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E a temporada 2012 de F1 já terminou. Agora só teremos os monopostos mais rápidos do mundo no dia 17 de março. Quase todas as vagas nas equipes estão completas. Tem uma vaga na Lotus, uma na Force India, uma na Caterham, uma na Marussia e outras duas na HRT, que nínguem sabe se vai continuar na F1. Os pilotos que estão na briga são muitos. Vou apresentar quais são os pilotos que ainda brigam pelas vagas de 2013.

Romain Grosjean

Romain Grosjean foi, ao lado de Maldonado, um dos grandes barbeiros desse ano na F1. Começou bem o ano, mas depois começou a fazer uma das suas. Destaque para o strike dele em Spa levando junto Fernando Alonso, Lewis Hamilton e Sergio Perez. Ainda não foi confirmado na Lotus, mas tem grandes chances de ficar na equipe. Mas ele não tem muito dinheiro e isso pode lhe tirar a vaga na F1 em 2013.

Heikki Kovalainen

Heikki Kovalainen não mostrou o mesmo brilhantismo que o marcou em 2011 esse ano. Fez boas corridas como em Monte Carlo. Mas ele leva muito dinheiro e mesmo assim, já está praticamente fora da Caterham. Ele está de olho na vaga na Lotus. Tem mais dinheiro que Grosjean e isso pode lhe garantir uma vaga em 2013. Como está apostando todas as suas fichas na Lotus, se ele não conseguir essa vaga, ele está praticamente fora da F1 em 2013.

Bruno Senna

Bruno Senna, mais uma vez não conseguiu mostrar todos o seu talento esse ano. Foi constantemente superado por Pastor Maldonado, apesar de ter ido mais vezes ao Top 10. Apesar de ter muito dinheiro, não conseguiu ficar na Williams pois Valtteri Bottas é apadrinhado por um dos donos da Williams, Toto Wolff. Está lutando pela vaga na Force India, e se não der certo ele também está conversando com a Caterham pela vaga de segundo piloto da equipe malaia.

Adrian Sutil

O piloto alemão pode estar voltando. Depois de uma temporada nos tribunais. Ele é um dos favoritos à vaga na Force India por já conhecer o pessoal de lá desde os tempos da MidLand, e os engenheiros já conhecem o seu estilo de pilotagem e sua maneira de trabalhar. Não creio que ele voltará a F1 em 2013. Apesar de ser um do melhores pilotos da F1, acho que ele não terá uma vaga no ano que vem na F1.

Jaime Alguersuari

O DJ galã da F1 passou um ano fora da F1 e atuando como comentarista da F1 no Sky Sports depois de ter sido chutado da Toro Rosso. Mas ele pode estar voltando. De uns meses pra cá, vários sites e jornais vem dando como certa a contratação de Jaime Alguersuari pela Force India. Mas nem Jaime, nem a Force India confirmaram a contratação. Seria um nome bom para o ano que vem, mas a concorrência é forte.

Kamui Kobayashi

Kamui Kobayashi foi dispensado da Sauber por simplesmente não ter nenhum patrocinador relevante. Depois de ser trocado pelo rico Esteban Gutiérrez, Kamui criou um site (www.kamui-support.com) para arrecadar dinheiro para poder continuar na F1 em 2013. Vai ter de conseguir bastante dinheiro para tentar ao menos a vaga na Force India ou na Caterham. Tem bastante talento e se conseguir dinheiro, é um nome certo para o grid ano que vem.

Jules Bianchi

Jules Bianchi está brigando de novo pela vaga na Force India. Fez boa temporada na World Series by Renault, onde não foi campeão por pouco. Foi piloto de teste pela mesma Force India esse ano. Tem o forte apoio da Ferrari que também tem estreitas relações com a Force India. Se não conseguir essa vaga, vai ter de amargar as categorias de base de novo.

Luiz Razia

Depois de vários anos, finalmente Luiz Razia desencantou na GP2. Não foi campeão por azar em Monza. Mas provou que tem talento e está fazendo de tudo para ir para a F1 ano que vem pela Force India. Tem dinheiro e já fez testes pela equipe indiana e andou bem. Se não der certo na Force India, ele tem ótimos contatos na Caterham e na Marussia e pode se dar bem com isso. Torço para que ele consiga uma vaga ano que vem.

Vitaly Petrov

Vitaly Petrov começou o ano ofuscado por um companheiro de equipe que vinha de um ótimo ano de 2011. Mas Petrov conseguiu ser melhor que Kovalainen na maioria das corridas. Tanto que foi ele que salvou a Caterham de ficar atrás da Marussia no campeonato. Ainda não foi confirmado na Caterham para o ano que vem, mas é favorito por ter muito dinheiro e isso pode lhe garantir na equipe malaia ano que vem.

Giedo van der Garde

Novamente, Giedo van der Garde está na briga por uma vaga na F1. Fez mais do mesmo na GP2. Apesar disso está na luta pela vaga na Caterham. Correu na mesma Caterham na GP2 e superou de forma até fácil o seu companheiro de equipe, Rodolfo González, e tem muito dinheiro da McGregor. E a Caterham está precisando de dinheiro ultimamente. E isso pode lhe garantir finalmente uma vaga na F1.

Davide Valsecchi

Davide Valsecchi teve o ano dos sonhos em 2012. Conseguiu ser campeão da GP2 pela primeira vez em anos na mesma categoria. E ser campeão da GP2 é o mesmo que correr na F1 no ano seguinte. Para falar a verdade, Valsecchi até está conversando com a Caterham e a Marussia, mas está difícil. Valsecchi não tem um patrocinador forte e com muito dinheiro e pode repetir o feito de Giorgio Pantano que  foi campeão da GP2, mas não conseguiu uma vaga na F1 no ano seguinte.

Rubens Barrichello

Barrichello fez um bom ano na F-Indy onde foi o melhor rookie. Mas na última semana, surgiram rumores de que Rubens Barrichello estaria negociando com a Caterham pela vaga de segundo piloto. Barrichello negou. Mas lembrando que ele já tinha o interesse na F1 quando se interessou em substituir Romain Grosjean na Lotus em Monza, o que não se realizou. Não acho que Barrichello vá conseguir uma vaga para a F1 ano que vem. Se conseguir, vai ser uma grande surpresa.

Max Chilton

Max Chilton é um dos mais favoritos na vaga na Marussia. Chilton fez uma boa temporada pela Marussia Carlin na GP2 com vitórias, inclusive. Tem o gordo patrocínio da AON e deve ser anunciado na equipe russa em questão de tempo. Além do mais, não é muito grande o número de interessados na vaga de segundo piloto de Timo Glock na Marussia.

Pedro de la Rosa

Pedro de la Rosa tem contrato com a HRT para o ano que vem. Mas depois do anúncio da Thesan Capital que vai vender o time, a HRT pode ou não mudar de mãos, o que pode tirar Pedro de la Rosa da F1 em 2013. Mas ele tem experiência e pode comandar o novo time da HRT ano que vem, apesar de não ter dinheiro algum para ajudar o time.

Narain Karthikeyan

Narain Karthikeyan fez um péssimo ano de 2012. Constantemente na última posição, só correu esta temporada por causa do patrocínio da Tata Motors. Com a venda da HRT, Karthikeyan pode usar o patrocínio da Tata para garantir sua vaga na nova HRT com ajuda financeira ao novo time. Mas Karthikeyan, já falou que está estudando se mudar para a F-Indy.

Ma QingHua

Ma QingHua foi piloto de testes da equipe espanhola e não foi muito bem, andando sempre à dois segundos atrás de Pedro de la Rosa. Mas QingHua tem muito dinheiro. E com a venda da HRT, um grupo chinês se interessou em comprar a HRT. O que pode beneficiar o piloto chinês. E Bernie Ecclestone pode ajudar também, pois a China é um mercado importante para F1 por motivos comerciais.

Dani Clos

Dani Clos é outro que está correndo por fora pela vaga na nova HRT. Esteve por toda a temporada sendo cotado como substituto de Narain Karthikeyan no final do ano. Com a HRT à venda, a vaga ficou difícil. Mas ele tem dinheiro e pode comprar a vaga de piloto da nova HRT. Mas lembrando que HRT está à venda até o dia 2 dezembro. Se nínguem a comprar, a HRT dará adeus a F1.

Esse final de semana vai ter corrida da F1 no patético circuito de Barcelona. Iniciamos a temporada európéitica da temporada. Alguns sábios acreditam que não existe esta tal de temporada européia, pois eles acreditam que a Ásia e a Europa são um único grande continente, a Eurásia. Ou seja, uma temporada euroásiatica separada brevemente por corridas no Canadá, nos EUA e no Brasil.

E amanhã de manhã, vai ter o treino classificatório. Ah, o treino classificatório… As equipes pequenas fazendo dança da chuva para que seus carros consigam ir ao menos para a Q2, as equipes médias tentando surpreender as equipes grandes que fazem de tudo para conseguir uma pole position. E é a Globo que é responsável por mostrar tudo isso.

Mas já existiu uma época onde a Globo resolveu excluir os treinos classificatórios. O ano era 1999. O horrendo anúncio foi dado no Jornal da Tarde. Por causa dos baixos níveis do Ibope, ele resolveram arrancar os treinos da F1 da programação. O fato mais engraçado é que a própria Globo só foi querer transmitir os treinos da F1 na época em que Ayrton Senna já não fazia mais suas várias poles mágicas, que foi a época de 1991 até a morte de Ayrton.

Com a morte de Ayrton Senna, Rubens Barrichello recebeu a infeliz missão de sustentar o Ibope da F1 no Brasil. Até marcou uma pole position na Bélgica em 1994, mas não foi o suficiente. Felizmente, os caras da Globo voltaram atrás e transmitiram alguns treinos de 1999.

A Globo transmitindo o treino classificatório em 2008. Coisa que não aconteceu em 1999

Felizmente, Galvão Bueno conseguiu narrar a segunda pole position de Rubens Barrichello na França em 1999. O tema da foto. Quando chegou 2000, as transmissões da Globo ganharam mais um pouco de audiência depois que Rubens Barrichello foi para a Ferrari.

E a Globo resolveu mostrar todos os treinos de classificação até hoje. Boa corrida e boa sorte para os brasileiros.

O Dia Mundial de Conscientização do Autismo é hoje. Esse dia é importante para mim por um único motivo. Meu irmão (ele é mais velho do que eu) é autista. E é bem difícil ter alguém assim na família. Cuidamos dele diariamente. Em nossa última ida ao doutor, recebemos boas notícias. Em alguns anos, nosso irmão poderá voltar a ser uma pessoa normal, mas ainda estará com autismo. Que Deus o proteja sempre.

Na foto, Rubens Barrichello no pódio da Corrida e Caminhada Autismo e Realidade de 2011.

11 horas da noite. No horário de Brasília já eram 1 da madrugada. Cheguei do cinema (vi Motoqueiro Fantasma 2) porque a merda do transporte público de Manaus me deixou esperando uma hora na parada de ônibus. Sem contar mais 45 minutos de viagem do cinema até minha casa.

Chego em casa e abro a porta do quarto e vejo papai vendo Big Brother Brasil e vendo seu e-mail. Peço para dar uma conferida no notebook (não tinha tocado em um computador o dia todo) . Dou uma olhada rapidinho. Tenho vários blogs no blogroll, mas só alguns eu realmente frequento todos os dias (nessa lista estão Continental Circus, Bandeira Verde, F1 Corradi, Blog José Inacio Falou, World of Motorsport, etc. ) . Como sempre, eu olho primeiro no Bandeira Verde. Nenhum post que não tenha lido.

Olho para a barra lateral, na parte do Twitter. E olho tweets falando sobre Barrichello na Indy. Rapidamente eu esqueço que existem outros blog e vou para a página sobre F1 do Uol. E aparece como notícia principal “BARRICHELLO ACERTA COM EQUIPE DE KANAAN E VAI CORRER PELA INDY EM 2012” .

Barrichello na Indy. Que notícia interessante. Depois de tantas especulações, Barrichello finalmente acertou com a KV para correr na Indy mesmo com sua mulher rezando para que Rubens não se encontre com nenhuma mureta de Indianapolis ou do Texas.

Barrichello vai ser o mais velho do grid da Indy em 2012. Isso vai ser um desafio. Desafio. Na Indy não terão muitos desafios. A maioria das pistas do calendário são mistas e ele já tem experiencia em circuitos mistos (Interlagos) e de rua (Montecarlo) .

Talvez o maior desafio de Barrichello será manter amizade com Kanaan. Eles estão na mesma equipe. E vai que num belo dia de corrida, eles se toquem na última volta disputando a liderança e abandonem. Talvez o instinto poderá fazer com que os dois briguem. Mas acho que isso não vai acontecer. Como sou cara de fazer posts curtos e estou sem tempo também, termino esse post por ali.

Desejo boa sorte a Rubens Barrichello para que ele se adeque bem a nova categoria. Boa sorte, Rubens Barrichello.

Rubens Barrichello está quase confirmado para correr na KV Racing na Indy 2012. Com vários percusos mistos e circuitos de rua no calendário de 2012, Barrichello vai adequar muito bem a categoria americana. Relembre outros pilotos (brasileiros) que trocaram o vinho tinto pela cerveja da Budweiser.

Emerson Fittipaldi

Com uma carreira irretocável na Fórmula 1, sagrando-se bicampeão com os títulos de 72 e 74, fez seu primeiro contato com os carros norte-americanos da Indy quando visitava o país no ano de seu bi. Lá Emerson testou um McLaren adaptado para voar nos ovais, mas foi somente dez anos depois que ele de fato veio correr na terra do Tio Sam.

Após aposentar-se da F-1 em 80 com o fim da aventura da equipe própria, tirou quatros anos sabáticos de grandes campeonatos. Em 84, Emerson competiu por dois times diferentes da Cart antes de se juntar à Patrick, time que defendeu por cinco anos, conquistando onze vitórias e seu primeiro título da Cart e das 500 Milhas de Indianápolis, em 1989. Após ter se solidificado de vez na categoria, o nosso “Rato” virou “Emmo”.

Em 1990 Emerson transferiu-se para a Penske, a equipe mais tradicional da categoria, pela qual venceu novamente as 500 Milhas de Indianápolis e que lhe fez lutar diretamente por mais dois campeonatos da Cart (93 e 94).

No final da carreira, foi piloto da Hogan em 96 sem muito destaque. Após um grave acidente no oval de Michigan, resolveu aposentar-se, dando fim a uma carreira “pra-lá” de respeitável. Emmo faz parte de um seletíssimo grupo de pilotos que foram campeões tanto na Fórmula 1 quanto na Cart. Foram eles: Mario Andretti, Nigel Mansell e Jacques Villeneuve.

Chico Serra

Piloto brazuca da Fittipaldi em sua fase terminal, marcou um ponto na Fórmula 1 (Zolder, Bélgica, 1982) antes de se mudar para a Arrows, onde fez boas atuações, mas sem nunca chegar a pontuar. Após poucas corridas foi dispensado e não mais voltaria a sentar em um carro da categoria. Em 1985, dois anos após sua aposentadoria da F-1, foi convidado por Emerson para tentar a vida na Cart.

Por lá, a bordo de um Ensign com chassi da Theodore, disputou o GP de Portland, mas após 29 voltas seu motor abriu o bico. Foi sua única e desconhecida chance. Depois disso, concentrou seu foco nos carros de Stock no Brasil e fez sucesso, sagrando-se tricampeão da categoria.

Raul Boesel

Piloto multicategoria, teve seu nome levado ao topo depois de sua saída da Fórmula 1. Mas não na Cart. Foi nos Esporte-Protótipos que Boesel se deu bem. Ele, juntamente com Martin Brundle e John Nielsen e a bordo de um Jaguar XJR-9, foi campeão da temporada de 1987 do WSC.

Na Indy, disputou corridas de 85 até 2002 passeando por diversas equipes, mas foi pela Dick Simon que obteve seus melhores resultados. Lá chegou em quarto na temporada de 93, obtendo três segundos lugares (Phoenix, Milwalkee e Detroit).

Sua última temporada competitiva foi pela Patrick em 97, quando chegou em terceiro na corrida de Portland. De volta ao Brasil, competiu algumas provas da Stock, mas preferiu dedicar seu tempo à outra atividade, que acabou tornando-se uma profissão de fato: virou DJ (igual ao DJ Squire) .

Roberto Pupo Moreno

Foi mal Pupo, mas só achei essa. Moreno na Indy 500 2007.

Após uma frustrada tentativa de iniciar-se na Fórmula 1 em 1982 pela Lotus, Moreno, junto com Emerson Fittipaldi, quis tentar carreira na América. Roberto disputou duas temporadas pela Galles, conquistando, inclusive, um honroso quinto lugar em sua quinta corrida na categoria.

 

Após 86, retornou à Fórmula 1 para ficar perambulando por equipes do fundo do grid. Em 94 tentou classificação para as 500 Milhas de Indianápolis, mas não conseguiu. Porém, foi em 1996 que sua carreira na Cart engrenou.

 

Contratado pela Payton/Coyne, chegou em terceiro na Indy 500, prova que o projetou para a categoria. Lá ficou até 2003 disputando temporadas inteiras. Depois disso, correu em provas esporádicas até 2007, sempre no estilo que lhe fez fama e apelido: substituindo pilotos e tirando leite de pedra. Até sua última corrida na Indy 500 2007, ao substituir Stéphan Gregoire e ainda se classificar no terrível Bump Day (em algum dia eu falarei dessa corrida, já está anotado a promessa) para a corrida (!) . Moreno bateu na volta 36 e se aposentou de vez.

 

Mas o momento mais especial para Moreno na Cart foi em 2000, pela Patrick, quando conquistou sua primeira vitória desde os tempos da F-3000 e arrancou uma disparada rumo à disputa do título – acabou terminando a temporada em terceiro, atrás de Gil de Ferran e Adrián Fernandez. O Super-Sub venceria mais uma na Cart em Vancouver 2001.

Maurício Gugelmin

Simpático piloto catarinense, começou sua carreira na Fórmula 1 pela March Leyton House. Foi por lá que conquistou seu maior feito na categoria, quando chegou em uma heroica terceira colocação no Grande Prêmio do Brasil de 89 em Jacarepaguá. Na March, Gugelmin ficou até 91, quando se mudou para a Jordan em 92.

Em 93, sem sua vaga garantida, mudou-se para a Cart competindo pela equipe de Dick Simon. Em 94 transferiu-se para a Chip Ganassi e começou a pegar mão da categoria, mas foi pela PacWest que deslanchou de vez. A partir de 1995, conquistou uma vitória, vários pódios e chegou em 4º no campeonato de 97.

Em 95 começou e terminou as 500 Milhas de Indianápolis em sexto, porém liderou a prova durante 59 voltas. Por determinada época também obteve o recorde de maior velocidade dentro de um circuito fechado de um carro de corrida. Em Fontana 97, cravou a velocidade máxima de 387.759 km/h!

Na derradeira temporada na Cart, Gugelmin sofreu uma tremenda pancada durante treinos para a corrida do Texas, depois de uma escapada na curva dois do oval. Com a morte de seu filho que sofria de paralisia cerebral, em 2001, Maurício decidiu-se afastar de vez das corridas.

Christian Fittipaldi

Filho de Wilson e sobrinho de Emerson Fittipaldi, teve boas atuações na Fórmula 1 mesmo correndo por equipes nanicas, como ter quase beliscado pódios com uma Minardi e uma Footwork, mas seu fato mais marcante durante os três anos que andou com um Fórmula 1 foi um mortal que deu em Monza/93, onde cruzou a linha de chegada em frangalhos após dar um loop de 360º a quase 300 km/h.

Após sua carreira na Fórmula 1 encerrar-se ao final de 1994, já começou negociações para correr na Cart junto com o tio. Em 95 estreou na Walker, e quase venceu as 500 Milhas de Indianápolis logo em sua primeira temporada.

De 96 a 2002 disputou o campeonato pela poderosa Newman/Haas. Por lá nunca teve a chance real de lutar pelo campeonato, mas pegou muitos pódios e angariou duas vitórias (Road Atlanta 99 e Fontana 2000). Após a Cart competiu na A1GP, Le Mans Series e na Stock Car brasileira.

Nelson Piquet (o pai)

Foi mal, Nelsão, mas senti que devia botar essa foto.

Após ter uma carreira mais do que vitoriosa e sem contestação na Fórmula 1, Nelson Piquet quis experimentar o automobilismo americano, mais especificamente as 500 Milhas de Indianápolis, a principal prova do calendário da Indy.

Só que em um de seus primeiros contatos com a categoria, a física mostrou que se acidentar por lá não é a mesma coisa que bater em um muro ou guard rail da F-1. Piquet bateu nos treinos para a Indy 500 de 1992 e sofreu ferimentos muito graves nas pernas, deixando-o acamado por um bom tempo.

No ano seguinte estava lá novamente para tentar vencer sua batalha pessoal contra Indianápolis. Sem acidentes, mas também sem brilho, estourou seu motor Buick na 38ª volta dando adeus a prova em 32º. O ciclo estava fechado, e Piquet não mais se arriscaria nas corridas americanas.

Tarso Marques

Piloto mais jovem a conquistar vitórias na F-Chevrolet e F-3, foi direto para a F-300o Internacional e, com apenas 20 anos, já estreava na Fórmula 1 pela Minardi, disputando as corridas da Argentina e do Brasil na F-1 em 96. No ano seguinte conquistou o assento para a metade da temporada, mas seus resultados não empolgaram.

Em 99 tentou a vida nos Estados Unidos correndo pela Penske no lugar do machucado Al Unser Jr. Infelizmente, aquela foi talvez a pior temporada da história da equipe de Roger Penske, culminando com a morte do uruguaio Gonzalo Rodrigues em Laguna Seca. Sua melhor posição de chegada foi uma nona colocação.

Voltou para a Minardi em 2001, quando assumiu o papel de escudeiro (e quase professor) de um jovem espanhol chamado Fernando Alonso. Os dois são amigos até hoje.  Em 2000, 2004 e 2005, pilotou esporadicamente na Indy pela Dayle Coyne, onde seu melhor resultado foi uma 11ª colocação.

De volta ao Brasil para disputar a Stock Car, virou notícia no ano passado, suspenso por exames que detectaram substâncias proibidas em uma corrida realizada em 2009.

Enrique Bernoldi

Piloto sem muito destaque na Fórmula 1 durante as duas temporadas que passou por lá a serviço da Arrows, como companheiro do doidão e experiente Jos Verstappen, teve seu ponto alto quando, com um carro muito mais lento (de Arrows) , segurou bravamente David Coulthard (de McLaren) por várias voltas, nas apertadas ruas no principado de Mônaco em 2001.

Após se ver sem assento na F-1, fez duas temporadas na World Series para retornar como piloto de testes da BAR. Por lá ficou por mais duas temporadas antes de vir para o Brasil disputar um ano de Stock Car.

Em 2008, foi atrás de uma carreira nos EUA e assinou com a Rocketsports na ChampCar. Todavia, com a unificação da categoria com a IRL, sua equipe não iria competir na Indy. Mas mais tarde a Conquest o anunciava como piloto ao lado do brasileiro Jaime Câmara.  Um toque entre os dois brasileiros em Watkins Glen e posteriores reclamações de Bernoldi deixaram o clima ruim na equipe.

Logo depois, ele machucou a mão em um acidente e acabaria substituído por Alex Tagliani. No ano seguinte, rumou para o FIA GT, onde começou a correr de Maserati. Hoje é piloto do time da Nissan, a bordo dos GT-R Sumo Power.

Antonio Pizzonia

Apesar da grande expectativa, Pizzonia não conseguiu uma carreira de destaque na Fórmula 1 – e nos Estados Unidos. O Jungle Boy (natural daqui de Manaus) entrou para a F1 com um currículo de respeito nas categorias de base, incluindo títulos na F-Renault e F-3 inglesa, mais o apoio da Petrobras, empresa que mantinha uma equipe na extinta F-3000.

Em 2003, foi contratado pela Jaguar e formou dupla com Mark Webber, mas sem ambiente na equipe, sequer terminou a temporada e já foi substituído por Justin Wilson (outro piloto que migrou para as corridas estadunidenses). No ano seguinte foi contratado pela BMW-Williams como piloto reserva. Participou das provas finais e pontuou em três delas, Mesmo assim, teve de dar lugar ao alemão Nick Heidfeld no início da temporada de 2005.

Em sua última temporada na Fórmula 1, juntou-se ao antigo companheiro de equipe Mark Webber na Williams – novamente no fim da temporada, mas sem sucesso. No ano seguinte, conseguiu uma vaga para ser piloto pagante na Rocketsports da Champ Car, mas sem um patrocínio forte, só correu a primeira etapa e mais três no fim da temporada. Depois de ficar zanzando na GP2 e Fórmula Superleague, voltou para a Rocketsports em 2008 para correr a derradeira corrida da Champ Car antes da reunificação. E foi só.

Pelo menos ele teve uma carreira melhor do que a do irmão, Adriano Pizzonia. Adriano corre atualmente, no Desafio Amazonense de SuperKart. Viu a diferença.

EXTRA: Ayrton Senna

A convite de Emerson Fittipaldi, o então infeliz piloto da McLaren quis fazer uma pressão na cúpula da time ao aceitar um teste pela Penske em 1993. Ele sabia muito bem que aquele não era o seu lugar, mas queria se divertir pilotando um bólido turbo novamente.

No quase kartódromo de Firebird mostrou todo seu talento frente à Cart, que sem dúvidas ganharia mais um campeão se Senna se mudasse para lá. No fim, continuou na McLaren, e faria daquela temporada uma das mais inesquecíveis de sua carreira, mesmo perdendo a disputa do título para Alain Prost e sua Williams sobrenatural.

Estava querendo fazer a continuação da Novela das 7 da ATS, mas estou com preguiça. Então, vou fazer uma breve homenagem ao Rubinho. Ontem foi anunciado que Narain Karthikeyan vai ser o companheiro de equipe de Pedro de la Rosa na única equipe que tinha uma vaga disponível na F1 em 2012.

Karthikeyan e Barrichello disputando posições na China e em Montreal

Barrichello estava sem a vaga na Williams após Bruno Senna ser anunciado pela equipe de Grove. Barrichello só tinha como opção a HRT. Rubens só tinha encarado a posição de estar voltas atrás nos tempos da Honda em 2007 e 2008. Mas Barrichello tinha declarado no Twitter que ainda não tinha desistido da F1.

Tinha gente de olho naquela vaga da HRT. Não tinha muitos, mas era o que tinha. Na disputa tinha, Narain Karthikeyan, Vitantonio Liuzzi, Giedo Van Der Garde e Lucas di Grassi. Barrichello precisava de patrocinador, mas depois fez um teste com um carro de F-Indy no circuito de Sebring, as chances foram para o ralo.

Você que nasceu nos tempos de Senna, Prost, Piquet e Mansell. Deve se lembrar na primeira corrida de Rubens Barrichello no GP da África do Sul em Kyalami em 1993.

Rubens Barrichello na sua primeira corrida de F1

Barrichello abandonou na volta 31 com problemas no câmbio. O carro não era lá essas coisas, mas já dava para fazer uma estréia na F1. Com a Jordan, também dava para marcar seus primeiros pontos. E eles vieram no final daquele distante ano de 1993. Mais precisamente no GP do Japão no lendário circuito de Suzuka.

Barrichello conseguiu chegar em quinto e marcar dois pontos. Nada mal para um estreante. 94 veio e Barrichello começou muito bem com um quarto lugar no seu vizinho Interlagos e seu primeiro pódio em TI Aida. Com tamanhos resultados, 94 ia ser bom demais para Barrichello. Bom até demais. Barrichello conseguiu sua primeira pole em Spa-Francorchamps, mesmo com aquela chicane enfiada no meio da Eau Rouge.

Barrichello ponteando o GP da Bélgica de 1994, após passar pela estúpida chicane da Eau Rouge

94 foi o melhor ano de Barrichello até 1999. Com um Stewart SF-3. Barrichello marcou sua segunda pole-position em Magny-Cours. Barrichello marcou 21 pontos em 99.

França 1999: a segunda pole de Barrichello

No final de 1999, Barrichello foi contratado pela Ferrari como parte de uma troca feita pela equipe de Maranello com a Jaguar (que tinha comprado a Stewart) . Barrichello foi para a Ferrari e Eddie Irvine foi para a Jaguar Racing.

Alemanha 2000: a primeira vitória

Em 2000, Barrichello marcou 62 pontos e terminou em quarto no campeonato. Em 2001, Barrichello não conseguiu nenhuma vitória e nem mesmo uma pole para animar, mas apesar disso, Barrichello passou o ano todinho no pódio. Me recuso a falar de 2002 para Barrichello.

 

Espirrobergue 2002: sentimento de ódio de vários brasileiros

Indiana 2002: a devolução da macacada

2003 veio e desta vez, a Ferrari não fez um carro bom para Barrichello. Mas Barrichello conseguiu duas vitórias em Silverstone e em Suzuka. Barrichello terminou em quarto no campeonato.

Em 2004, foi um ano difícil para Barrichello e Barrichello só foi vencer no final do ano na Itália e na China. Mas mesmo com essas vitórias, a torcida brasileira ainda guardava mágoa da Austria 2002 e Barrichello veio desacreditado para o GP Brasil de 2004.

Passou 2004 e veio um péssimo 2005. A Ferrari não conseguiu fazer um bom carro e Barrichello teve de amargar ficar atrás das duas Toyotas na classificação geral. Barrichello não conseguiu nenhuma vitória e teve como melhor posição 2 segundos lugares na Austrália com o carro de 2004 e nos EUA com apenas seis carros correndo.

2005: ano difícil para Barrichello

Em 2006, Barrichello não ia mais correr pela Ferrari e migrou para a novata Honda. A Honda tinha um carro bom, mas o carro não era bom o suficiente para conseguir um pódio. Barrichello teve como melhor resultado um quarto lugar na Hungria e em Montecarlo. Mas esse quarto lugar foi ofuscado pela vitória de seu companheiro de equipe Jenson Button.

Hungria 2006: corrida boa, mas ofuscada pela vitória de seu companheiro

Após um bom 2006, Barrichello esperava um melhor ainda 2007. Mas foi o contrário. A Honda construiu um péssimo carro e Barrichello passou 2007 zerado, coisa que nunca tinha acontecido com Rubinho na F1. Tendo como melhor posição um nono em Silverstone. O carro era confiável, mas esse não era o problema. O problema era que o carro era muito lento.

 

2007: o pior ano de Barrichello

2008 veio e a Honda mais uma vez criou um carro ruim. Na Austrália, ele ainda conseguiu marcar seus primeiros pontos desde Brasil/2006. Mas ele foi desclassificado por motivos que esqueci qual eram. Mas ele consegue marcar 5 pontos, 3 em Mônaco e 2 em Montreal. Mas ele tirou leite de pedra mesmo na etapa de Silverstone ao conseguir um excelente terceiro lugar e ainda terminar na volta do líder. Tudo isso graças ao seu grande talento na chuva.

Inglaterra 2008: tirando leite de pedra

No fim de ano, a Honda faliu e Barrichello se viu sem emprego. Mas Ross Brawn apareceu e comprou o antigo espólio da Honda e Barrichello conseguiu continuar na F1. A Brawn GP criou um ótimo carro. Confiável e veloz. Isso lhe rendeu a vitória de número 100 do Brasil em Valência e a vitória 101 em Monza. Mas isso não foi o suficiente nem pra ficar em segundo no campeonato.

Valência 2009: homenagem e volta as vitórias

Itália 2009: a última vitória

Brasil 2009: a última pole

Em 2010, Barrichello realizou seu sonho de correr pela Williams. O carro não era bom, mas também não era ruim. Barrichello consegue como melhor resultado um quarto lugar em Valência, 47 pontos e o décimo lugar na classificação.

Valência 2010: A melhor corrida dele em 2010

Em 2011, mais tempos difíceis. A Williams não consegue fazer um carro bom e Barrichello passa o ano nas posições intermediárias. Mas o ano não foi só resultados ruins. Barrichello consegue marcar 4 pontos, 2 em Mônaco e 2 em Montreal.

Canadá 2011: corrida muito louca

Brasil 2011: a última corrida

Barrichello merecia continuar na F1, mas nessa F1 de hoje. Nem o talento vence o dinheiro.

 
Lembram do post de ontem. A de que eu sofria o Mal de Barrichello. Pois é, ele me deu sorte. Eu nunca tinha me dado bem em Interlagos. Estava bolado, mas disse que não ia desistir. Ontem a noite, resolvi correr em Interlagos. Escolhi como piloto Damon Hill e sua Jordan amarelada. Nível: Semiprofissional.

Larguei na posição 10. Acende a primeira luz. Ouço o ronco dos motores. Acende a segunda luz. Depois a terceira e a quarta. Finalmente a quinta luz se acende. Clima de nervosismo dentro de mim. As luzes se apagam. Os carros largam. Aí vem o “S” do Senna. Freio forte. Acabo acertando David Coulthard e Mika Hakkinen. Rapidamente, penso que o Mal de Barrichello não ia sair hoje.

– CARRO VAI RODAR!!!!!!!

Seguro o carro rapidamente e acelero para a segunda perna do “S” do Senna e para a Curva do Sol. Coulthard abandona e Hakkinen fica com a asa quebrada. Olho rapidamente no retrovisor e vejo duas Ferraris atrás de mim continuo acelerando. Mas não estou seguido pela ordem Schumacher-Irvine, é o contrário: Irvine-Schumacher. Vem a temida curva do Bico do Pato. Dou aquela básica saída de traseira. E acelero de novo.

Completo a primeira volta. Olho para o volante para ver a diferença entre mim e Eddie Irvine. A diferença é de 1 segundo. Continuo focado, mas sempre olhando no retrovisor para ver onde estava o Irvine. Quase saio na pista no Laranjinha, mas seguro o carro. Completo o Bico do Pato, mas com dificuldades. Enquanto isso, Mika Hakkinen que havia quebrado sua asa dianteira no começo do post, entra nos boxes. Mas consegue voltar a tempo de não sofrer uma volta. Completo a segunda volta e marco a melhor volta com 1.19.8 . Olho no volante para ver a diferença. A diferença é de 0,8 décimos de segundo. Uma diferença boa para uma corrida tão importante para mim.

Estava na terceira volta. Estava com medo de acontecer algo com o carro como aconteceu no post passado. Mika Hakkinen marca a melhor volta com 1.19.2 . Completo o Bico do Pato, sempre dando a saída de traseira. Enquanto isso, atrás de mim. Eddie Irvine deixa Michael Schumacher passar. É isso acontece também nos videogames. Brincadeira, só tô zoando. Michael Schumacher sequer ameaçava Eddie Irvine. Irvine sempre focado atrás de mim.

Olivier Panis abandona. Quero saber o que aconteceu com ele botando o replay para ver o que aconteceu. Mas quando vou apertar o “R” , percebo que o jogo pode trapacear e botar outro piloto sem ser eu na tela (perdi várias corridas por causa disso) . Resisto a tentação e continuo a corrida normalmente.

Abro a última volta. A diferença para Irvine é de 1,3 segundos. Não acredito que aquilo está acontecendo mesmo. Mas continuo focado em se manter na pista. Só duas coisas podiam me tirar a vitória. Uma: um problema qualquer no carro. Duas: eu dar uma escapada e perder a primeira posição.

Faltavam algumas curvas. Passo pelo Laranjinha. Passo pela Curva do “S” . Passei pelo Pinheirinho e acelero com tudo. Mas aí vem o Bico do Pato. Freio bruscamente, esterço para a direita, travo os pneus, saio de traseira, esterço rapidamente para a esquerda para corrigir o carro e acelero tudo de novo. Passo pelo Mergulho e vou adiante para a Junção. Junção já me custou uma corrida e ela não ia acabar com essa corrida. Freio, travo os pneus, esterço para a esquerda e acelero o mais rápido possível.

A partir daí é só acelerar com tudo. Imagino Galvão Bueno falando:

-Lá vem Marcelo de Souza Filho, vem para os últimos metros. E lá vem, MARCELO, MARCELO, MARCELO, MARCELO DE SOUZA FILHO DO BRASIL!!!!!!!!!!!!

Comemoro levantando o braço para o alto. Paro na saída dos boxes, para fazer uns zerinhos. Boto a marcha ré para fazer os zerinhos. Só que a marcha ré trava e o carro vai subindo de ré para os boxes. Consigo acelerar de novo. Vou para a saída dos boxes e boto na marcha ré de novo. Mas acabo sendo acertado pela Tyrrell de Ricardo Rosset. E a roda traseira direita vai para os ares. Lá se foi minha comemoração.

Mas e daí. Finalmente eu venci em Interlagos. Depois de todo o sofrimento.

Parece que acharam a cura para o Mal de Barrichello. Eu tomei esse remédio e estou curado. Yes!

 
 
 

O último carro dos japoneses da Honda na F1, apesar de ser, em termos de resultados, bem superior do que seu antecessor, foi uma completa decepção. A Honda, agora sendo comandada por Ross Brawn, tentava apagar o sombrio 2007, e até que conseguiu, marcando pontos, e se mantendo regularmente na briga com os carros das equipes consideradas médias.

 

 

 

O RA108, apesar de ter terminado várias corridas ao longo do ano, não conseguia uma performance, muitas vezes nem para entrar no Top 10, tendo de se contentar com o pelotão intermediário. A equipe teve seu momento de glória, em um GP da Inglaterra caótico, marcado pelas chuvas, onde o heróico veterano Rubens Barrichello arrebatava um gratificante 3° lugar.

 

 

 

O design do RA108 também chamava a atenção, e a Honda, até criou um aparato aerodinâmico muito utilizado no ano de 2008, as chamadas Orelhas de Elefante, ou Orelhas de Dumbo. Mesmo com isso, os japoneses se despediram, com magros 14 pontos, e a 9° posição no Campeonato de Construtores.

 

 

 

Dados:
Equipe: Honda Racing F1

Designers: Jorg Zander (Diretor técnico)

Loic Bigois (Chefe de aerodinâmica)

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Dados técnicos:

Chassis: Moldado em fibra de carbono, monocoque

Suspensão: Feita de fibra de carbono, alumínio, sistema pushrod, e molas de torção ativadas. (Suspensões dianteira e traseira)

Motor: Honda RA808E 2.4 Litros, V8, 90°, limitado a 19.000 RPM, aspirado naturalmente

Transmissão: Honda, feita de fibra de carbono, 7 velocidades, e uma marcha reversa (marcha ré), sequencial, semi automática

Combustível: Eneos (5.75% de bio combustível)

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Pilotos:

16 Jenson Button

17 Rubens Barrichello

———————-
Pontos: 14

Corridas: 18

Vitórias: 0

Poles: 0

Voltas mais rápidas: 0

Posição no Campeonato de Construtores: 9°

Abaixo um vídeo de Riccardo Patrese testando um Honda RA108 em 2008.

Descripción :
Abaixo um onboard de Rubens Barrichello pilotando um Honda RA108 no circuito de Interlagos. E usando um capacete igual ao do supercampeão da Stock Car Ingo Hoffmann.

Descripción :

Iniciando um novo especial no blog. Tivemos 4 tragédias naquele final de semana negro no Autodromo Enzo e Dino Ferrari. Não vou falar quais porque você já deve saber. Mas como me falta tempo e tenho várias coisas a fazer. Esse especial só vai mostrar fotos daquele final de semana fatídico. Mas vou fazer uma breve descrição de como foi o acidente. Começando com o acidente de Rubens Barrichello na Variante Bassa.

Rubens Barrichello sai para fazer sua volta rápida nos treinos de sexta. De repente, ele escapa na Variante Bassa, voa por cima de uma zebra, seu carro literalmente voa, o carro bate no topo da barreira de pneus, seu carro capota várias vezes e seu carro acaba por parar de cabeça para baixo.

Rubens voltou à reunião de corrida no dia seguinte, mas o nariz quebrado e o gesso no braço o forçaram a abandonar as pistas no resto do fim de semana. Dez anos depois do acidente, Damon Hill, piloto da equipe Williams-Renault na ocasião, descreveu o sentimento após o acidente dizendo: “Todos nós continuamos os treinos correndo tranquilos, com a certeza de que nossos carros eram duros como tanques e nós podíamos ser abalados, mas não feridos.

Amanhã, o acidente de Roland Ratzemberger.

Hoje de manhã, foi anunciado finalmente quem vai ser o companheiro de equipe da Williams Renault. Não, não vai ser Rubens Barrichello. E sim, Adrian Sutil. Tô zoando. Quem é o mais novo piloto da Williams é Bruno Senna. Graças ao patrocínio da OGX, empresa do milionário, Eike Batista.

Bruno Senna posa oficialmente como novo piloto da Williams para a temporada 2012

Eu vou ser piloto da Williams

Bruno estava brigando diretamente com Adrian Sutil e Rubens Barrichello. Sutil perdeu suas chances ao acabar indo nos tribunais num processo contra Eric Lux e provavelmente não deve correr ano que vem, e também acabou de perder um fã. Motivo do processo: uma briga na entrada de uma boate que estava recebendo um festa da Lotus Renault logo depois da corrida de Xangai. Como resultado da briga, Lux teve um corte no pescoço e Sutil saiu correndo junto com seu amigo, Lewis Hamilton.

Sutil não vai correr a próxima temporada pela Force India e pode ir para a Williams

(finja que é um cara da Williams) Vai embora Sutil, o tribunal é logo ali

Mas e o Rubinho. Você deve estar se perguntando o porque de não ter um ponto de interrogação no título do post. Dois motivos: 1- sigo a regra holliwoodiana de que não pode botar um ponto de interrogação no título de alguma coisa, senão você terá azar. 2- Não tem a tecla do ponto de interrogação no meu teclado. Vamos acabar com essa bocóice de pontos e tal. Vamos direto ao assunto.

Rubens Barrichello tinha apenas a Williams como alternativa se ele não quisesse fazer dupla com Pedro de la Rosa na HRT. Vinha correndo por fora. Aquela altura ainda tinha uma vaga na Lotus, duas vagas na Force India, duas vagas na Toro Rosso e uma vaga na HRT, ou seja ainda que ele não conseguisse a vaga na Williams ainda tinha um meio mundo de equipes que ele poderia correr. Mas o tempo foi passando.

Romain Grosjean confirmado como piloto da Lotus. Uma vaga a menos. O tempo foi passando. Daniel Ricciardo e Jean Eric-Vergne são confirmados como pilotos da Toro Rosso. Duas vagas a menos. O tempo foi passando. Paul di Resta e Nico Hulkemberg são confirmados na Force India. Duas vagas a menos. O tempo foi passando e agora que a Williams confirma que Bruno Senna vai ser o piloto da Williams.

Agora a única vaga que resta para Rubinho é a vaga na HRT. Então, se ele quiser completar os 20 anos de F1, ele vai ter que correr com uma tartaruga manca que é a HRT, mas para comemorar 20 anos de alguma coisa, até a HRT serve.

De um lado da moeda é só comemoração. Do outro lado é apenas luta para realizar um sonho que apenas Michael Schumacher realizou até hoje.

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