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Uia! uma bandeira do Brasil na lateral do carro!

O carro da equipe de Grove para o ano de 2008 não foi um sucesso. Começando o ano com um animador 3° lugar de Rosberg, e um 6° de Nakajima, a Williams prometia. O carro, uma completa, e relativamente boa evolução de seu antecessor, não obteve os resultados almejados. Com Rosberg beliscando os pontos, e Nakajima marcando alguns pontos, mas encontrando o muro com maior frequência.

 

Lutando contra STR, RBR, Renault, e Toyota, a Williams pouco conseguiu com o FW30. Modificando, principalmente a asa dianteira, esta que seguia um padrão bem aceito, com o famoso arco por cima do bico, para os mais variados tipos de circuito ao longo da temporada, e obtendo como melhor resultado um belo segundo lugar de Rosberg em Singapura, o time britânico terminou o ano em 8°, com desanimadores 26 pontos.
Dados:

Equipe: Williams F1

Designers: Sam Michael (Diretor técnico)

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Dados técnicos:

Chassis: Fibra de carbono, monocoque

Suspensão: Fibra de carbono, alumínio, molas de torção, independente nas quatro rodas, sistema pushrod (Suspensões dianteira e traseira)

Motor: Toyota RVX-08, 2.4 litros, 90°, V8, aspirado naturalmente, montado logitudinalmente, limitado a 19.000 RPM

Transmissão: Williams F1, sete velocidades e uma marcha reversa (marcha ré), sequencial, semi automática

Peso: 605 kg, incluindo piloto e fluídos

Combustível: Petrobras

Pneus: Bridgstone
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Pilotos:

7 Nico Rosberg

8 Kazuki Nakajima
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Pontos: 26

Corridas: 18

Vitórias: 0

Poles: 0

Voltas mais rápidas: 0

Posição no Mundial de Construtores: 8° lugar

Continuando com a Retrospectiva 2011, com os pilotos. Por ordem de classificação do campeonato.

Carro 1- Sebastian Vettel

Só uma palavra descreveu Vettel esse ano: dominador. Vettel dominou o ano todinho. Conseguiu 15 pole-positions só nesse ano e venceu em 11 dessas corridas. Além disso ficou conhecido por a cada GP, ele trocar a pintura de capacete. Estamos vendo um novo Schumacher de atualmente.

Carro 4- Jenson Button

Jenson Button foi o segundo melhor piloto de 2011 com sobras. Sempre esteve ali em segundo ou em terceiro. Mas estava ali. Button foi esse ano o mago na chuva. Em Hungaroring com chuva, ele se aproveitou de erros de adversários como fez em 2006 e ganhou de forma magnifica. Segundo lugar merecido para Button.

Carro 2- Mark Webber

Se por um lado, Vettel foi o astro. Webber apenas foi um patinho feio da Red Bull. Fazia a pole, largava mal, ia para trás, fazia uma estratégia diferente e ainda fazia a melhor volta, como foi o caso de Mônaco. Mas esperou o ano todo para vencer na última corrrida do ano, por causa de um “problema” no carro de Vettel. Pelo menos conseguiu encerrar o ano em grande estilo.

Carro 5- Fernando Alonso

Fernando Alonso nunca tinha sofrido com seu carro desde os tempos de Minardi. Mas esse ano ele sofreu muito com um Ferrari tão ruim quanto o de 2009. Chegou a vencer na Inglaterra quando se aproveitou de erros da Red Bull nos boxes. No final, perdeu a terceira posição para Webber por um mísero ponto. Para um piloto que não tinha um carro bom, nada mal.

Carro 3- Lewis Hamilton

Hamilton não teve um bom ano. Seu pai deixou de agencia-lo para agenciar Paul di Resta. Seu novo agente não lhe ajudou muito e fez pensar que era um popstar e que tudo girava em torno dele. Se envolveu em várias desventuras com Felipe Massa. E sua namorada, Nicole Schezinger lhe abandonou. Mas mesmo assim conseguiu vencer em três casos. Mas mesmo assim, fechou o ano em baixa.

Carro 6- Felipe Massa

Massa viveu talvez o seu ano mais difícil na F1. Não conseguiu sequer uma posição melhor que o quinto posto. Está sob forte pressão do público brasileiro e sofreu com os novos compostos na Pirelli. Se envolveu em várias desventuras com Lewis Hamilton, e fechou o ano em baixa com a torcida brasileira. Que 2012 deja bem melhor para ele.

Carro 8- Nico Rosberg

Rosberg novamente deu surra em seu companheiro heptacampeão, Michael Schumacher. Nico Rosberg tinha um carro rápido nas retas e sempre dava trabalho em pilotos como Felipe Massa, Lewis Hamilton e Adrian Sutil. Mas o problema maior da Mercedes era o alto desgaste dos pneus traseiros e isso atrapalhava nas corridas do alemão com cara de Britney Spears. E assim com Massa, teve como melhor resultado um quinto posto.

Carro 7- Michael Schumacher

Schumacher novamente não páreo para seu companheiro Rosberg. Apesar disso teve corridas memoráveis como na Bélgica e na Itália. Ao lado se Rosberg, sempre esteve dando trabalho para Hamilton, Massa e Sutil. Teve disputas acirrantes com Rosberg na Bélgica com Hamilton na Itália. Mas para não deixar o heptacampeão tristinho, um título para ele: Schumacher foi o piloto que mais realizou ultrapassagens em 2011. Que 2012 também seja um bom ano para ele.

Carro 14- Adrian Sutil

  

Sutil começou o ano levando surra de Di Resta, mas deu um revira-volta e conseguiu nocautear Di Resta. Teve corridas muito boas como na Alemanha e no Brasil. Quando um piloto das equipes de ponta abandonava, ele virava um candidato a ser o sexto colocado. Brigava com Rosberg e Schumacher toda hora e na maioria das vezes vencia. Se ele ficar de fora da temporada de 2012, vai ser a maior injustiça de 2012.

Carro 10- Vitaly Petrov

Petrov foi outro que teve um ano bastante difícil. Vitaly Petrov começou o ano em alta com um pódio na Austrália. Mas a equipe decaiu depois da Alemanha e Petrov marcou só 5 pontos em nove GPs. E agora Petrov está sem equipe e tem grandes chances de ficar sem equipe ou voltar a ser piloto de testes assim como o também russo Sergey Zlobin. Péssimo destino para o primeiro russo a correr na F1.

Amanhã a segunda parte.

 

O texto sobre a pista de Le Mans Bugatti vai ser adiado para amanhã,ou quem sabe para depois de amanhã se eu arrumar tempo.Hoje veja como era o Williams FW29.

O primeiro carro equipado com motores japoneses desde o período no qual usara os Honda, na década de 80, foi um bom carro. A Williams trocara os relativamente fracos Cosworth para os Toyota, com apoio de Kazuki Nakajima, piloto de testes nipônico que trouxe a montadora para fornecer os motores.

 

 

O carro apresentava diversas mudanças, a começar por uma nova asa dianteira , que chamou a atenção na época. A Williams tentava apagar o péssimo campeonato de 2006, e com este carro conseguiu. Guiado por Nico Rosberg, em seu segundo ano de F1,e o veterano Alex Wurz, o carro mostrou mais desempenho que seu antecessor e também uma maior confiabilidade, com melhorias no motor e no escapamento para consertar os erros de 2006.

 

 

O carro no final das contas brigava geralmente para ficar nas posições intermediárias, frequentando o Top 10 com alguma frequência, e marcando pontos mais no para o final do ano, conseguindo 33 pontos, e a quarta posição no Campeonato de Construtores.

 

 

 

Dados:

 

Equipe: Williams F1

 

Designers: Sam Michaels (diretor técnico)
Loic Bigois (Chefe de aerodinâmica)
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Dados técnicos:

 

Chassis: Monocoque moldado em fibra de carbono e alumínio

 

Suspensão: Sistema push rod, molas de torção, independente nas quatro rodas (suspensões dianteira e traseira)

 

Motor: Toyota RVX-07, 2.4 litros, V8 90°. Aspirado naturalmente, montado logitudinalmente

 

Transmissão: Williams/Xtrac, 7 velocidades e uma marcha reversa (marcha ré). Semi automática, sequencial
 

 

Combustível: Petrobras

 

Pneus: Bridgstone
——————
Pilotos:

 

16 Nico Rosberg

 

17 Alexander Wurz

 

17 Kazuki Nakajima (substituindo Wurz na última etapa)
———————————————————
Pontos: 33

 

Corridas: 17

 

Vitórias: 0

 

Poles: 0

 

Voltas mais rápidas: 0

 

Posição no Campeonato de Construtores: 4° (A McLaren foi excluída deste campeonato)

 

Hoje temos o feriado do dia das crianças.Eu vou mostrar os cinco pilotos mais jovens a pilotar um F1.

5-FERNANDO ALONSO (18 anos, 4 meses, 14 dias)


Dezembro de 1999. Como de costume, as equipes se reuniam para os últimos testes da temporada, já objetivando a próxima temporada. A Minardi, a equipe mais pobre da F1 na época sempre utilizou estes testes de final de ano para testar possíveis pilotos titulares para a temporada seguinte ou mesmo para dar oportunidades a novos talentos. E um destes talentos que testaria um Fórmula 1 em Jerez de La Frontera era um espanhol de 18 anos, baixinho e com cara de marrento. Seu nome era Fernando Alonso.

O teste de Alonso foi agendado por Adrian Campos, ex-piloto da F1 e empresário do jovem piloto, que havia sido campeão da Fórmula Nissan com 6 vitórias, 9 poles e 8 voltas mais rápidas. Uma das partes responsáveis pelo teste foi a Telefonica, patrocinadora de Alonso e da Minardi. Todos queriam saber como se portaria o piloto, uma das esperanças de um país que só possuía títulos no motociclismo. Um fator indicava que não daria para fazer muito: a chuva torrencial que caía sobre Jerez. Dificilmente Alonso impressionaria nessas condições, em um carro tão ruim.

O espanhol, no entanto, surpreendeu a todos. Dentre os seis novatos na pista, Alonso foi o mais rápido de todos, andando 3,5 segundos mais rápido que o segundo mais rápido entre os outros novatos. O ex-chefe da Minardi Cesare Fiorio deu o testemunho mais surpreendente: “Na primeira volta, no asfalto encharcado, ele freou no mesmo lugar que Barrichello, que andava com a Ferrari. Tive de chamá-lo imediatamente para os boxes”, contou Fiorio. Alonso perguntou qual era o problema. ”Nenhum, mas se você continuar assim, vai arrumar um grande acidente. Eu mandei você ir devagar!” respondeu Fiorio. E Alonso rebateu: “Mas eu estou devagar…”

4-SEBASTIAN VETTEL (18 anos, 2 meses, 24 dias)


Em setembro de 2005, a Williams anunciou que daria um teste ao campeão da Fórmula BMW ADAC do ano anterior, um moleque cabeçudo e com cara de tonto chamado Sebastian Vettel. Apesar da aparência estranha, Vettel era considerado alguém que chegaria à Fórmula 1 em questão de alguns poucos anos. Sua performance na Fórmula BMW havia sido avassaladora: 18 vitórias, 14 poles-positions e 20 pódios em 20 corridas. Na Fórmula 3, vinha liderando o campeonato de estreantes e estava entre os seis primeiros no campeonato. Como ignorar um cara assim?

Vettel ganhou o teste por intermédio da BMW, fornecedora de motores da equipe de Frank Williams e promotora do campeonato vencido por ele em 2004. E assim o teste aconteceu. Ele foi a Jerez para testar o Williams FW27 no dia 27 de setembro de 2005. O tempo estava bom e o alemão conseguiu dar 25 voltas. A melhor foi 1m21s364, 3s4 mais lenta que a do titular Mark Webber e 2s1 mais lenta que a do test-driver Nico Rosberg. Para alguém que estava no comecinho da carreira ainda, nada mal.

3-ALEXANDER ROSSI (18 anos, 2 meses, 6 dias)


A BMW é mesmo muito generosa. Antes de largar todo mundo na mão no final do ano passado, a montadora de Bayern mantinha um polpudo programa de incentivo e patrocínio a pilotos germânicos e não-germânicos com algum futuro. Os melhores eram chamados para fazer uns dias de testes com sua equipe na Fórmula 1, projeto existente desde os tempos da Williams. É evidente que os alemães receberam uma atenção bem maior, mas um entre os que não nasceram na terra de Schumacher se destacou exatamente pela pouca idade. Este é o americano Alexander Rossi.

Rossi não é o primeiro moleque a testar um carro da BMW. Na verdade, vários dos que testaram poderiam estar aqui nesse ranking perfeitamente: Christian Vietoris, Marco Holzer, Esteban Gutierrez, Phillip Eng e por aí vai. Mas Alexander é o mais novo deles. E um dos mais espetaculares. Ele chamou a atenção da BMW após vencer, com extrema folga, a Fórmula BMW das Américas em 2008. Foram 10 vitórias, 9 poles-positions e 12 pódios em 17 etapas. Não foi tão espetacular como Vettel, mas ainda assim impressionou muito.

No momento em que a BMW Sauber anunciou o teste com Rossi e com o mexicano Gutierrez, já se sabia que a montadora não permaneceria na Fórmula 1 em 2010. O teste foi dado como parte do protocolo a ser cumprido: se ganhou a Fórmula BMW, merece o teste. Os dois jovens pilotos da América do Norte foram a Jerez para participar da sessão de testes entre os dias 1 e 3 de dezembro de 2009. Alexander Rossi andou apenas no primeiro dia, deu 82 voltas e ficou com o sétimo melhor tempo, 1m20s227. Vale notar que todos os 12 pilotos que estavam na pista nunca haviam feito uma corrida de Fórmula 1. Porém, Rossi era um dos mais inexperientes. Um desempenho razoável de um cara que pretende erguer o nome dos EUA nos pódios da Fórmula 1 do futuro.

2-NICO ROSBERG (17 anos, 5 meses, 6 dias)


Antes de Nabil Jeffri, Nico Rosberg havia sido o único piloto da história a andar em um carro de Fórmula 1 com menos de 18 anos de idade. No Brasil, Nico não poderia abrir uma empresa, se candidatar a vereador, dirigir ou ir preso e também não seria obrigado a votar. No entanto, poderia esfregar na cara dos colegas de escola que já havia andado em um carro de Fórmula 1. Frank Williams, que gosta de encontrar pilotos jovens e talentosos para contratá-los sem ter de pagar muito, deu uma oportunidade ao filho de Keke Rosberg, campeão de 1982 pela mesma equipe, para andar em seu FW24.

O teste foi realizado no dia 3 de dezembro de 2002 no circuito de Barcelona. Rosberg, com 17 anos e cara de menininha, participaria do teste junto com outros 11 pilotos. Um deles,o francês Olivier Panis, era quase 19 anos mais velho do que ele. Assim como Vettel e Rossi, Nico Rosberg ganhou o teste por intermédio da BMW. Vale lembrar que ele havia sido campeão da Fórmula BMW ADAC naquele mesmo ano. O que mais chamava a atenção, no entanto, era o sobrenome. Ser filho do Keke é algo a ser sempre relevado.

Rosberg fez 38 voltas e conseguiu agradar a muitos. Seu tempo de 1m21s069 era 2s8 mais lento do que o de Juan Pablo Montoya e apenas 1s6 pior que o do test-driver Marc Gené. O alemãozinho podia até se dar ao luxo de dizer que havia superado um outro piloto com o mesmo carro. Dirk Müller, piloto da BMW no ETCC, também havia sido convidado para testar e foi seis décimos mais lento do que Rosberg. Por mais que eu não goste do atual companheiro de Schumacher na Mercedes, reconheço que a genética funcionou.

1-NABIL JEFFRI(por volta de 16 anos e 10 meses)

Em 2010,a Lotus convidou o malaio Nabil Jeffri para entrar na história.Jeffri pilotou um Lotus T127 no aeroporto de Duxford.O teste era apenas para fazer testes aerodinâmicos,mas para Jeffri foi talvez como realizar um sonho.Jeffri era uma sensação malaia nos karts,mas a ida para os monopostos ano passado foi bastante díficil para o pequeno prodígio.

A história é bem pouco conhecida,mas já está marcado para sempre na lista de recordes na F1.Tomara que ele não tenha sido ruim como o outro malaio chamado Mohamed Fairuz Fauzy.

Feliz dia das crianças!

Seguindo com os carros da temporada 2006 de Fórmula 1,agora com o Williams FW28

As novas regras para a temporada de 2006 não favoreceram a Williams, que teve uma temporada muito ruim, a qual não se via há muito tempo. O novo carro, o FW28, vinha recheado de mudanças, entre elas, o novo motor Cosworth V8, e mudanças dos pneus para os japoneses da Bridgestone.

O novo carro teve de ser projetado em torno dessas mudanças e novas regras, para que assim o time conseguisse os melhores resultados possíveis. As mudanças em termos de design foram várias, uma vez que os departamentos de aerodinâmica das equipes tiveram de trabalhar bastante, para compensar a troca dos motores. As mudanças na traseira foram as maiores, como exemplo a nova asa traseira, que buscava conciliar um bom desempenho aerodinâmico, assim como um bom desempenho em altas velocidades.

As laterais do modelo adotaram um conceito mais alto, buscando melhorar, e direcionar o fluxo de ar para a traseira do carro. Já na frente do modelo, a Williams adotou o estilo de suspensão zero-keel, e esta mudança era fundamental, pois esta solução proporcionava a melhor opção em termos aerodinâmicos também. A asa dianteira também mudara, com um desenho agora mais suave, e arredondado

E se as novas regras já mudaram bastante a filosofia aerodinâmica do bólido, o setor de mecânica teve de trabalhar duro igualmente, em grande parte pelos novos pneus Bridgestone e os novos motores V8. Os novos pneus demandaram uma completa revisão da distribuição de peso do carro, assim como a geometria das suspensões, para que assim houvesse uma certa harmonia entre o design e os novos pneus.

Já o novo motor CA2006, foi testado primeiramente na Williams em novembro de 2005, para que os técnicos do time obtivessem dados fundamentais para o desenvolvimento do carro. Os Cosworth se mostraram confiáveis, porém nem sempre potentes, o que prejudicava um tanto o time de Frank Williams.

Entretanto, as mudanças do novo FW28 não surtiram em bons resultados, e se a temporada de 2005 fora amarga, a de 2006 seria pior ainda. O bólido apresentava um problema na dirigibilidade que afetava o desempenho na entrada das curvas, e isto atrapalhou um bocado o time, além de problemas com relação a confiança do carro uma verdadeira decepção para uma equipe tradicional nas corridas, e que sempre primou pela excelência na engenharia.

A temporada começou um tanto promissora para o time, com Webber e Rosberg terminando nos pontos, além da volta mais rápida estabelecida pelo estreante Rosberg. Porém, após este bom início, a equipe só afundou, não conseguindo estabelecer um bom ritmo, e terminando a temporada de 2006 com magérrimos 11 pontos, e com a 8° posição nos Construtores.

Dados:

Equipe: Williams F1

Designers: Sam Michael (Diretor técnico)

                 Jörg Zander (Chefe de design)

                 Loic Bigois (Chefe de aerodinâmica)

———————————————–
Dados técnicos:

Chassis: Monocoque moldado em fibra de carbono

Suspensão: Independente, feita de fibra de carbono e outros materiais, sistema push rod com molas de torção (suspensões dianteira e traseira)

Motor: Cosworth CA2006, V8, 90° de inclinação, montado longitudinalmente, aspirado naturalmente,2.4 litros, 95 kg de peso, 4 válvulas por cilindro, bloco do motor feito de alumínio

Transmissão: Williams/Xtrac, 7 velocidades e uma marcha reversa (marcha ré), sequencial, semi automática

Combustível: Petrobras

Pneus: Bridgstone, com rodas OZ
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Pilotos:
9 Mark Webber

10 Nico Rosberg

Pilotos de teste:

Alexander Wurz

Narain Karthikeyan
——————
Pontos: 11

Corridas: 18

Vitórias: 0

Poles: 0

Voltas mais rápidas: 1

Posição no Mundial de Construtores: 8° lugar

WILLIAMS FW28 ONBOARD

Só achei esse vídeo de um jogo de videogame 🙂

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