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Continuando com a Retrospectiva 2011, agora com a segunda parte dos pilotos de 2011.

Carro 9- Nick Heidfeld

Andrea de Cesaris, não deu de novo. Desiste. No começo do ano, quando foi anunciado na Lotus Renault, ele falou que agora ia vencer, mas não deu de novo. Até começou bem o ano com um pódio na Malásia, mas só conseguiu isso. Conseguiu andar bem depois, mas foi sacado da equipe em casa após dois abandonos seguidos. Alemanha/2011, essa pode ter sido sua última corrida.

Carro 16- Kamui Kobayashi

O kamikaze da Sauber em 2010 não conseguiu repetir seus feitos de 2010. Não conseguiu repetir as ultrapassagens impossíveis e as disputas incansáveis que nos empolgavam bastante. Teve como melhor resultado em Mônaco ao concluir em quinto. Ficou frequentemente atrás de seu companheiro mexicano Sergio Perez. Fechou o ano em baixa.

Carro 15- Paul di Resta

 

Paul di Resta começou o ano com o pé direito. Surrando Sutil, mas levou a virada alemã. Teve como melhor resultado um sexto na etapa de Cingapura como melhor resultado. E de quebre garantiu o prêmio de melhor rookie do ano ao derrotar de lavada o seu principal adversário, Sergio Perez. Nada mal para um estreante.

Carro 19- Jaime Alguersuari

O DJ Squire que tinha terminado 2010 em baixa, até que não fez um mal ano. Teve como melhor resultado dois sétimos lugares em Monza e em Yeongam. E sempre se aproveitou da incrível velocidade de seu STR em retas e só se deu bem em pistas de uma velocidade notável, exemplos: Canadá, Itália, Coreia e Índia. Nada mal para o DJ Squire, pena que está desempregado atualmente.

Carro 18- Sebastien Buemi

E não é que o Buemi também não terminou o ano mal. Mas a sorte também nunca esteve ao seu lado. Quando estava em uma boa posição, o seu carro lhe matava como na Índia e nos Emirados Arabes. Ficou um pouco mais famoso ao levar uma linda ultrassagem de Bruno Senna na Itália. Está desempregado e provavelmente continuará sem emprego em 2012.

Carro 17- Sergio Perez

Sergio Perez reviveu Robert Kubica e marcou pontos na primeira corrida. Mas ele reviveu Robert Kubica até demais e ele foi desclassificado igualzinho ao Kubica na sua primeira corrida. E acabou revivendo tanto Robert Kubica que sofreu um acidente grave e não correu no GP seguinte assim como Kubica. Direto ao ponto, Perez acabou perdendo o prêmio de melhor rookie para Di Resta, mas marcou ótimos 14 pontos com um carro não tão bom assim. Bom começo para o mexicano.

Carro 11- Rubens Barrichello

Barrichello continua tentando resistir, mas a coisa está bastante difícil para o brasileiro. Com um carro que simplesmente não anda, não pode fazer muita coisa. Conseguiu marcar 4 pontos com dois nonos lugares no Canadá e em Mônaco. Rubens Barrichello até tentou e teve um tempo incrível na Q2 no Brasil, mas uma largada péssima estragou tudo. Que 2012 seja melhor para ele, isso se ele conseguir uma vaga.

Carro 9- Bruno Senna

O sobrinho de Ayrton Senna, entrou o ano como piloto reserva. Até teve uma chance de começar a temporada como titular, mas não conseguiu bater Heidfeld e teve de contentar em ser reserva. Mas Heidfeld decepcionou e Bruno voltou. Bruno Senna começou bem passando para a Q3 na Bélgica e em Monza. Mas decaiu junto com a equipe e agora corre o risco de estar fora da F1 em 2012. Boa sorte para o Bruninho.

Carro 12- Pastor Maldonado

Pastor Maldonado esteve longe de fazer um bom ano. Marcou um ponto na Bélgica, mas só conseguiu isso. Teve também a ótimaa corrida que ele fez em Mônaco, mas Hamilton lhe jogou para fora da corrida quando estava em sexto. Maldonado só continuou na Williams por causa dos petrodólares da venezuelana PDVSA. Não confio muito nele. Acho que ele não deve fazer um bom 2012.

Carro 17- Pedro de la Rosa

Pedro de la Rosa correu apenas uma vez este ano substituindo o enjoado Sergio Perez. Já era esperado de que De La Rosa só fizesse o que ele sabe fazer de melhor. Apenas, completar a corrida e nada mais. E foi o que ele fez. Em 2012, ele está de volta pela HRT, e deve continuar fazendo o que sabe fazer de melhor: o que acabei de falar.

Carro 21- Jarno Trulli

O velhaco Trulli continua na F1. Ao contrário do ano passado, não sofreu com os problemas hidraulicos e terminou o ano na frente de Kovalainen graças a um décimo terceiro a mais que Kova. Foram na Austrália e em Mônaco. Ele também não correu na Alemanha ao ser substituido por Karun Chandhok por problemas na sua renovação de contrato. Nada mal para o pescarense que estava desacreditado esse ano.

Carro 20- Heikki Kovalainen

Kovalainen foi um dos melhores pilotos da temporada sem sombra de dúvidas. Só não conseguiu ficar na frente de Trulli no campeonato por ter um décimo terceiro lugar a menos que Trulli. Ele conseguiu o décimo terceiro na casa de Trulli. Apesar de ficar atrás de Trulli, ele já se garantiu seu emprego na Caterham para 2012. Que 2012 ele continue andando bem assim como em 2010 e em 2011.

Carro 23- Vitantonio Liuzzi

Vitantonio Liuzzi começou o ano mal ao não se classificar para o GP da Austrália, mas deu uma melhorada. E ficou na frente das duas Marussias Virgin por causa de um décimo terceiro no Canadá. Também ficou conhecido pela seu strike na largada de Monza. E não tinha um bom carro. Tá, ele tinha talvez o pior carro do grid. Liuzzi está desempregado atualmente e deve continuar assim ano que vem.

Carro 25- Jérôme d’Ambrosio

D’Ambrosio começou subestimado pelos russos. Começou bem, mas fez uma série de maus resultados. E ainda conseguiu a proeza de rodar de forma ridícula nos boxes do GP da Hungria. Mas conseguiu terminar o campeonato na frente de seu companheiro por conseguir dois décimos quarto na Austrália e no Canadá. Mas D’Ambrosio fez uma péssima temporada e não deve continuar na F1 em 2012.

Carro 24- Timo Glock

O cara mais azarado da F1 atualmente não teve sorte esse ano. Terminou o ano atrás de D’Ambrosio por não conseguir um décimo quarto, e sim um décimo quinto na Itália. Glock vai continuar na Marussia porque a equipe confia nele, mas ele parece estar bastante deprimido por estar no pior carro do grid atualmente. Provavelmente ele não deverá fazer uma boa temporada 2012 na F1.

Carro 22/23 na Índia- Narain Karthikeyan

Karthikeyan foi resgatado das catacumbas da NASCAR Truck Series pela HRT e entrou para história. Não por um grande feito, e sim por ter sido o primeiro vigésimo quarto numa corrida de F1. Foi sacado da HRT no mesmo onde terminou em vigésimo quarto, mas por contrato ele correu no lugar de Vitantonio Liuzzi e não fez mal. Ele não deve continuar em 2012.

Carro 22- Daniel Ricciardo

Daniel Ricciardo entrou na F1 no lugar de Narain Karthikeyan a partir de Silverstone. Ricciardo não fez mal, mas só conseguiu dois décimos oitavo na Hungria e na Índia como melhores resultados. Mas isso lhe garantiu uma vaga de primeiro piloto na Toro Rosso em 2012. Boa sorte para ele e quem sabe ele pode ser um futuro Vettel ou um futuro Webber, já que ele é australiano.

Carro 21- Karun Chandhok

Não, você não está doido. Chandhok não venceu uma corrida pela Caterham, ele só recebeu a bandeirada após dar umas voltinhas nas ruas de Moscou. Chandhok correu apenas uma vez no lugar de Jarno Trulli. Karun reviveu Yuji Ide e teve uma série de rodadas ridículas e chegou a levar uma volta das duas HRT. Não deve correr ano que vem. Talvez ele até vá para o Mundial de Endurance.

Largada do GP da Itália de 2011

Com o anúncio um pouco que surpreendente da dupla Ricciardo-Vergne na Toro Rosso, sobraram apenas quatro vagas para a temporada de 2012 de F1. São exatamente duas vagas em aberto na Force India, uma vaga na Williams e uma vaga na HRT. Vários pilotos estão disputando a tapa essa vagas. Veja os cambatentes no ring pelas quatros vagas restantes para 2012.

Paul di Resta

Paul di Resta está na briga pelas duas vagas na Force India. Foi o melhor novato nessa temporada e isso pode lhe garantir na equipe em 2012. Di Resta também conta um forte apoio da Mercedes e isso pode ajudá-lo a ficar na Force India em 2012. Tem fortes chances de permanecer na Force India ano que vem. A disputa maior na equipe indiana fica pela segunda vaga com Nico Hulkenberg e Adrian Sutil na disputa.

Nico Hulkenberg

Nico Hulkenberg está na briga pela vaga na Force India em 2012 e é um grande favorito na disputa contra Adrian Sutil. Hulkenberg disputou a temporada de 2010 pela Williams e não fez feio, e chegou a fazer a pole position botando 1 segundo em Sebastian Vettel em Interlagos. Hulkenberg já disse que se a Force India não lhe der uma chance em 2012, ele vai deixar a F1 para sempre.

Adrian Sutil

Adrian Sutil deve estar de saída da Force India, mas não é descartado a opção de continuar na equipe indiana. Ele conversa com a Williams pelo carro azul 18. Sutil fez um mal começo em 2011, mas começou a melhorar ao longo da temporada. Se o alemão ficar fora de 2012, vai ser a maior injustiça que a F1 já teve.

Bruno Senna

Bruno Senna estava na briga pela vaga na Lotus em 2012. Chegou a se reunir com a Lotus no domingo do Desafio das Estrelas de kart na República Tcheca (e não na Tchecoslováquia, segundo Reginaldo Leme) . Mas foi deixado de lado e perdeu sua vaga para Romain Grosjean. Ele conversa com a Williams, já que ele já falou que para a HRT, ele não volta. Se não der, ele já falou que aceitaria voltar a ser piloto de testes na Lotus.

Rubens Barrichello

Barrichello conversava com Lotus, mas também se deu mal. Barrichello está lutando para se manter na F1 em 2012. Nunca ele esteve em uma situação tão ruim. Os vários fãs de Rubinho continuam torcendo para que ele continue. Até os humoristas lançaram uma campanha para que Rubinho continue na F1. Espero que ele consiga uma vaga na F1  em 2012.

Vitaly Petrov

O primeiro russo na F1 também está na pindaíba. Foi deixado de lado pela Lotus pelos resultados ruins depois de um começo ótimo. Petrov chegou a conseguir um pódio na Austrália. Agora luta por uma vaga na Williams. E um detalhe: é incrível como uma equipe que está passando por maus bocados como a Williams está tão valorizada nesse final de ano.

Vitantonio Liuzzi

Vitantonio Liuzzi não é mais aquele cara que ganhou sete de dez etapas na F-3000. Foi abandonado pela Red Bull e foi resgatado pela Force India. Mas também foi abandonado pela equipe indiana e por incrível que pareça, ainda conseguiu ser regastado pela HRT. Teve como melhor atuação no Canadá ao conseguir um décimo terceiro posto na corrida e garantir a décima primeira posição para a HRT. Agora tenta renovar seu contrato com a HRT. O italiano também flerta com a Caterham para conseguir a vaga de Jarno Trulli, mas essa possibiliadade é remota.

Jerome d’Ambrosio

D’ Ambrosio foi sacado a pontapés da Marussia em 2011. Mas o belga ainda não desistiu. Ele está na briga pela vaga restante na HRT. Mas a coisa está muito difícil. D’ Ambrosio foi talvez o pior piloto de 2011. D’ Ambrosio conta com o apoio de patrocínios belgas que possui, mais a coisa está difícil para o Jeronimo.

Giedo van der Garde

Giedo van der Garde sempre chegou perto da F1, mas sempre morria na praia. Chegou a estar quase que certo na Marussia Virgin este ano. Van der Garde é um bom piloto e tem muita grana. O que pode lhe ajudar a conseguir uma vaga na Williams ou na HRT. No geral, tem alguma chance de estar na F1 em 2012.

Jules Bianchi

Jules Bianchi não fez nada na GP2 e só foi brilhar no Desafio das Estrelas de kart. Foi uma das maioreis decepções da GP2 este ano. Mas ele tem forte apoio da Ferrari e não fez feio no teste de jovens pilotos em Abu Dhabi. Ter talento e apoio é uma coisa rara no automobilismo atual.

Narain Karthikeyan

Karthikeyan foi talvez o pior piloto da temporada 2011 de F1. Perdeu sua vaga na HRT para Daniel Ricciardo, mas voltou na Índia e não fez feio. Tem apoio da Tata Motors e isso pode lhe ajudar a conseguir pelo menos uma vaga de piloto de testes, o que já seria uma vitória para Karthikeyan.

Karun Chandhok

Karun Chandhok é outro que vai fazer festa se conseguir ser ao menos ser piloto reserva. Chandhok foi piloto reserva na Caterham este ano e correu apenas na Alemanha no lugar de Jarno Trulli e decepcionou com escapadas e rodadas. Karun está correndo por fora e deve continuar sendo o que foi este ano. Um simples piloto reserva.

Lucas di Grassi

Di Grassi ficou testando os compostos da Pirelli o ano todo. Chegou a flertar com a Caterham para correr no GP Brasil este ano, mas não arranjou o patrocínio necessário para isso. Di Grassi tem alguma chance, mas deve continuar fazendo testes de pneus ano que vem.

Daniel Juncadella

Daniel Juncadella não tem nenhuma chance, você, leitor, diria. Juncadella é sobrinho do atual chefe de equipe da HRT, Luis Peres-Sala (o nome do Juncadella é, Daniel Juncadella Perez-Sala) e tem alguma chance. Foi vencedor do GP do Macau de F-3 este ano e isso pode lhe ajudar.

Assunto nulo outra vez,mas tenho outros posts na minha caixola mirabolante.Envolvem a França e a Apple.

O segundo carro da Toro Rosso na F1 pode ser chamado no mínimo de polêmico. Este carro, possuía a mesma base do Red Bull RB3, o carro da equipe irmã” da STR. Algumas equipes se manifsteram contra isto, como a Williams e a Spyker, mas mesmo assim, ficou provado que eram carros diferentes, e o STR2 correu do mesmo jeito.

 

 

 

Apesar das semelhanças, os upgrades para os dois carro foram diferentes, assim como o desempenho. A STR agora corria com os motores fornecidos pela Ferrari, substituindo os Cosworth anteriores. Desenvolvido pelo famoso Adrian Newey, o carro não conseguiu tudo que era esperado, com várias quebras relacionadas ao câmbio. Para a segunda metade do campeonato o carro adquiriu uma maior confiabilidade, chegando ao melhor resultado do time, e também os únicos pontos: um 4° lugar de Vettel e um 6° de Liuzzi.

 

Temporada de 2008:

 

 

A STR ainda usou o STR2 para o início da temporada de 2008, enquanto terminava de desenvolver seu novo bólido. Porém este STR2 era chamado de STR2B, pois apresentava mudanças para optimizar o desempenho, ainda que com a mesma base do carro de 2007.
Dados:

 

Equipe: Scuderia Toro Rosso

 

Designers: Adrian Newey
————————–
Dados técnicos:

 

Chassis: Monocoque moldado em fibra de carbono

 

Suspensão: Feita de alumínio, titânio, e fibra de carbono, sistema pushrod, independente (suspensões dianteira e traseira)

 

Motor: Ferrari 056, 2.4 litros, V8, limitado a 19.000 RPM, aspirado naturalmente, montado logitudinalmente

 

Transmissão: 7 velocidades, e uma marcha reversa (marcha ré), sequencial, semi automática, montada longitudinalmente
 

Pneus: Bridgstone

Rodas: AVUS Racing
———————
Pilotos:

2007

18 Vitantonio Liuzzi

19 Scott Speed

19 Sebastian Vettel (substituiu Speed no 11° GP)
——

2008

14 Sébastien Bourdais

15 Sebastian Vettel
——————–
Pontos: 2007 – 8 pontos

2008 – 2 pontos

Corridas: 18 GPs em 2007

4 GPs em 2008

Vitórias: 0

Poles: 0

Voltas mais rápidas: 0

Posição no Mundial de Construtores: 7°(2007)

Quando botei esse nome para esta categoria,estava me referindo não só para acidentes sanguinolentos e estranguladores,mas para acidentes bizarros,nojentos e sobrenaturais.Então está esclarecido,o titulo desta categoria não quer dizer que só vai ter acidentes graves e essas coisas,tambem vai ter acidentes bizarros e essas coisas,tá legal?

No GP da Malásia de 2011,Liuzzi estava fazendo sua primeira corrida pela Hispania(na Austrália,ele não conseguiu um tempo para participar na corrida),até que na volta 46,a asa traseira resolve dar um faniquito e fazer com que Liuzzi abandona-se a prova.Aí os seguranças da prova foram recolher o carro,aí um zé-ruela resolve tropeçar e cair no chão,até aí a cena já era um pouco hilariante,mas o carro de Liuzzi resolve amassar o pobre segurança.

Se não entendeu,um vídeo vai explicar tudinho.

Poxa,to muito sem tempo ultimamente.Mas consegui fazer um post.

Após iniciar como equipe e não mais como somente patrocinadora na F1 em 2005, a Red Bull, que fez um bom campeonato inicial, decidiu que para 2006 iria ter uma nova equipe. A tradicional Minardi, que já não andava bem financeiramente há muito tempo, fora vendida para a Red Bull, e a fabricante de energéticos fez deste seu novo e pequeno time, um time B, para revelar novos talentos na F1.

A nova equipe sediada em Faenza, antiga sede da Minardi, levava o nome da empresa em italiano, mas o que chamou a atenção de muitos, além da proposta de time B, foi que a Toro Rosso iria correr com o mesmo carro usado por sua equipe “mãe” no ano anterior. Surgia ali o Toro Rosso STR1, que na verdade era o mesmo RB1 da temporada de 2005.

Bom, quando citei o mesmo carro, era realmente o mesmo carro, pois até os motores foram os mesmos. A FIA mudara as regras para motores em 2006, e todos passaram a correr com os V8 de 2.4 litros, mas a Toro Rosso iria correr com um motor V10 3.0, porém com limtações impostas para que o desempenho fosse igualado as outras equipes.

O carro se mostrou defasado com as evoluções das outras equipes, e a Toro Rosso frequentava os últimos lugares junto as outras equipes pequenas. A respeito da aerodinâmica, os sinais de defasagem eram grandes, apesar do RB1 ter sido um bom projeto no ano anterior. A asa dianteira por exemplo, apresentava apenas duas lâminas, a asa traseira tinha um desenho um tanto simples, assim como as laterais e entradas de ar, além da parte traseira do carro, que na maioria dos outros modelos fora a parte onde ocorreram as maiores mudanças.

Mas o STR1 não era de todo ruim, tanto que geralmente era o melhor carro entre as equipes da sua faixa de desempenho, a Super Aguri e a Midland. O bólido contou ainda com alguns updates para uma melhora de desempenho ao longo da temporada, como uma asa traseira específica para as altas velocidades de Monza.

O auge do primeiro ano do time com o STR1 foi no GP de Indianápolis, nos EUA, uma pista de altíssima velocidade nas retas, onde o STR1 alcançou seu primeiro e único ponto nas mãos de Vitantonio Liuzzi. Do mais, o carro costumava estar entre as posições intermediárias, mal chegando ao top 10. Os dois pilotos, Scott Speed e Vitantonio Liuzzi, eram praticamente estreantes na F1, e por muitas vezes estiveram envolvidos em acidentes pela sua falta de experiência. E por fim, ao longo da primeira temporada do novo time, com um carro antigo e defasado, a Toro Rosso terminou na 9° posição nos Construtores, com apenas 1 ponto.

Dados:

Equipe: Scuderia Toro Rosso

Designers: Mark Smith (Red Bull RB1)
                Gabriele Tredozi
—————————————
Dados técnicos:

Chassis: Monocoque moldado em fibra de carbono

Suspensão: Independente, feita de fibra de carbono e outros materiais, operada por sistema push rod, molas de torção e barra anti rolagem (suspensões dianteira e traseira)

Motor: Cosworth Racing TJ 2005, V10, 3.0 litros, 90° de inclinação, aspirado naturalmente, montado longitudinalmente, bloco e cabeçote em alumínio fundido, pistões de liga de alumínio, virabrequim, limitado a 17.700/ 18.00 RPM

Transmissão: Red Bull, sete velocidades e uma marcha reversa (marcha ré), montada longitudinalmente, sequencial, semi automatica             

Peso: 600 kg, incluindo piloto e fluídos

Combustível: Castrol

Pneus: Michelin, com rodas OZ Racing
—————————————-
Pilotos:
20 Vitantonio Liuzzi

21 Scott Speed
———————
Pontos: 1

Corridas: 18

Vitórias: 0

Poles: 0

Voltas mais rápidas: 0

Posição no Mundial de Construtores: 9° lugar

Tuíter

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