You are currently browsing the tag archive for the ‘grand prix 3’ tag.

 
Lembram do post de ontem. A de que eu sofria o Mal de Barrichello. Pois é, ele me deu sorte. Eu nunca tinha me dado bem em Interlagos. Estava bolado, mas disse que não ia desistir. Ontem a noite, resolvi correr em Interlagos. Escolhi como piloto Damon Hill e sua Jordan amarelada. Nível: Semiprofissional.

Larguei na posição 10. Acende a primeira luz. Ouço o ronco dos motores. Acende a segunda luz. Depois a terceira e a quarta. Finalmente a quinta luz se acende. Clima de nervosismo dentro de mim. As luzes se apagam. Os carros largam. Aí vem o “S” do Senna. Freio forte. Acabo acertando David Coulthard e Mika Hakkinen. Rapidamente, penso que o Mal de Barrichello não ia sair hoje.

– CARRO VAI RODAR!!!!!!!

Seguro o carro rapidamente e acelero para a segunda perna do “S” do Senna e para a Curva do Sol. Coulthard abandona e Hakkinen fica com a asa quebrada. Olho rapidamente no retrovisor e vejo duas Ferraris atrás de mim continuo acelerando. Mas não estou seguido pela ordem Schumacher-Irvine, é o contrário: Irvine-Schumacher. Vem a temida curva do Bico do Pato. Dou aquela básica saída de traseira. E acelero de novo.

Completo a primeira volta. Olho para o volante para ver a diferença entre mim e Eddie Irvine. A diferença é de 1 segundo. Continuo focado, mas sempre olhando no retrovisor para ver onde estava o Irvine. Quase saio na pista no Laranjinha, mas seguro o carro. Completo o Bico do Pato, mas com dificuldades. Enquanto isso, Mika Hakkinen que havia quebrado sua asa dianteira no começo do post, entra nos boxes. Mas consegue voltar a tempo de não sofrer uma volta. Completo a segunda volta e marco a melhor volta com 1.19.8 . Olho no volante para ver a diferença. A diferença é de 0,8 décimos de segundo. Uma diferença boa para uma corrida tão importante para mim.

Estava na terceira volta. Estava com medo de acontecer algo com o carro como aconteceu no post passado. Mika Hakkinen marca a melhor volta com 1.19.2 . Completo o Bico do Pato, sempre dando a saída de traseira. Enquanto isso, atrás de mim. Eddie Irvine deixa Michael Schumacher passar. É isso acontece também nos videogames. Brincadeira, só tô zoando. Michael Schumacher sequer ameaçava Eddie Irvine. Irvine sempre focado atrás de mim.

Olivier Panis abandona. Quero saber o que aconteceu com ele botando o replay para ver o que aconteceu. Mas quando vou apertar o “R” , percebo que o jogo pode trapacear e botar outro piloto sem ser eu na tela (perdi várias corridas por causa disso) . Resisto a tentação e continuo a corrida normalmente.

Abro a última volta. A diferença para Irvine é de 1,3 segundos. Não acredito que aquilo está acontecendo mesmo. Mas continuo focado em se manter na pista. Só duas coisas podiam me tirar a vitória. Uma: um problema qualquer no carro. Duas: eu dar uma escapada e perder a primeira posição.

Faltavam algumas curvas. Passo pelo Laranjinha. Passo pela Curva do “S” . Passei pelo Pinheirinho e acelero com tudo. Mas aí vem o Bico do Pato. Freio bruscamente, esterço para a direita, travo os pneus, saio de traseira, esterço rapidamente para a esquerda para corrigir o carro e acelero tudo de novo. Passo pelo Mergulho e vou adiante para a Junção. Junção já me custou uma corrida e ela não ia acabar com essa corrida. Freio, travo os pneus, esterço para a esquerda e acelero o mais rápido possível.

A partir daí é só acelerar com tudo. Imagino Galvão Bueno falando:

-Lá vem Marcelo de Souza Filho, vem para os últimos metros. E lá vem, MARCELO, MARCELO, MARCELO, MARCELO DE SOUZA FILHO DO BRASIL!!!!!!!!!!!!

Comemoro levantando o braço para o alto. Paro na saída dos boxes, para fazer uns zerinhos. Boto a marcha ré para fazer os zerinhos. Só que a marcha ré trava e o carro vai subindo de ré para os boxes. Consigo acelerar de novo. Vou para a saída dos boxes e boto na marcha ré de novo. Mas acabo sendo acertado pela Tyrrell de Ricardo Rosset. E a roda traseira direita vai para os ares. Lá se foi minha comemoração.

Mas e daí. Finalmente eu venci em Interlagos. Depois de todo o sofrimento.

Parece que acharam a cura para o Mal de Barrichello. Eu tomei esse remédio e estou curado. Yes!

Anúncios

Lembra daquele jogo que falei um dia desses aqui no blog e no GP Expert. O GP3 (veja o vídeo abaixo se ainda não sabe o que é o GP3) . No meu computador, tem baixado o Grand Prix 3 1998. No começo, eu só sabia pilotar em Hockenheim. Hoje eu já sei pilotar em quase todas as pistas. Quase porque ainda não sei pilotar em pistas como Interlagos e Catalunya. Resolvi aprender a correr em Interlagos. Aprendi a pilotar facinho, mas ainda tinha um problema. Na curva do Bico do Pato, eu sempre passava reto

O Bico do Pato é uma curva cega e muito difícil de se realizar no GP3. É difícil contorná-la sem dar uma saída de traseira. Mas depois eu consegui contorná-la beleza, eu travava o pneu e saía de traseira, mas contornava. Até aí tudo bem. Escolhi como piloto, Rubens Barrichello e a dificuldade como Semiprofissional.

Esperava que conseguisse um bom resultado com o Rubens. Larguei na posição 14 e já na saída do “S” do Senna, já estava em quinto. Mas depois veio o tão temido Bico do Pato. Tento contorná-la, mas acabo passando reto. Reinicio o jogo com o mesmo Barrichello e sua Stewart. Mas acabo sendo tocado na largada e bato na Curva do Sol. Mais uma vez. Escapada na Descida do Lago. Tentei de novo, mas acabei me envolvendo num acidente na entrada do “S” do Senna.

No começo, pensava que era só um começo e que ainda não conheço bem a pista. No dia seguinte após aquele, tentei de novo. Escolhi Ricardo Rosset (ele é da sorte) e nível Semipro. Na largada, consego pular para quarto. Estava recebendo forte pressão de meio mundo de gente atrás de mim. Tentava chegar perto de Giancarlo Fisichella e Jacques Villeneuve que estavam na minha frente.

O problema é que estava recebendo muita pressão de Michal Schumacher e Heinz-Harald Frentzen e se fosse partir pra cima eu colocaria em risco a minha quarta posição. Então, não pude fazer nada e tive que segurar Schumacher e Frentzen. Estava nervoso e estava freando muito cedo. Com isso perdia 3 segundos por volta para Fisichella (o terceiro) . Schumacher tenta uma investida por dentro na Ferradura. Tento fechar. Não consigo. Schumacher passa, mas ele escapa e se encontra com o muro da Ferradura.

Frentzen tenta fazer a ultrapassagem, mas felizmente o consigo segurar até a bandeirada final. Terminei a corrida 9 segundos atrás de Fisichella, que foi o terceiro. Mal sabia eu que aquele quarto seria melhor posição em Interlagos que eu consegui até hoje.

Então pensei que se eu consegui um quarto, eu podia chegar a vencer em Interlagos.  No dia seguinte, voltei a escolher Rubens Barrichello. Estava em segundo, quando na segunda volta, eu acabei perdendo o controle na Curva do Sol e batendo. Fiquei chateado e comecei a pensar que eu tinha o mesmo mal do verdadeiro Rubens Barrichello em Interlagos. Assim como Barrichello, nunca tinha me dado bem em Interlagos.

Então e pensei: “Não, eu não posso ter ficado igual ao Rubens Barrichello” . No dia seguinte, eu escolhi o Olivier Panis. Larguei bem e cheguei a ficar em segundo. Estava brigando com o primeiro colocado, Mika Hakkinen. Estava colado. Peguei o vácuo. Botei de lado. O problema é que eu parti para a ultrapassagem na entrada da Curva do “S” , e não numa reta como é normal. Alguma zebra ia acontecer, e ela aconteceu. Não consegui botar de lado a tempo de não bater em Hakkinen.

Nos tocamos. Passamos reto, mas Hakkinen teve mais sorte e conseguiu continuar a corrida numa boa. Enquanto eu acabei batendo e quebrando a suspensão e a asa dianteira. Reiniciei novamente. Eu consegui assumir a liderança com Michael Schumacher seguindo de perto. Qualquer erro custaria a vitória. E o tal erro veio. Eu escapei na Junção e perdi a liderança. Tentei ao menos conseguir uma pódio. Mas fiquei irritado com a escapada na Junção e acabei batendo na Curva do Sol.

No dia seguinte, escolhi novamente o Olivier Panis e sua Prost GP. Assumi a liderança na Junção. Liderei. Estava calmo, mas sempre atento no retrovisor olhando quem estava atrás de mim. Nada podia tirar essa vitória de mim. Nada. Mas o carro não pensou a mesma coisa. Na terceira volta (eram apenas 4 voltas de corridas) , após a Descida do Lago. No volante aparece uma coisa escrita (é o volante que nos avisa de problemas no carro) . O carro estava com um problema elétrico. Não acreditei. Dentro de mim, eu gritei.

Restava ao menos tentar completar a corrida. Mesmo com o carro com problemas elétricos e saindo de traseira a cada curva, não entrei nos boxes. Ia completar a corrida daquele jeito mesmo. Com problemas elétricos, saindo de traseira a cada curva e a 75 mp/h. Mas o carro não gostava de mim mesmo. Ele morreu de vez na entrada da Curva do Café. E depois o carro foi andando para trás por causa da leve subida que existe da Junção até a Curva do Café. E depois apareceu aquele fiscal que retira os carros acidentados ou problemáticos da corrida.

Depois desse balde de água fria que tomei. Eu percebi que tinha o mesmo mal de Rubens Barrichello. Não tinha a mesma sorte que tinha em pistas como Monza (palco da minha melhor corrida de videogame da minha vida) , Magny-Cours e Hungaroring. E esse é o meu retrospecto em Interlagos. Parei de tentar fazer uma corrida que preste em Interlagos. Prometo tentar mais e quando conseguir vencer em Interlagos, eu irei fazer um post dedicado a essa vitória. Promessa feita.

No meu notebook tenho um jogo de F1 excelente chamado Grand Prix 3(não tenho uma grande variedade de jogos no meu PC).O jogo é da temporada de 1998 de F1.Eu estava bravo porque a minha internet foi embora sem dizer tchau(minha internet é cheia de problemas).Então resolvi jogar Counter-Strike.Depois resolvi jogar o GP3.

Escolhi como pista a tradicional Monza.Não é a versão atual,e sim aquela com aquele zigue-zague que se chamava Variante Rettifilo.Como piloto eu escolhi de forma patética o brasileiro Ricardo Rosset com um tão patético quanto Tyrrell.A dificuldade:Semiprofissional.

Era tipo assim o traçado onde estava correndo

Como tinha escolhido o modo Corrida Rápida,a corrida só ia durar 3 voltas e o Rosset-eu iria largar em sexto.Hakkinen iria largar na pole.Eu modifiquei o carro e usei o mínimo possível de asa.Na largada,o Rosset-eu ganhava quatro posições e pulava para segundo.Hakkinen fica lento na segunda virada da esquisita “chicane” .Eu não consigo fazer a ultrapassagem,então fico o empurrando.E consigo a ultrapassagem na ida para a Curva Grande.

Rosset-eu,Hakkinen e M.Schumacher.Essa era a ordem de posições depois da Curva Grande.Ralf Schumacher abandona na Variante Ascari com uma falha na transmissão.Ao final da primeira volta,Rosset-eu liderava com Hakkinen e M.Schumacher brigando pela segunda posição.PP Diniz sofre problemas elétricos logo antes da Parabolica,problemas consertados nos boxes.

Hakkinen e M.Schumacher começam a se aproximar de mim.No começo da volta 3(última volta),Hakkinen e M.Schumacher chegam de vez e conseguem a ultrapassagem na Variante de la Roggia,mas M.Schumacher acaba freando atrasado e acaba batendo em Hakkinen que acaba batendo para depois voltar.

M.Schumacher também não escapou.Ele ia voltando pra pista depois do toque,mas eu acabo o tocando por trás e M.Schumacher acaba batendo no guard-rail.Se você pensa que a concorrencia acabou,está profundamente errado.Coulthard e Irvine que estavam logo atrás de Hakkinen e Schummy,chegaram rapidamente em mim na Prima Curva di Lesmo.Mas já na Seconda Curva di Lesmo,Irvine sofre problemas elétricos e fica lento na pista.Coulthard tenta pegar o vácuo na Serraglio,mas não consegue.Na saída da Variante Ascari,Coulthard volta mais rápido,mas não consegue a ultrapassagem.

Na Parabolica,Rosset-eu continuava na frente com Coulthard colado,mas não tinha jeito.Eu conseguia a vitória tendo lutado contra Hakkinen,M.Schumacher,Irvine e Coulthard.

Para comemorar,parei o carro no final da reta dos boxes e fiquei dando uns zerinhos lá.Parei o carro para dar outros zerinhos,mas só que na outra direção.Mas quando fui dar os outros zerinhos,deu uma pane no motor.Problemas assim também acontessem nos games.

Pos   Piloto Equipe Tempo Voltas  
1   Ricardo Rosset-eu Tyrrel-Ford 4min42.797s 3  
2   David Coulthard McLaren-Mercedes +0.578s 3  
3   Jacques Villeneuve Williams-Mecachrome +1.890s 3  
4   Johny Herbert Sauber-Petronas +2.953s 3  
5   Alexander Wurz Benetton-Playlife +3.687s 3  
6   Heinz-Harald Frentzen Williams-Mecachrome +4.873s 3  
7   Jean Alesi Sauber-Petronas +5.152s 3  
8   Eddie Irvine Ferrari +5.565s 3  
9   Damon Hill Jordan-Mugen Honda +6.764s 3  
10   Giancarlo Fisichella Benetton-Playlife +7.727s 3  
11   Olivier Panis Prost-Peugeot +10.006s 3  
12   Toranosuke Takagi Tyrrell-Ford +10.524s 3  
13   Rubens Barrichello Stewart-Ford +12.230s 3  
14   Mika Salo Arrows +12.284s 3  
15   Jos Verstappen Stewart-Ford +13.653s 3  
16   Esteban Tuero Minardi-Ford +15.926s 3  
17   Shinji Nakano Minardi-Ford +18.541s 3  
18   Mika Hakkinen McLaren-Mercedes +20.675s 3  
19   Pedro Paulo Diniz Arrows +52.483s 3  
20   Michael Schumacher Ferrari +1min31.633s 3  
NC   Jarno Trulli Prost-Peugeot Vazamento de óleo 2  
NC   Ralf Schumacher Jordan-Mugen Honda Falha na transmissão 0

MELHORES VOLTAS

Pos Piloto Equipe Volta
1 Michael Schumacher Ferrari 1.29.711
2 Eddie Irvine Ferrari 1.29.820
3 Jacques Villeneuve Williams-Mecachrome 1.30.302
8 Ricardo Rosset-eu Tyrrell-Ford 1.30.865
13 Toranosuke Takagi Tyrrell-Ford 1.31.314
15 Rubens Barrichello Stewart-Ford 1.32.028
   22 Pedro Paulo Diniz     Arrows                      1.45.350

Botei o Takagi porque ele era meu companheiro de equipe e venci na batalha interna.

A melhor corrida de videogame da minha vida.

Tuíter

Erro: o Twitter não respondeu. Por favor, aguarde alguns minutos e atualize esta página.

Calendário

dezembro 2018
D S T Q Q S S
« maio    
 1
2345678
9101112131415
16171819202122
23242526272829
3031  

Enter your email address to subscribe to this blog and receive notifications of new posts by email.

Junte-se a 19 outros seguidores

Anúncios