeira dobradinha brasileira

Em meados da década de 70 os brasileiros tinham muito que comemorar com a Fórmula 1. Emerson Fittipaldi recém conquistara dois títulos e o jovem José Carlos Pace, o Moco, vinha fazendo bonito a bordo de uma Brabham, angariando vários pontos e brigando pelas vitórias. Além disso, a partir de 75, o país tinha uma equipe na Fórmula 1. O futuro era promissor.

O vencedor dos dois GP’s anteriores, Emerson Fittipaldi, largava na primeira fila, mas quem saia na pole e surpreendia a todos era Jean-Pierre Jarier da Shadow. O francês do carro negro como uma sombra manteve a liderança por todos as voltas. Bem, por quase todas, pois a oito voltas do fim seu motor sucumbiu deixando a vitória cair no colo do brasileiro… José Carlos Pace.

Após abrir certa vantagem para Fittipaldi, Moco foi tranquilo para sua primeira e última vitória na carreira, pois pouco tempo depois viria a falecer em um acidente de avião. Emerson conseguiu segurar a segunda posição e junto com Pace cravou a primeira dobradinha brasileira da história da Fórmula 1.

6- Gilles Villeneuve, Circuit Île Notre-Dame (ou atualmente, Circuit Gilles Villeneuve) , 1978

Tudo novo para todos

A Fórmula 1 chegava a Montreal pela primeira vez, e Gilles Villeneuve correria em casa também pela primeira vez com chances de vitória. Era tudo muito novo para todos, ainda mais para o próprio Villeneuve, já que ele também buscava sua primeira vitória na categoria.

A temperatura estava mais fria que normalmente se vê em um GP, mas amena quando se fala de Montreal. E tudo isso se encaixou perfeitamente para que Villeneuve vencesse sua primeira.

Mas nem tudo foi fácil como se pareceu. Villeneuve teve a sorte de contar novamente com o azar de Jean Pierre-Jarier, que assim como no GP Brasil de 75, perdeu uma corrida praticamente ganha com sua Lotus.

Melhor para os 72 mil espectadores que vieram para a Île-Notre Dame ver de perto o GP que marcaria esta importante vitória.

5- Alain Prost, Dijon-Prenois, 1981

Primeira vitória de sua carreira veio em grande estilo

Vencer pela primeira vez na categoria já é um tremendo feito a ser comemorado por dias. E vencer esta corrida dentro de casa deve ter sido ainda mais especial para Alain Prost.

Em 1981, Dijon-Prenois recebia o Grande Prêmio da França, mas uma chuva torrencial fez com que a corrida fosse interrompida e recontinuada durante a estiagem. Naquele momento, já com 59 voltas de prova, Piquet tinha uma vantagem de sete segundos para Prost.

A chuva parou e a pista secou. Na segunda largada, Piquet caiu para o meio do grid com problemas de embreagem enquanto Prost a bordo de sua Renault Turbo abria vantagem suficiente para ser coroado com os louros da vitória pela primeira vez.

E o professor adorou essa ideia de vencer em casa. Depois de 1981, venceu em 1983, 1988, 1989, 1990 e 1993. Ninguém venceu mais vezes em casa do que ele.

4- Nigel Mansell, Silverstone, 1987

Com direito a uma ultrapassagem fenomenal em Nelson Piquet

Na velocíssima Silverstone do final da década de 80, ter um motor que despejasse “milhões” de cavalos sobre as rodas do carro era meio caminho andando para se fazer uma boa prova. E a Williams de época, com seu potente motor V6 Honda Turbo era ideal para vencer.

Ninguém se assustou quando a dupla da equipe pegou a primeira fila nos treinos classificatórios, mas certamente ficaram assustados quando Alain Prost, partindo da quarta colocação, deu o pulo do gato e pegou a ponta.

Só que nada poderia parar o ímpeto das Williams. Nem um pneu que forçou Nigel Mansell a fazer uma troca não programada de pneus quando estava em segundo e na caça de Nelson Piquet. Mas foi depois da saída de troca de pneus (que nesta época não chegava nem próximo dos três segundos de hoje) que Mansell fez jus ao seu apelido de Leão.

Como uma flecha, foi descontando mais de um segundo por volta para Piquet, quebrado recordes em cima de recordes do traçado inglês até que, a duas voltas do fim, colou no brasileiro.

Se Galvão Bueno já dizia o bordão “chegar é uma coisa, passar é outra”, com Mansell isso não pode ser aplicado. Fazendo uma manobra de gênio, deu uma sambada atrás de Piquet, fingiu que ia por fora, mas embicou sua Williams Red Five por dentro e cravou uma das ultrapassagens mais belas da história da Fórmula 1.

Após disso, foi só comemorar junto com a torcida inglesa, que quebrou o “decoro” e invadiu a pista para enaltecer o feito de Mansell.

3- Ayrton Senna, Interlagos, 1991

Esbugalhando sua embreagem nas voltas finais

Vencer o Grande Prêmio do Brasil sempre foi meta para Ayrton Senna. Mas desde 1984 disputando o mundial, Ayrton nunca conseguiu realizar tal feito. Ele disputou seis edições no Rio de Janeiro sem conseguir a vitória, mas a partir de 1990, com uma Interlagos modificada a pitacos do próprio piloto, São Paulo voltaria a sediar a prova, e quem sabe isso não traria mais sorte a ele.

E foi mais ou menos o que aconteceu. Logo na segunda edição da prova de retorno às terras paulistas, Senna conseguiu realizar o tão almejado sonho. Mas engana-se quem acha que foi fácil. O que Ayrton teve que fazer naquelas últimas voltas em Interlagos foi coisa de um piloto realmente de outro nível.

Do meio da corrida para o final, Ayrton estava com sérios problemas para colocar a quarta marcha. Ela não entrava, e quando entrava, era cuspida para fora de uma hora para outra. E com o passar das voltas, ela não entrava mais, e assim foi com a segunda, com a terceira, com a quinta… até que só restou para Ayrton a sexta marcha. A cinco voltas do fim Senna só teria essa longa marcha para realizar seu feito.

Como o próprio disse após a prova, usar uma marcha tão longa tinha dois problemas. O primeiro é que o carro não tinha força nas saídas de curva, para tentar minimizar o problema, Senna dava “clutch kicks“, desgastando o sistema de embreagem para elevar um pouco o giro do motor Honda.

O outro problema era que, na freadas, o motor empurrava o carro para fora, então, para contornar as curvas, Senna precisava segurar o carro literalmente no braço.

E para piorar ainda mais, uma chuva começou a cair a duas voltas do fim, mas nada poderia segurar Ayrton naquele dia. Ele cruzou a linha de chegada e praticamente desfaleceu. Com espasmos musculares pelo corpo todo em virtude do esforço excessivo, não conseguia sequer levantar o troféu após a conquista. Feito heroico que coroava e perpetuava ainda mais ele nos corações de todos os brasileiros.

2- Lewis Hamilton, Silverstone, 2008

Pilotagem de campeão

A Inglaterra não tinha um piloto de expressão desde Damon Hill, mas com a chegada de Lewis Hamilton à Fórmula 1 tudo mudou. Em seu primeiro ano na categoria já mostrou a que veio, mas foi no ano seguinte que ele comprovou todo o seu talento.

Correndo em casa pela segunda vez na carreira, vinha de uma fase difícil. Batidas e punições o atormentavam, e uma má posição de largada logo em seu GP caseiro não estava em seu plano ideal, ainda mais quando Northamptonshire amanheceu com chuva. Parecia que o fim de semana não seria seu.

Mas foi um ledo engano. Logo na largada já pulava de quarto para segundo, batendo rodas na primeira curva com o companheiro Heikki Kovalainen. Na volta quatro o ultrapassou e abriu vantagem na molhada Silverstone.

Só que a pista foi secando e Kimi Raikkonen encostando. Na volta 21 ambos entraram nos pits juntos, mas a chuva, neste momento, voltou a apertar. A Ferrari, tentando apostar alto, foi com pneus slicks enquanto a McLaren preferiu manter os intermediários, que logo se mostraram a opção correta, pois Raikkonen logo de cara virava um segundo mais lento que Hamilton.

Mas mesmo quem estava com pneus de chuva não conseguia segurar o ímpeto de Lewis, que em determinada parte da prova virava absurdos três segundos mais rápido que todos, terminando a prova com extrema vantagem de 1m08s de frente. Fantástico!

1- Felipe Massa, Interlagos, 2008

Era difícil. Era complicado. E porque não, para mim naquele fim de semana, achava impossível! Mas torcia, claro, pois queria ver um brasileiro campeão do mundo novamente.

Com Massa largando na pole e com Hamilton largando em quarto, comecei a ter um pouco mais de esperança no impossível. Naquele esquema: vai que… vai que chove né?

Mas não precisava ser o dilúvio que atrasou a largada da prova. Era água que saía por todos os ladrões. Pintava ali uma chance.

E Hamilton, cometendo suas corriqueiras trapalhadas e se embananando no meio do grid, hora sendo campeão (chegando entre os cinco primeiros se Massa vencesse), hora perdendo o título. Foi emocionante demais.

E assim foi Massa liderando sempre e Hamilton brigando no meio. E para dar a emoção final, a famosa chuva de Interlagos veio para complicar a vida dos gregos e troianos. Parar para trocar pneus ou não? Massa não podia arriscar. E muito menos Hamilton. Mas Glock podia.

Emoção ainda maior quando um jovem piloto da Toro Rosso dava aquele passão em Hamilton nas voltas finais, deixando o inglês em sexto e dando o título nas mãos de Massa. Um jovem alemão que seria bicampeão do mundo anos depois… esqueci o nome do rapaz.

Mas que arriscou nos pneus de seco no fim se deu mal (para o público brasileiro) já que não se aguentavam na pista. E o que o diga Glock, que não segurou a investida de Hamilton na última curva e perdeu a quinta colocação, dando o título nas mãos do inglês por incríveis um ponto. Final épico. O melhor de todos os tempos de uma temporada.

Toda vez que eu me lembro desse GP, sinto uma vontade de gritar MEEEEEEEEEERDA!!! Eu, na época com 8 anos, não tinha capacidade de acreditar que aquilo tinha acontecido.

 

Hoje de manhã, com umas olheiras do caralho. Fui na padaria comprar pão e o jornal 10 Minutos. Compro o pão e pago 25 centavos para comprar o jornal. No caminho, costumo folhear o jornal e ler a seção de esportes. Olho então e vejo a foto de Felipe Massa e as letras em negrito, Felipe Massa vai ser o primeiro a testar o Ferrari MP4/27. Credo! A Ferrari e a McLaren se fundiram e criaram um Ferrari MP4/27!

Imediatamente percebo que é só um otário que escreveu errado a manchete no jornal. Para se ter uma idéia o quanto esse jornal é vagabundo, eu li uma manchete onde estava escrito “clique aqui” na manchete. Tomare a Ferrari do ano que vem não se chame MP4/27.

Alguem faz idéia da pista

OS MELHORES DE 2011

5- DANIEL RICCIARDO

Daniel Ricciardo. Começou o ano como piloto de testes da STR. Mas no meio do ano, ganhou o emprego de Narain Karthikeyan na HRT. Correr na HRT não é a melhor coisa do mundo, mas já serve para se preparar para a STR em 2012. Deu bastante trabalho para seu companheiro, Vitantonio Liuzzi que estava acostumado a dar peias em Karthikeyan. Sempre esteve beliscando e dando trabalho para as duas Marussias. Quinto lugar merecido.

4- HEIKKI KOVALAINEN

Heikki Kovalainen nunca esteve perto de fazer um brilhante trabalho, mas fez o que podia com um carro limitado. Sempre brigou com as Williams e sempre beliscava a Q2. Detonou o seu companheiro, Jarno Trulli, mas ficou atrás de Trulli na classificação por um décimo terceiro. Kovalainen merecia uma equipe melhor do que a Caterham, mas fazer o quê de o destino o colocou na Caterham.

3- ADRIAN SUTIL

Adrian Sutil. Começou o ano mal, levando surra de seu companheiro estreante Paul di Resta. Mas deu a volta por cima e mostrou que é que manda naquela equipe. Marcou 42 pontos e passou a maior parte do ano nos pontos. Brigou com as Mercedes e as Saubers, e sempre quando um piloto das equipes grandes abandonava, ele era um dos favoritos para ser o sexto colocado. Está lutando para não ser o desempregado da vez. É realmente uma pena, Sutil estar brigando por uma vaga numa Williams. Merecia um lugar melhor.

2- JENSON BUTTON

Essa foto é muito show

Jenson Button tinha deixado claro de que 2010 era para esquecer. Button começou o ano meio tímido, mas a vitória no Canadá o botou no mapa de novo. E depois da vitória na Hungria, ficou claro de que Button era um mago na chuva. Sempre com estratégias inteligentes, sempre esteve entre os três primeiros. Depois disso, ainda venceu em Suzuka após erros nas paradas de Vettel e de Alonso. Segundo lugar merecido.

1- SEBASTIAN VETTEL

 

Sebastian Vettel foi o dominador de 2011. Teve vitórias magistrais como na Índia e em Mônaco. Mas teve erros grotescos como no Canadá e na Alemanha. Teve puro azar na China e em Abu Dhabi. Mas para comprovar que ele foi dominante, ele foi campeão com 5 etapas de antecedência. Vamos ver se Vettel vai continuar assim em 2011. Primeiro lugar merecidíssimo.

OS PIORES

5- KARUN CHANDHOK

Karun Chandhok pode só ter corrido uma vez em 2011, mas foi o suficiente para reviver Yuji Ide e fazer várias bobagens no atual circuito de Nurburgring Sudschleife. Rodou ridiculamente sozinho e foi parar na brita durante a corrida e levou uma volta das duas HRT. Imagine se tivesse corrido também na Índia ou no resto do campeonato.

4- NARAIN KARTHIKEYAN

Esses indianos não são bons pilotos. Narain Karthikeyan surpreendeu todo mundo inclusive este escriba, ao anunciar no Twitter que tinha assinado com a HRT para ser piloto titular para 2011. Já era de se esperar que Karthikeyan levasse surra de Vitantonio Liuzzi, mas não esperava que fosse uma surra tão grande. Em Valência, Karthikeyan entrou para a história ao ser o primeiro vigésimo quarto da história da F1.

3- JERÔME D’AMBROSIO

Jerome D’Ambrosio começou até que bem o ano, mas piorou incrivelmente depois a partir do meio do ano. Sempre estando atrás das HRT na qualificação. Ele não fez nenhuma barbeiragem a não ser a batida em Buddh e aquela rodada nos boxes na Hungria, mas suas perfomances na pista é que lhe renderam o codinome de Pedro de la Rosa belga. Vai ficar desempregado em 2012 porque quis.

2- NICK HEIDFELD

Nick Heidfeld. O Andrea de Cesaris de atualemente. Disse no começo do ano passado que poderia brigar pela tão sonhada vitória. Mas não foi isso que aconteceu. Chegou a conseguir um surpreendente pódio na Malásia. Mas o resto das corridas foram pífias. Até seu próprio carro disse para ele desistir logo, ao sua Lotus preta pegar fogo e depois explodir. Sinceramente eu acho que é melhor ele migrar para a DTM. Pelo menos lá, ele vai ter um pouco de fama.

1- FELIPE MASSA

Felipe Massa teve o seu pior ano na F1. Se o número 1 era o favorito de Vettel em 2011, o 6 era o predileto de Massa. Ele não só terminou o ano em sexto como também pilotou o carro nº 6, obteve seis quintos lugares, largou seis vezes na sexta posição e terminou quinze treinos livres nesta tão amada posição. Na China, ele abusou: ficou em sexto nos três treinos livres, no Q2 e Q3 da classificação e na corrida. Não preciso falar mais do que você já sabe, então que 2012 seja bem melhor para poder ouvir de novo o “FELIIIIIIIIPI MASSA, DO BRASIL!” .

Continuando com a Retrospectiva 2011, com os pilotos. Por ordem de classificação do campeonato.

Carro 1- Sebastian Vettel

Só uma palavra descreveu Vettel esse ano: dominador. Vettel dominou o ano todinho. Conseguiu 15 pole-positions só nesse ano e venceu em 11 dessas corridas. Além disso ficou conhecido por a cada GP, ele trocar a pintura de capacete. Estamos vendo um novo Schumacher de atualmente.

Carro 4- Jenson Button

Jenson Button foi o segundo melhor piloto de 2011 com sobras. Sempre esteve ali em segundo ou em terceiro. Mas estava ali. Button foi esse ano o mago na chuva. Em Hungaroring com chuva, ele se aproveitou de erros de adversários como fez em 2006 e ganhou de forma magnifica. Segundo lugar merecido para Button.

Carro 2- Mark Webber

Se por um lado, Vettel foi o astro. Webber apenas foi um patinho feio da Red Bull. Fazia a pole, largava mal, ia para trás, fazia uma estratégia diferente e ainda fazia a melhor volta, como foi o caso de Mônaco. Mas esperou o ano todo para vencer na última corrrida do ano, por causa de um “problema” no carro de Vettel. Pelo menos conseguiu encerrar o ano em grande estilo.

Carro 5- Fernando Alonso

Fernando Alonso nunca tinha sofrido com seu carro desde os tempos de Minardi. Mas esse ano ele sofreu muito com um Ferrari tão ruim quanto o de 2009. Chegou a vencer na Inglaterra quando se aproveitou de erros da Red Bull nos boxes. No final, perdeu a terceira posição para Webber por um mísero ponto. Para um piloto que não tinha um carro bom, nada mal.

Carro 3- Lewis Hamilton

Hamilton não teve um bom ano. Seu pai deixou de agencia-lo para agenciar Paul di Resta. Seu novo agente não lhe ajudou muito e fez pensar que era um popstar e que tudo girava em torno dele. Se envolveu em várias desventuras com Felipe Massa. E sua namorada, Nicole Schezinger lhe abandonou. Mas mesmo assim conseguiu vencer em três casos. Mas mesmo assim, fechou o ano em baixa.

Carro 6- Felipe Massa

Massa viveu talvez o seu ano mais difícil na F1. Não conseguiu sequer uma posição melhor que o quinto posto. Está sob forte pressão do público brasileiro e sofreu com os novos compostos na Pirelli. Se envolveu em várias desventuras com Lewis Hamilton, e fechou o ano em baixa com a torcida brasileira. Que 2012 deja bem melhor para ele.

Carro 8- Nico Rosberg

Rosberg novamente deu surra em seu companheiro heptacampeão, Michael Schumacher. Nico Rosberg tinha um carro rápido nas retas e sempre dava trabalho em pilotos como Felipe Massa, Lewis Hamilton e Adrian Sutil. Mas o problema maior da Mercedes era o alto desgaste dos pneus traseiros e isso atrapalhava nas corridas do alemão com cara de Britney Spears. E assim com Massa, teve como melhor resultado um quinto posto.

Carro 7- Michael Schumacher

Schumacher novamente não páreo para seu companheiro Rosberg. Apesar disso teve corridas memoráveis como na Bélgica e na Itália. Ao lado se Rosberg, sempre esteve dando trabalho para Hamilton, Massa e Sutil. Teve disputas acirrantes com Rosberg na Bélgica com Hamilton na Itália. Mas para não deixar o heptacampeão tristinho, um título para ele: Schumacher foi o piloto que mais realizou ultrapassagens em 2011. Que 2012 também seja um bom ano para ele.

Carro 14- Adrian Sutil

  

Sutil começou o ano levando surra de Di Resta, mas deu um revira-volta e conseguiu nocautear Di Resta. Teve corridas muito boas como na Alemanha e no Brasil. Quando um piloto das equipes de ponta abandonava, ele virava um candidato a ser o sexto colocado. Brigava com Rosberg e Schumacher toda hora e na maioria das vezes vencia. Se ele ficar de fora da temporada de 2012, vai ser a maior injustiça de 2012.

Carro 10- Vitaly Petrov

Petrov foi outro que teve um ano bastante difícil. Vitaly Petrov começou o ano em alta com um pódio na Austrália. Mas a equipe decaiu depois da Alemanha e Petrov marcou só 5 pontos em nove GPs. E agora Petrov está sem equipe e tem grandes chances de ficar sem equipe ou voltar a ser piloto de testes assim como o também russo Sergey Zlobin. Péssimo destino para o primeiro russo a correr na F1.

Amanhã a segunda parte.

 

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