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Pela terceira vez seguida, Will Power venceu a etapa de São Paulo da Indy

2010, 2011, 2012. Will Power é oficialmente o rei de São Paulo. Hoje na São Paulo Indy 300, venceu magicamente e nos mostrou que não adianta torcer contra. Se o assunto for circuito misto, ele é o cara.

Destaques para Bia Figueiredo que andou em boa parte da corrida em sétimo e fez belas ultrapassagens no S do Samba, Takuma Sato que largou em penúltimo e fez ótima corrida de recuperação ao chegar no pódio, Helio Castroneves que também fez corrida de recuperação e terminou em um ótimo quarto lugar.

Mais outro destaque para os champanhes impossíveis de abrir com as mãos, que fizeram Takuma Sato dar aquele típico sorrisinho oriental e Will Power enrolar um pouco esperando os abridores chegarem.

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Após a incrível temporada de 2007, vinha o ano de 2008. Mas se precisava de um carro para correr em 2008. Então, por intermédio da Honda, eles tiveram que usar um carro que era baseado no péssimo Honda RA107. Honda. A Honda vinha de um difícil 2007, sendo superada pela Super Aguri na maior parte do campeonato. Em 2008, a Honda já nem ligava mais para a sua equipe B. Ignorava a coitada da equipe do seu Aguri.

A relação da Super Aguri e da Honda já não era mais assim em 2008…

…era assim, duas equipes irmãs, mas uma brigada com outra

Mesmo assim, a Super Aguri foi para Melbourne. Com um carro péssimo, os dois carro abandonaram logo no começo.

Takuma Sato “acelerando” em Melbourne

Na Malásia, a dupla Davidson-Sato terminou nas posições 15 e 16, respectivamente, na frente apenas do japa Kazuki Nakajima.

Única foto que encontrei. Takuma Sato atrás de Nico Rosberg em Sepang

No circuito dos cotovelos de Sakhir, a “heróica” dupla de seu Aguri consegue ficar a frente de dois carros. A Red Bull de David Coulthard e a Force India de Adrian Sutil. Mais uma vez, Anthony Davidson termina a frente de Takuma Sato. Só uma boa notícia rondava a equipe, a de que a equipe estava terminando as corridas 1 ou 2 voltas atrás do líder.

A dupla Sato-Davidson no circuito de Sakhir

Na mesma pista onde Sato conseguiu o primeiro ponto da equipe na F1, Takuma Sato novamente dá show e consegue o melhor resultado da equipe em 2008. Sato terminou na posição 13 dos 13 carros que terminaram a corrida. Anthony Davidson abandonou na volta 8 com problemas no radiador.

Anthony Davidson na Catalunya

E Takuma Sato acelerando na Espanha

Sem apoio da Honda e sem seu patrocinador principal, a petrolífera japonesa SS United Group, Aguri Suzuki ficou sem dinheiro e teve que abandonar a F1 de vez. Um final trágico que nenhum de nós queria ter. Veja imagens do final trágico da Super Aguri.

Quem sabe a HRT entra para esse cemitério em algum dia

Na primeira parte dessa história, vimos que a equipe conseguiu superar grandes dificuldades e acabou terminando de forma animadora a temporada de estréia. Para 2007, a Super Aguri contou com uma “ajudinha” da FIA, que permitiu que a jovem equipe utilizasse os chassis da Honda do ano anterior, o RA106, que teve ótimos resultados durante a 2ª metade da temporada passada. Enquanto isso, Anthony Davidson (ex-Minardi e BAR) foi contratado para fazer companhia ao talentoso Sato.

Embora a FIA tenha permitido que a Aguri utilizasse os chassis da Honda, o novo SA07 foi reprovado durante os teste de impacto realizados pela FIA, pois o mesmo apresentou falhas na traseira. Por causa disso, houve um atraso na apresentação do carro, que acabou ocorrendo apenas 48 horas antes dos primeiros treinos livres para o GP da Austrália, GP abriria a temporada de 2007.

Durante o primeiro final de semana, a Williams e a Spyker entraram com um protesto junto a FIA para que ela olhasse o caso com mais carinho. Mas de nada adiantou. E talvez o desempenho da Aguri durante os treinos classificatórios serviriam de respaldo para tanta chiadeira, já que Sato e Davidson realizaram um trabalho surpreendente durante os treinos e classificaram os seus carros em 10º e 11º lugares no grid de largada, superando as Williams, um Renault, a Toro Rosso, a Spyker e a própria Honda. Até Felipe Massa, na Ferrari, foi superado pelos carros japoneses.

Davidson em ação durante o GP da Austrália

Já durante a corrida, os carros não foram tão surpreendentes assim. Takuma Sato acabou terminando a corrida em 12º, enquanto Davidson foi acertado por Adrian Sutil (Spyker) durante a corrida e terminou apenas da 16ª posição. Mesmo assim, o início de temporada foi bastante promissor.

Se o resultado dentro da pista foi considerado bom, fora dela as negociações davam sinais de que iam bem. Antes mesmo da corrida, a equipe havia anunciado a SS United Group Oil & Gas Company como o novo patrocinador da equipe.

Três corridas depois, no GP da Espanha, a equipe consegue o seu primeiro ponto na temporada, com Takuma Sato terminando a corrida em oitavo lugar. É claro que Sato se aproveitou dos vários abandonos que aconteceram durante a corrida, mas a introdução de um único fornecedor de pneus e o uso dos chassis da Honda fizeram muito bem a equipe.

A equipe comemora o primeiro pont conquistado na F1.

O ponto alto da equipe foi mesmo o GP do Canadá daquele ano. É bem verdade que a corrida (uma corrida pra lá de maluca!) teve vários incidentes ao longo das 70 voltas, com diversos pilotos cometendo erros infantis e Kubica sofrendo um espetacular acidente. Além disso, o safety car esteve na pista por 4 ocasiões. Mesmo assim, os pilotos da Super Aguri mostraram grande desenvoltura, com os dois pilotos chegando a andar entre os quatro primeiros lugares.

Davidson vinha muito bem em terceiro, com um forte ritmo de corrida. Mas teve que fazer uma parada nos boxes depois que atropelou uma marmota (!) e acabou terminando a corrida fora da zona de pontos.  Sato também apresentou um excelente desempenho ao longo da corrida e chegou a realizar uma ultrapassagem em cima de Alonso, que sofria com problema nos freios de sua McLaren. Entretanto, o piloto japonês teve que fazer um pit stop quando ocupava a quinta colocação e terminou a corrida em sexto. Alguns comentaristas falaram na época que o pit foi um equívoco da equipe e que o japa poderia ter terminado a corrida em quarto.  Mesmo com todos os acontecimentos, foi um grande final de semana da Super Aguri.

Takuma Sato fez grande corrida no Canadá

Na verdade, o desempenho dos seus pilotos era um reflexo do que acontecia com a equipe, que estava mais bem organizada e constantemente apresentava evoluções para o carro. Tanto que a Super Aguri já havia somado mais pontos que a equipe mãe, a Honda, naquele momento. Só que a equipe vinha enfrentando diversos problemas, o que impedia maior crescimento. O mais grave era financeiro, já que a petrolífera SS United Group, principal patrocinadora da equipe, não vinha honrando seus compromissos firmados com Aguri Suzuki.

Além dos problemas financeiros, a própria equipe Honda vinha sabotando o desenvolvimento da sua filial. A denúncia mais grave aconteceu durante do GP da Bélgica. Antes da prova em Spa, a Super Aguri havia testado uma asa dianteira que elevou o rendimento dos carros. Porém, a matriz simplesmente proibiu que a nova asa fosse utilizada pela equipe. Com a proibição, ambos os pilotos disseram que o SA07 ficou sem condições de ser guiado.

Mesmo com todos os problemas, a equipe comandada por Aguri Suzuki não fez feio durante 2007. O SA 07 se mostrou bem mais competitivo que o horroroso carro produzido pela Honda durante toda a temporada. O vexame só não foi maior porque Jenson Button conquistou um quinto lugar no penúltimo GP do ano, realizado na China.

Embora Takuma Sato tenha marcado todos os 4 pontos da equipe,  Anthony Davidson apresentou melhor desempenho nas classificações: 10×7. O problema do inglês foi mesmo o azar que, às vezes, o perseguia.

Amanhã a terceira e última parte das aventuras da Super Aguri na F1.

A história da Super Aguri começou em 2005, quando o Srº Aguri começou o planejamento da equipe. Nessa fase contemporânea da Fórmula Um sabemos o quanto é difícil arrumar algum trocado e o japonês mostrou sua grande velocidade no ramo das negociações. Para isso, ele contou com a ajuda do outro super herói, o australiano Paul Stoddart, ex-dono da magnífica Minardi, e que havia comprado os carros da extinta Arrows, quando essa quebrou em 2002. Bastou dar uma guaribada nos antigos Arrows que o problema estava quase resolvido. Quase porque ainda faltavam motores e os 48 milhões necessários para a equipe existir aos olhos da FIA.

O carro da Super Aguri era baseado no Arrows de 2002.

Para ser mais exato, o dinheiro surgiu em setembro de 2005, seis meses depois da criação da equipe, e isso foi encorajador a ponto de Aguri dar entrada com a papelada na FIA, perto do prazo final de inscrição. Porém, os dirigentes da FIA sabiam que havia algo errado nisso tudo. Por acaso a equipe teria o dinheiro necessário para dar continuidade no mundial?

Foi quando a Honda surgiu para salvar a bagaça. A montadora japonesa tinha planos de montar uma equipe B no mundial, e com a ajuda da opinião pública japonesa, a Honda injetou o dinheiro necessário para que a FIA aceitasse o pedido de entrada da Super Aguri. Na verdade, a opinião pública japonesa queria era que o veloz Takuma Sato (muito bom piloto quando estava na equipe principal da Honda) continuasse a representar o país no mundial e isso fez com que a Honda colocasse o dinheiro e o piloto lá.

O SA05 na pré temporada

Com o primeiro piloto definido, era hora de colocar alguém para conduzir 2º carro da equipe. E parece que escolheram a dedo, pois colocaram o horroroso Yuji Ide, mas havia uma esperança pois Ide tinha sido o atual vice-campeão da F-Nippon.

Na estréia, no Bahrein, a realidade da fragilidade financeira da equipe era visível. Os carros da equipe era os mesmos Arrows de 2002. Batizado de SA05, o Arrows passou pelas devidas mudanças aerodinâmicas para que o carro se enquadrasse no regulamento de 2006. Além disso, a carroceria do carro era lisinha, branca e vermelha, e contava apenas com um punhado de pequenos patrocínios. Mas era bonito pelo menos.

O carro não era necessariamente ruim, ele era muito defasado aerodinamicamente. E isso fez com que os dois pilotos largassem no fundo do grid, com Sato tomando mais de 5 segundos para o pole, Michael Schumacher. O Ide não conta.

Entretanto, o carro de Sato conseguiu terminar a corrida. Ele andou 5 voltas a menos que o vencedor, mas terminou. Para um carro que havia dado 10 voltas durante a pré temporada é um feito e tanto. Foi melhor que a Hispania, Lotus e Virgin em 2010, só para termos uma idéia.

Takuma Sato e o SA05 no Bahrein

Já o seu companheiro de equipe, teve que abandonar a corrida por causa de uma quebra no motor. Além disso, Ide logo mostrou se cartão de visitas, atropelando um dos mecânicos durante os pits.

Porém, a história mostra que a equipe ia se acertando, aos trancos e barrancos, é verdade, mas ia. E a cada GP a evolução era constatada. Na Malásia, 2ª etapa da temporada, Sato apresentou um desempenho melhor e mais uma vez terminou a corrida. Novamente foi o último, mas apenas três voltas atrás. Na Austrália, os dois carros conseguiram cruzar a linha de chegada. Feito incrível, já que a equipe contava com Yuji Ide em um dos seus carros.

Takuma Sato na Malásia

Takuma Sato dando duro na Austrália

Yuji Ide dando um passeio na Australia

Ao logo dos quatro GP´s que disputou, o tal do Ide sempre foi uma negação. É considerado um dos piores pilotos que já andaram na categoria. Sempre escapava da pista, inclusive em pontos fáceis. Rodava constantemente, e isso causava certo desconforto nos outros pilotos, que ficavam expostos aos riscos que o japonês braço duro causava.

A gota d’água foi na 4ª etapa do mundial, disputada em Imola. Ainda na primeira volta, ele acerta Christijan Albers, da Midland (ou MF1, sei lá), causa um baita acidente. Yuji Ide é suspenso por uma corrida e teria um processo da FIA por causa do acidente. E depois de uma semana, os dirigentes da FIA decidem o veredicto e a super licença do “piloto” é cassada. No mesmo GP de Ímola, Takuma Sato acaba abandonando por problemas mecânicos.

Para o GP da Europa, realizado em Nürburgring, a equipe contava com o piloto Franck Montagny (que era o piloto de testes) no lugar de Ide, o que já era uma evolução. Mas mesmo assim, os dois carros da Aguri acabam abandonando. Mas depois da decisão dos dirigentes da FIA, é confirmado de que Franck Montagny iria ser o segundo piloto da equipe japonesa.

Franck Montagny substituiu o tosco Ide.

A temporada ia passando, e os carros da Super Aguri ainda freqüentavam as últimas posições do grid de largada. Sempre se arrastando em pista, eram cerca de 5 segundos mais lentos por volta.  Além disso, quando conseguiam terminar as corridas, estavam sempre três ou quatro voltas atrás dos líderes.

No GP da França, Sakon Yamamoto (o pior de todos nesta temporada) assumiu o posto de segundo piloto. Também havia a expectativa do lançamento do novo carro, o SA06, mas o lançamento foi adiado para o próximo GP, que seria realizado na Alemanha.

O SA06 sendo apresentado.

Na verdade, o SA06 era o mesmo Arrows, só que bem mais modificado. Mesmo assim, o carro fez bonito na estréia, ao superarem os péssimos Midland no treino classificatório. Embora não tenham terminado a corrida, os tempos conquistados pela equipe eram dignos de nota.

O carro melhora bastante

Após uma seqüência de atuações decepcionantes, foi dado um grande shake-up no departamento técnico da equipe no final de setembro. Mark Preston foi promovido à função de Diretor Técnico. A jogada parece ter surtido efeito, pois a equipe encontrou um bom ritmo, além de aumentar a confiabilidade do equipamento. Sato agora capaz de desafiar a Toro Rosso.

O  ápice dessa evolução da equipe veio no GP do Brasil, com Takuma Sato cruzando a linha de chegada em 10º. Yamamoto também não fez feio e, mesmo terminando a corrida em 16º lugar, ele fez a sétima volta mais rápida da corrida.

A melhor colocação da equipe na temporada de 2006 foi o décimo lugar em Interlagos.

Outro dia eu conto como terminou a história.

Abraços

O SA08 foi o carro que marcou a saída da equipe nipônica das pistas. Baseado no Honda RA107, de 2007, um carro com um péssimo desempenho, o SA08 também não conseguiu muito, e podemos comprovar isto somente pelo fato dos carros largarem em último nos três primeiros GPs.

 

A equipe que vinha de um animador campeonato de 2007, onde superou a sua equipe “mãe”, teve dificuldades financeiras para o ano de 2008, mas mesmo assim continuava correndo. Os problemas financeiros eram grandes, a Honda já não apoiava mais sua “equipe B”, e sem nenhum tostão furado para investir, a Aguri deixava a F1, como melhor resultado naquele ano, um 13° ano no último GP por ela disputado, o da Espanha.

 

 Dados:
Equipe: Super Aguri F1
———————–
Dados técnicos:

Chassis: Moldado em fibra de carbono, monocoque

Suspensão: Feita de fibra de carbono e alumínio, sistema push rod, molas de torção ativadas, independente (suspensões dianteira e traseira)

Motor: Honda RA808E 2.4 litros, 90°, V8, aspirado naturalmente, montado logitudinalmente, limitado a 19.000 RPM

Transmissão: 7 marchas, e uma reversa (marcha ré), sequencial, semi automática

Pneus: Bridgstone

——————-
Pilotos:

Takuma Sato

Anthony Davidson

——————-

Pontos: 0

Corridas: 4

Vitórias: 0

 Poles: 0

Voltas mais rápidas: 0

Posição no Campeonato de Construtores: 11°

 

Continuando a série sobre os carros de 2007(não são os de 2006),agora com o Super Aguri SA07.

O segundo carro do time B da Honda, foi também o mais bem sucedido da equipe. O carro causou certa polêmica, assim como o caso da Red Bull e da Toro Rosso, mas um tanto diferente. Algumas equipes alegavam que o SA07 nada mais era o Honda RA106, carro que a Honda utilizara no ano anterior, porém modificado para obter melhores resultados.

A FIA considerou o carro, e assim mesmo a Super Aguri correu. Apesar de ser na base, um RA106, o SA07 apresentava mudanças aerodinâmicas em relação ao Honda de 2006.  O carro se mostrou muito superior em desempenho ao seu antecessor. Pilotados pelo experiente japonês Takuma Sato, e o inglês Anthony Davidson, o carro apesar de toda a melhora, frequentava as últimas posições do grid, disputando posições com a Spyker, a Honda e a STR, ainda que mais atrás que estes times citados.

Sato marcou os primeiros e heróicos pontos da Aguri no Gp da Espanha, chegando num merecido 8° lugar. Duas corridas após este fato, o mesmo Sato chegava em um belíssimo 6° lugar, neste Gp chegando até a ultrapassar o bi-campeão Fernando Alonso de McLaren. Ao fim do glorioso ano para a Super Aguri, o time somava 4 pontos, sua melhor colocação nos Construtores em todas as temporadas na qual competiu.

Dados:

Equipe: Super Aguri F1

Designers: Peter McCool
————————–
Dados técnicos:

Chassis: Monocoque moldado em fibra de carbono

Suspensão: Feita de fibra de carbono e alumínio, molas de torção, sistema push rod, independente (suspensões dianteira e traseira)

Motor: Honda RA807-E, V8, aspirado naturalmente, montado logitudinalmente

Transmissão: Super Aguri, 7 velocidades e uma marcha reversa (marcha ré), eletro-hidráulica, sequencial semi automática

Pneus: Bridgestone
——————-
Pilotos:
22 Takuma Sato

23Anthony Davidson
———————-
Pontos: 4

Corridas: 17

Vitórias: 0

Poles: 0

Voltas mais rápidas: 0

Posição no Mundial de Construtores: 9° lugar

 
New category,revivendo as últimas temporadas desde 2006.

A temporada de 2006 foi marcada por mudanças e novidades, e uma dessas era a equipe estreante Super Aguri. Fundada e liderada pelo ex-piloto Aguri Suzuki, o time japonês era pequeno, o suficiente para não completar seu próprio primeiro carro para a temporada. Mas havia uma solução. Suzuki comprou o que sobrara da extinta equipe Arrows, e usou o carro A23 como base, em uma versão modificada para seu carro de 2006.

Na realidade, era de fato o mesmo Arrows A23, o carro que estreou a tecnologia da suspensão dianteira twin keel, porém com devidas mudanças na aerodinâmica para se adequar as regras da temporada de 2006 e também quanto a questão dos motores, que eram os V8, e não os V10 originalmente usados no A23. As mudanças para a temporada de 2006 também estavam presentes no SA05. O motor Honda era no geral um bom motor, porém a Honda ainda teve que lidar com problemas de confiabilidade ao longo da primeira metade do campeonato.

As laterais do bólido sofreram mudanças, pois eram menores e também mais eficientes, porém este e outros updates não foram suficientes para fazer o SA05 um carro tão veloz como seus rivais, e o bólido amargava as últimas posições dos grids, assim como na maioria das corridas.

                                                                            SA06

Entretanto, o time nipônico e estreante conseguiu se firmar e aumentar seu staff, sempre contando com suporte da Honda,e estava preparando um novo carro, o SA06, para ser estreado no GP da Alemanha. O “novo” SA06, nada mais era que o mesmo SA05 baseado no Arrows A23, porém com mais alterações aerodinâmicas, principalmente localizadas na traseira do carro. Porém havia algumas coisas que não mudaram, como a suspensão twin keel, que permaneceu intocada. O SA06 vinha também com uma nova caixa de marchas, melhorada para se obter um melhor desempenho. Vale notar também uma mudança na pintura com a estreia do novo SA06, onde agora o vermelho ocupava mais espaço no carro.

Com todos os updates do SA06, a Super Aguri até que melhorou seu desempenho no geral, mas o time de Aguri Suzuki não conseguiu muito além do que as mesma últimas posições nas corridas, e assim o time terminou sua primeira temporada na F1, com um carro fraco, assim como sua estrutura, e com a esperança de um futuro melhor, tendo como seu melhor resultado um 10° lugar obtido pelo pirncipal piloto, o japonês Takuma Sato.

Um fato interessante sobre o carro, foi que durante o GP de San Marino, o estreante Yuji Ide conseguiu realizar a grande façanha de capotar a Midland de Christijan Albers. O novato não andava tão rapidamente como seu companheiro de equipe, e após o incidente citado, perdeu sua Super Licença, e logo foi substituído pelo francês Franck Montagny, este, que logo também perdera seu lugar mais tarde para o nipônico Sakon Yamamoto.

 
 

Acidente de Ide com Albers:

Dados:
 
Equipe: Super Aguri
 
Designers: Mark Preston, Mike Coughlan
———————-
Dados técnicos:
 
Chassis: Monocoque moldado em fibra de carbono
 
Suspensão: Independente, operado por sistema push rod, barras de torção, amortecedores e barra estabilizadora mecânica (suspensões dianteira e traseira)
 
Motor: Honda RA806-E, V8, 2.4 litros, aspirado naturalmente, montado longitudinalmente, 90° de inclinação, 95 kg de peso, limitado a 19.000 RPM, 4 válvulas por cilindro, mais de 700 hp de potência
 
Transmissão: Arrows, 7 velocidades e uma marcha reversa (marcha ré), montada longitudinalmente, semi automática, sequencial (SA05)
 
Super Aguri, 7 velocidades e uma marcha reversa (marcha ré), eletro hidráulica, caixa de marchas feita de alumínio, sequencial, semi automática  (SA06)
 
Pneus: Bridgestone, com rodas BBS
 
Combustível: Elf
 
Entre eixos: 3100 mm
 
Largura total: 4666
 
Altura total: 950 mm
 
Largura total: 1800 mm
 
Peso: 600 kg, incluindo piloto e fluídos
—————————————
Pilotos:
22 Takuma Sato

23 Yuji Ide

23 Franck Montagny (substituindo Ide após o GP de San Marino)

23 Sakon Yamamoto (substituindo Montagny após o GP da França)
———————————————————————-
Pontos: 0

Corridas: 11 (SA05), 7 (SA06)

Vitórias: 0

Poles: 0

Voltas mais rápidas: 0

Posição no Mundial de Construtores: Posição 11

SA05 ONBOARD

SA06 ONBOARD

2007 foi realmente um ano foda para a Super Aguri.No Canadá,veio a redenção.Numa corrida marcada pelo acidente de Robert Kubica.A 4 to go.Takuma Sato estava voando baixo na pista.Vinha se aproximando rapidamente de Ralf Schumacher.Na última reta do circuito,ele deu um pulo do gato e na ultima curva,PEMBA!!!!.A ultrapassagem rolou.Até ali já estava bom demais para o japinha.Mas Fernando Alonso que estava na frente de Sato,estava com problema nos freios,então seu engenheiro falou pelo rádio: “Fernando esta mais lerdo que você,pisa fundo e na brasa que você pode passar o espanyol” .E ele obedeceu.Sato chegou rapidamente nele.E na última curva do circuito,PEMBA!!!!!.A ultrapassagem rolou… de novo.Festa total dos dois únicos japinhas na arquibancada de Montreal.Festa tambem da equipe Super Aguri. 
Corrida acabada.E Sato vai pra galera.Festa total dos japinhas e de Anthony Davidson na Super Aguri.Aquela ultrapassagem foi o ponto alto da Super Aguri.

Acima um vídeo da ultrapassagem de Sato sobre R.Schumacher e F.Alonso,e da festa da Super Aguri.

 
 

E acima um vídeo da ultrapassagem do Sato sobre Alonso só que com narrações americanas,espanholas,japônesas e etc.

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